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Luta contra Reforma da Previdência vai exigir um amplo diálogo com o povo

Luta contra Reforma da Previdência vai exigir um amplo diálogo com o povo

O texto confirma o estabelecimento de idade mínima, aumento no tempo de contribuição e mudança no cálculo do benefício, além de prever a mudança do atual sistema para a capitalização individual. Enquanto isso, a Praça da Sé, no centro de São Paulo, reuniu milhares de trabalhadores para marcar o início da luta em defesa da Previdência pública e contra a reforma de Bolsonaro.

Reforma da Previdência: projeto de Bolsonaro é pior do que Temer

Reforma da Previdência: projeto de Bolsonaro é pior do que Temer; trabalhadores barraram o primeiro e vão barrar o segundo!

Com o anúncio do secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, na tarde desta quinta-feira (14), a Reforma da Previdência do governo Bolsonaro e Paulo Guedes começa a ganhar forma. Marinho confirmou que o governo quer acabar com a aposentadoria por tempo de contribuição e passar a exigir idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres. O secretário ainda anunciou um tempo de transição de dez a doze anos.

Conversar, unir e mobilizar o povo em defesa da aposentadoria e da previdência pública!

Conversar, unir e mobilizar o povo em defesa da aposentadoria e da previdência pública!

O governo da extrema direita quer excluir de vez os trabalhadores mais empobrecidos elevando ainda mais o tempo de contribuição para o acesso à aposentadoria. Atualmente, já é muito difícil comprovar os 15 exigidos, dado a alternância que milhões de pessoas são submetidas, de longos períodos sem emprego formal e alguns curtos momentos de trabalho com carteira assinada.

Notas

Conversar, unir e mobilizar o povo em defesa da aposentadoria e da previdência pública!

Conversar, unir e mobilizar o povo em defesa da aposentadoria e da previdência pública!

O governo da extrema direita quer excluir de vez os trabalhadores mais empobrecidos elevando ainda mais o tempo de contribuição para o acesso à aposentadoria. Atualmente, já é muito difícil comprovar os 15 exigidos, dado a alternância que milhões de pessoas são submetidas, de longos períodos sem emprego formal e alguns curtos momentos de trabalho com carteira assinada.

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