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Unidade marca cerimônia de abertura do 1º Congresso da Intersindical

A mesa de abertura do 1º Congresso da Intersindical Central da Classe Trabalhadora foi marcada pela demonstração de unidade em torno da construção de uma central de esquerda verdadeiramente autônoma, independente e classista.

Juliana Bavuso, das Brigadas Populares, destacou a ousadia da central. “A Intersindical vem num momento de potência, de mudança de conjuntura”.  “A Intersindical tem uma proposta  que está ousando por não pensar só na estrutura do sindicalismo e sim em ter um sindicalismo de mudança na conjuntura que venha abraçado com os movimentos sociais. O momento da classe trabalhadora é outro, é de tomar as rédeas de sua vida e de seus projetos de futuro”, discursou.

Paulo Pedrini, da Pastoral Operária, destacou a unidade construída em torno da Intersindical. “Vocês são companheiros para a Pastoral Operária”. “É o momento da nossa militância superar a nossa fragmentação e ir para a luta e ganhar a consciência das pessoas, exatamente como a Intersindical está fazendo. O trabalhador está perdendo a capacidade de se reconhecer como trabalhador, tá pensando com a cabeça de burguês”, afirmou.

Para Ricardo Senese, do PCR, “é o momento de uma virada de conjuntura”. “Vocês têm uma oportunidade única de debater a conjuntura, vocês são uma necessidade histórica para a nossa classe”, afirmou. “Diante de um momento como esse fazer um congresso amplo, que dialoga com pensamentos diferentes e consegue debater a conciliação de classes é um marco”.

José Ortiz Arcos, vice-presidente da Federação Sindical Mundial, lembrou que o avanço do capital e da direita conservadora sobre as conquistas dos trabalhadores não é um fenômeno restrito ao Brasil. “Nós da América Latina estamos vivendo a ofensiva mais brutal capitalista por conta dos governos semi progressistas da região, os burgueses não aceitam que os trabalhadores tenham direitos, sempre encontram uma forma para recuperarem nossas conquistas”, destacou.

Vivian Abud, coordenadora de mulheres da América Latina e Caribe da FSM, fez questão de abordar a importância das mulheres para alavancar a consciência de classe.

 “Acreditamos no rumo acertado que tem a Intersindical: coerência, independência, autonomia para fazer a verdadeira luta, mais politizada, consciente, para fazer a luta de classes”, disse Araceli Lemos, do PSOL.

Maiári Iasi, da Juventude Socialista, fez questão de destacar que “este 1º Congresso da Intersindical é na verdade um esforço de muito tempo, muitos anos de organização, em um momento histórico da nossa classe”. “Teremos dias de um debate forte, necessário e cada vez mais urgente”.

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3 Comments

  1. Mauricio Pietrobelli da Silveira said:

    Companheiros,
    A militante Maiári Iasi é da Juventude Comunista Avançando, não da Juventude Socialista.

    • Intersindical said:

      No Congresso ela foi apresentada como pertencente à Juventude Socialista, agradecemos a sua intervenção. Vamos checar. Abraço, equipe Intersindical.

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