Especial GREVE GERAL: Bancários se organizam para aderir à paralisação nacional

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Bancários se organizam para aderir à Greve Geral

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Amanhã (terça-feira, 11) será dia de assembleia em sindicatos da categoria pelo país

Como preparativo à Greve Geral, o site da Intersindical Central da Classe Trabalhadora publica uma série de entrevistas com dirigentes sindicais e populares de diversas categorias. Começamos com Manoel Elídeo Rosa, o Mané Gabeira, do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e membro da Direção Nacional da Intersindical.

Nesta terça-feira (11), bancários das regiões de São PauloBaixada Santista e do estado do Espírito Santo, entre outros, realizam assembleias da categoria para organizar a participação na Greve Geral, em defesa da aposentadoria.

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Intersindical: Como será a participação da categoria bancária na greve?

Manoel Elídeo Rosa: Vamos participar massivamente em todo Brasil da luta contra o fim das aposentadorias. Os sindicatos de bancários estão se integrando aos fóruns das centrais e frentes de luta (Povo Sem Medo e Brasil Popular) para paramos o Brasil no dia 14 de junho, contra o fim da aposentadoria. Greve Geral neles!

I: Qual seria o impacto da “deforma” para a categoria?

M: Nós, bancários, seremos prejudicados como os demais trabalhadores. A [imposição de] idade mínima, aliada à alta rotatividade nos bancos privados, tira a possibilidade da aposentadoria na iniciativa privada.

O regime de capitalização, que nós conhecemos nos bancos, exige contribuição individual somente dos trabalhadores, e com risco somente para os trabalhadores. Os bancos ganharam 2% para administrar essa poupança. Os riscos e as perdas, quando houver, são dos trabalhadores.

Já vimos isso no Chile. Depois de 35 anos, o que fica é uma aposentadoria de meio salário mínimo, que lá é equivalente a R$ 700.

Texto: Matheus Lobo
Foto: Alexandre Maciel


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