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Ocupar as ruas em defesa dos direitos, da democracia e para derrotar Bolsonaro

O governo de Jair Bolsonaro atua para destruir os direitos da classe trabalhadora, desmontar o Estado, entregar as empresas estatais e as riquezas naturais do país, devastar as terras indígenas para entregá-las à sanha de mineradoras e agronegócio. Para tudo isso, Bolsonaro conta com apoio e votos da maioria do Congresso Nacional, do STF, da Rede Globo, Folha SP e da grande mídia. O que está em curso, portanto, é um projeto de destruição nacional para subordinar o país atender aos interesses do capital financeiro e dos Estados Unidos.

Vote (e lute) CONTRA A INSEGURANÇA E A VIOLÊNCIA!

Vote (e lute) CONTRA A INSEGURANÇA E A VIOLÊNCIA!

No Brasil, segundo o IPEA, são mortos anualmente mais de 60 mil pessoas pela violência. Uma maioria de 56% dos óbitos são de homens jovens (15-19 anos), sendo que um negro tem 2,5 vezes mais chance de ser morto do que um não negro.

Intersindical participa do Fórum Social Mundial 2018 | INTERSINDICAL

Intersindical participa do Fórum Social Mundial 2018

Salvador (BA) foi território do Fórum Social Mundial -2018, entre os dias 13 e 17 de março, 17 anos após sua primeira edição em Porto Alegre. Foram milhares de militantes sociais e ativistas de várias partes do mundo que se reuniram na capital baiana com a perspectiva de levar adiante a “semente transformadora” do FSM.

Amauri Soares: A munição que matou Marielle | INTERSINDICAL

Amauri Soares | A munição que matou Marielle

Como dizia, “um” policial não pode desviar sozinho tantas munições. Falo porque trabalhei com isso. Tem um conjunto de procedimentos exigidos para se movimentar ou usar munições, mesmo que para instrução, e sua posterior descarga (devolução das cápsulas vazias ao local de origem). Munições transportadas pelos Correios? Quem autorizou isso é co-responsável por todas as mortes que tais munições causaram!

O Martírio de Marielle Franco | INTERSINDICAL

O Martírio de Marielle

A execução na última quarta-feira (14) da vereadora do PSOL no Rio de Janeiro, Marielle Franco deu início a uma comoção nacional sem precedentes na história recente do país. Não por acaso seu martírio – consequência do seu compromisso com a luta e a dignidade das mulheres negras e do povo das periferias cariocas – despertou milhares de pessoas em uma onda de manifestações que tomou o Brasil no dia 15.

Nota pelo assassinato de Marielle Franco | INTERSINDICAL

Nota de protesto contra o assassinato de Marielle Franco

Marielle Franco foi assassinada por mais um ato de violência e extermínio que corresponde ao cotidiano da população negra e lutadora no Brasil. Cotidiano, que Marielle, como militante feminista, negra, socialista e moradora da periferia conhecia bem e lutava para transformar.