Centrais sindicais e movimentos se unem em defesa da Petrobras

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Centrais sindicais e frentes de mobilização se reúnem hoje para debater participação na greve dos caminhoneiros

As centrais sindicais estão reunidas hoje (28), pela manhã, para discutir formas de participação das demais categorias de trabalhadores na greve dos caminhoneiros. A Frente Povo Sem Medo, também se reúne a a tarde para discutir a participação dos movimentos sociais no processo de paralisação nacional.

As pautas principais levantadas pelo movimento sindical e as frentes de mobilização são: a alteração da política de preços da Petrobras; a luta contra a privatização da empresa; a redução contundente dos preços do óleo diesel, da gasolina e do gás de cozinha; e a garantia da democracia.

A entrada dos Petroleiros na greve, que vinham se preparando para paralisações agendas para o início do próximo mês, antecipou a sua luta em função da mobilização dos caminhoneiros. A entrada dos petroleiros, e possivelmente outras categorias, coloca para a classe trabalhadora a possibilidade de derrubar Pedro Parente (presidente da Petrobras) e mudar a atual política de preços que só interessa os grande acionistas e as empresas petrolíferas estrangeiras.

Para a Intersindical o momento é grave e a unidade de todo o povo brasileiro e suas organizações é fundamental para impedir a continuidade do desmonte do país, por meio da política de Temer, mas também qualquer iniciativa que possam degradar a já combalida democracia brasileira.

A Intersindical defende a unidade de todos aqueles que vivem de seu próprio trabalho. Nossos inimigos são aqueles que exploram a força de trabalho de nossa gente, aqueles que não possuem nenhum compromisso com o país. Nossos inimigos são os aliados do governo golpista, a Rede Globo, as grandes empresa transportadoras. Neste momento, em especial, são os grandes acionistas da Petrobras, que lucram com a carestia dos combustíveis.

Fora Pedro Parente!
A Petrobras é Nossa!


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