Ocupa Brasília faz governo temer a unidade do povo e recorrer às Forças Armadas

Ocupa Brasília faz governo temer a unidade do povo e recorrer às Forças Armadas

Compartilhe

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email

Saiba mais:
→ Michel Temer revoga decreto de uso das Forças Armadas no dia seguinte ao Ocupa Brasília


A participação das centrais sindicais unidas e dos movimentos sociais unidos com pelo menos 200 mil pessoas foi determinante para o sucesso do Ocupa Brasília na quarta-feira (24). Prova disso foi a ação autoritária de Michel Temer, que temendo o poder de mobilização do povo contra as reformas e contra sua permanência na Presidência da República, editou um decreto concedendo poder de polícia às Forças Armadas para reprimir e dispersar o ato.

Acha esse material importante? Cadastre seu e-mail para receber nossa newsletter.

O decreto autoritário do presidente ilegítimo citou o artigo 15 da lei Complementar n° 97, de 9 de junho de 1999. No entanto, vale lembrar que a lei invocada por Temer é explícita ao afirmar que o emprego das Forças Armadas somente pode ser feito “após esgotados os instrumentos destinados à preservação da ordem (…)”. Ou seja, em casos extremos, quando as ameaças aos poderes constituídos forem gravíssimas e somente como último recurso.

Neste momento Michel Temer nos deu a prova de que a mobilização do povo unido surtiu efeito e de que ele se sente acuado. Temer temeu o Ocupa Brasília.  Nem os poucos infiltrados para garantir imagens depreciativas do ato à grande mídia foi suficiente para reduzir a importância da mobilização.

O eixo monumental de Brasília foi tomado por 200 mil manifestantes que vieram das mais variadas regiões do País protestar de forma pacífica contra as reformas trabalhista e da Previdência, exigindo a retirada imediata destas propostas do Congresso, defendendo o “Fora Temer” e as “Diretas Já”.

A polícia também agiu reprimindo, sem trégua, os trabalhadores e trabalhadoras que ali protestavam por seus direitos. Milhares de mulheres, e homens, jovens e crianças foram recebidos com balas de borracha, spray de pimenta e gás lacrimogêneo.

Temer se aproveitou do tumulto para invocar as Forças Armadas para a defesa da sua própria “ordem”, e expôs seu verdadeiro DNA: autoritário, repressor, golpista e ditador.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora parabeniza todos os guerreiros e guerreiras que enfrentaram horas nos ônibus até Brasília e que continuam lutando contra a terceirização, a reforma trabalhista e o desmonte da Previdência, pela democracia e as eleições diretas.

Edson Carneiro Índio, secretário-geral da Intersindical, avisa: “Vamos construir uma nova greve geral para barrar a reforma trabalhista e da previdência. Haverá muita luta e muita organização. O povo está unido por eleições diretas e pela soberania popular. Vamos lutar, vamos parar o Brasil e garantir nossos direitos. O Temer vai cair, os que sustentam o golpe vão cair e vamos sustentar nossos direitos”.

Foto: Nelson Ezídio
Foto: Nelson Ezídio
Foto: Nelson Ezídio

Foto: Michele de Mello
Foto: Nelson Ezídio
Foto: Raquel Ribeiro
Foto: Raquel Ribeiro
Foto: Raquel Ribeiro
Foto: Raquel Ribeiro
Foto: Raquel Ribeiro
Foto: Michele de Mello
Foto: Michele de Mello
Foto: Nelson Ezídio
Foto: Nelson Ezídio
Foto: Nelson Ezídio
Foto: Nelson Ezídio
Foto: Nelson Ezídio
Foto: Nelson Ezídio

INTERSINDICAL – Central da Classe Trabalhadora
Clique aqui e curta nossa página no Facebook
Inscreva-se em nosso canal no YouTube

Acha esse material importante? Cadastre seu e-mail para receber nossa newsletter.

COMPARTILHE
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email

Já assistiu nossos últimos vídeos no YouTube?

PEC 32 e o Desmonte do Serviço Público
PEC 32 e o Desmonte do Serviço Público
Intersindical contra a PEC 32 em Brasília
Intersindical contra a PEC 32 em Brasília
2 de outubro FORA BOLSONARO
2 de outubro FORA BOLSONARO
Inscreva-se
Notificar de
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários