Bancários protestam contra implementação da reforma trabalhista no Santander

Bancários protestam contra implementação da reforma trabalhista no Santander

Bancários protestam contra implementação da reforma trabalhista no Santander

Compartilhe

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email

Saiba mais sobre a paralisação do Santander:

→ Trabalhadores do Santander paralisam nacionalmente contra a implantação da Reforma Trabalhista


Ação sindical reuniu trabalhadores e trabalhadoras que protestaram contra diversas medidas de implementação da reforma trabalhista no banco, como acordo individual de banco de horas semestral, alteração da data de pagamento do dia 20 para o dia 30 a partir de março de 2018, e modificação do pagamento do 13º salário, antes previsto para fevereiro e novembro e, agora, maio e dezembro.

Acha esse material importante? Cadastre seu e-mail para receber nossa newsletter.

O Sindicato dos Bancários/ES realizou nesta quarta-feira, dia 20, uma ação sindical com fechamento da Superintendência e da agência do Santander, ambas na Reta da Penha, em Vitória, para protestar contra diversas medidas de implementação da reforma trabalhista no banco.

Recentemente, funcionários do banco foram submetidos a um acordo individual de banco de horas semestral, que pela Constituição só pode ser feito por Acordo ou Contrato Coletivo. O banco também alterou a data do pagamento do dia 20 para o dia 30 a partir de março de 2018, e modificou os meses de pagamento do 13º salário, antes previsto para fevereiro e novembro e, agora, maio e dezembro.

“A direção do Santander também já afirmou que vai aplicar o parcelamento de férias. Que ninguém se iluda que esse parcelamento não será negociado de forma abusiva”, afirma o diretor do Sindibancários/ES Jonathas Corrêa.

“Além disso, os trabalhadores do Santander também sofrem com os aumentos abusivos do plano de saúde. Outro problema do banco é o grande número de demissões que aumenta cada dia mais”, afirma o diretor Cláudio Merçon.

A diretora do Sindicato Cláudia Garcia ressalta que a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários tem vigência até 31 de agosto de 2018 e que no Santander há também um acordo Aditivo. “Se não reagirmos a esses ataques agora, assim que terminar a vigência do acordo e da CCT o banco vai cortar todos os direitos dos trabalhadores já garantidos”, alerta a diretora.

Ela destaca, ainda, que o que está acontecendo no Santander pode acontecer com os demais bancos. “Os trabalhadores precisam estar alerta e participar dos protestos ativamente, pois o banco desrespeita e corta direitos dos trabalhadores, a partir de uma reforma que foi encomendada pelos empresários. E eles vão querer colocar em prática todo o massacre que prevê a reforma trabalhista. A classe trabalhadora precisa se levantar e lutar unida desde já”, reforça.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Espírito Santo


INTERSINDICAL – Central da Classe Trabalhadora
Clique aqui e curta nossa página no Facebook
Siga-nos no INSTAGRAM
Inscreva-se aqui em nosso canal no YouTube

Acha esse material importante? Cadastre seu e-mail para receber nossa newsletter.

COMPARTILHE
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email

Já assistiu nossos últimos vídeos no YouTube?

Manifestação contra a #PEC32
Manifestação contra a #PEC32
#7SForaBolsonaro
#7SForaBolsonaro
Raul Campos, trabalhador da #PROGUARU, no 7S Fora Bolsonaro!
Raul Campos, trabalhador da #PROGUARU, no 7S Fora Bolsonaro!
Inscreva-se
Notificar de
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários