Professores municipais de Cubatão fazem greve e sofrem perseguição política

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Os professores da rede municipal de Cubatão, cidade no litoral de São Paulo, têm sofrido uma série de ataques e perseguições por parte da prefeitura da cidade desde que iniciaram uma greve por tempo indeterminado, na terça-feira passada (14).

Os motivos da greve são os mais diversos. No mês de maio, a Secretaria de Educação, editou uma resolução que, entre outros pontos, ignora licenças médicas e pune os professores. Sem contar com o vale refeição 6 meses atrasado, a suspensão do cartão servidor e o atraso de 1 mês na entrega da cesta básica.

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Outro ataque foi a perda da gratificação de nível superior a cargos cujo pré-requisito para atuação é o próprio nível superior, tais como professores, médicos, advogados e engenheiros. O que resultaria numa redução imediata de 50% dos salários!

Curiosamente, a atual prefeita da cidade, Márcia Rosa de Mendonça Silva, é ex-militante da Apeoesp, e o Secretário de Educação, Cesar Pimentel, foi advogado da Apeoesp durante anos.

Os professores têm demonstrado força de mobilização, algo que nunca ocorreu na história da cidade, segundo um professor de Cubatão que pediu para não ter o nome revelado.

Segundo ele, pessoas em cargos comissionados da prefeitura têm usado equipamentos públicos para gravar e identificar os grevistas.

Reivindicações

A pauta de reivindicações consiste em: resgate da assistência médica da Caixa de Previdência, recomposição salarial de 4,2% (relativa à inflação de 2016, por causa do ano eleitoral); incorporação do valor do Cartão Servidor (R$ 500,00) ao salário; incorporação da gratificação de nível ao salário e revogação da resolução punitiva às faltas, sendo que estes dois últimos itens não implicam um centavo sequer de aumento de gastos aos cofres da prefeitura.


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