Greve dos educadores do Pará está mantida! Justiça não declara ilegalidade e marca audiência de conciliação.

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Após mais um ano de negociações sem efeito com o governo do estado do Pará para que o piso salarial dos trabalhadores e trabalhadoras em educação da rede estadual de ensino seja cumprido, eles  decidiram em assembleia no último dia 26 de abril iniciar um período de greve por tempo indeterminado a partir de 3 de maio. O governo do Estado, no entanto, entrou com ação na Justiça pedindo a ilegalidade da greve, mas não obteve e a greve está mantida!

“A liminar emitida pela desembargadora Luzia Nadia Guimarães não declarou a greve ilegal, portanto não é honesto por parte do governo do Estado declarar que a Justiça declarou a greve ilegal, a decisão é pesada contra o sindicato porque determina  100% de funcionamento para os terceiros anos e 80% dos demais anos. Mas a desembargadora não aceitou o pedido de ilegalidade”, esclarece  o Sintepp.

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Foi marcada uma audiência de conciliação nesta quinta-feira (4) às 15h, convocada pela desembargadora. O Sintepp vai  questionar o que foi feito com os milhões repassados pela União da complementação do FUNDEB. Valores que seriam suficientes para cobrir a folha. Além disso,  a alegação de crise não se justifica diante da abertura de mais uma Secretaria para posse exclusiva da filha do governador Simão Jatene.

O indeferimento do pedido de liminar de desconto dos dias parados foi outra importante vitória. “A escolha do governo em judicializar a greve é uma total contradição, visto que existe determinação desta mesma Justiça para o pagamento do piso, porém a escolha do governo é permanecer fora da lei” .

Já são dois anos sem reajustar o vencimento do piso salarial do magistério que continua sendo o de 2015, enquanto por um lado as dívidas do governo com nossa categoria vão se avolumando e por outro ocorre uma queda brutal na remuneração, refletindo na precarização da nossa qualidade de vida.

No ato de ontem (3) os educadores contaram com o apoio dos trabalhadores do Detran, que estão em greve desde 18|04. Uma massa de estudantes da EE. Pedro Amazonas Pedroso também se deslocou em caminhada até o local do ato e se somou a luta dos trabalhadores em educação. A escola ganhou destaque na imprensa por ter alunos tendo aula no corredor, e até hoje aguarda reforma da SEDUC, tendo diversas dependências da unidade educacional desativadas.

Confira o calendário de encaminhamentos da categoria:

GREVE por tempo indeterminado a partir de 03|05;

Abaixo assinado pela garantia dos 200 dias letivos, conforme prevê a LDB;

02|05 – Reuniões por escolas;

03|05 – Ato público – às 9h00, com concentração no Palácio dos Despachos;

04|05 – Aulas Públicas – a serem organizadas pelos professores em suas escolas;

05|05 – Assembleia Geral para avaliação do movimento – às 9h00 – local a definir.


INTERSINDICAL – Central da Classe Trabalhadora
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