Manter a mobilização e intensificar a pressão sobre o Senado. Não à reforma trabalhista!

Eunicio Oliveira e Michel Temer
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Resolução da Direção Nacional da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora.

No último período, a classe trabalhadora realizou importantes lutas em defesa dos direitos trabalhistas, da aposentadoria e empregos para toda a população. O consórcio golpista ignorou a luta do povo brasileiro e ameaça votar no plenário do Senado o texto que legaliza práticas fraudulentas e precárias de contratação da força de trabalho com o objetivo de reduzir drasticamente os salários e direitos para turbinar as fortunas dos já endinheirados.

Temer, que não reúne legitimidade nem condições para aprovar mudanças na vida do povo, acelera a destruição dos direitos trabalhistas para garantir apoio do grande capital à sua permanência no cargo. Mas sua queda não tardará! Já os dezesseis senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que votaram a favor da “deforma” na semana anterior, apunhalando a classe trabalhadora, terão o mesmo destino de Temer, quer seja, a lata do lixo da história. Esses 16 traidores do povo terão seus nomes e partidos lembrados cotidianamente, e serão execrados da vida pública nas próximas eleições.

Apesar da desfaçatez da maioria parlamentar, de Temer e da maioria dos empresários e banqueiros que financiam essa “reforma”, a classe trabalhadora vai seguir lutando para impedir tamanho retrocesso. A aprovação dessa reforma trabalhista jogaria milhões de pessoas no bico, no subemprego, na precarização e no caminho do empobrecimento generalizado. Por isso, não vamos recuar da luta por empregos com direitos para todos e todas.

Exigimos que os senadores cumpram o mandato que lhes foi conferido pelo povo nas urnas. É preciso impedir a legalização e generalização do trabalho autônomo, da terceirização irrestrita, do contrato intermitente, do fim da justiça do trabalho e de outras questões gravíssimas, como a submissão ao trabalho de mulheres gestantes em ambientes insalubres. O Senado não pode ser um puxadinho de Temer ou da Câmara.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora que tem se mobilizado, juntamente com outras entidades para derrotar esses retrocessos, segue nessa batalha. Para isso, conclamamos a todos/as para intensificar a pressão sobre os senadores em suas casas e escritórios neste fim de semana, nos aeroportos na segunda e terça-feira próxima, além de convocar a militância para estar em Brasília ao logo da semana que vem. E nos somamos à decisão da Frente Povo Sem Medo para impulsionar mobilizações no dia 10/07 nas capitais e cidades médias, com destaque para as bases eleitorais dos senadores.   

É preciso também que fique claro: a manutenção de Temer ou sua substituição de forma indireta é a garantia do grande capital para acabar com o direito a aposentadoria e seguir suas políticas de desmonte de direitos e entrega da soberania nacional.

Em defesa dos direitos trabalhistas e da aposentadoria.

Fora Temer. Diretas já!

São Paulo, 06 de julho de 2017.
Executiva Nacional da Intersindical Central da Classe Trabalhadora

Fora Temer


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