jair bolsonaro

Ampliar a Unidade pelos Direitos

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora, desde sua fundação busca fazer todos os esforços pela unidade em defesa dos direitos,

Lockdown da Classe Trabalhadora

Ampla mobilização nacional em defesa do lockdown com auxílio emergencial de 600 reais, vacinação e o fim do governo de

Os R$ 600 e a brecha em meio ao pesadelo

Ao propor o corte do Auxílio Emergencial pela metade, Bolsonaro abre à esquerda uma chance preciosa de mobilização e educação política. As eleições municipais podem ampliá-la. Mas nada garante, no momento, que será aproveitada.

decreto 10530 SUS bolsonaro guedes

Decreto de Bolsonaro ataca o SUS e as unidades básicas de saúde

O Governo Bolsonaro aprofunda os ataques ao Sistema Único de Saúde. Nesta semana foi publicado o Decreto 10.530 que prevê a privatização de unidades básicas de saúde e a retirada do poder de decisão dos órgãos do SUS e do próprio Ministério da Saúde, transferindo essa política para as mãos de Guedes no Ministério da Economia.

dependentes de profissionais de saúde

Bolsonaro veta indenização aos dependentes do profissional de saúde morto ou que ficaram incapacitados por causa da Covid-19

A edição desta terça-feira (4) do Diário Oficial da União – DOU traz mais uma “pérola” do Governo Bolsonaro. Como se não bastasse o descaso com o enfrentamento da pandemia de Covid-19 e com a vida da população brasileira, o governo federal vetou até mesmo o direito à indenização para dependentes de profissionais de saúde que venham a óbito ou fiquem incapacitados em decorrência do vírus.

Porque somos contra o retorno das aulas presenciais

É simplesmente absurda a projeção, feita por diversos governadores estaduais, de datas para o retorno das aulas nas escolas públicas e privadas – nesse caso, sob a pressão de donos de escolas, ávidos para manter o pagamento de mensalidades escolares, via de regra exorbitantes, em dia.

Bolsonaro no Tribunal de Haia por crime contra a humanidade

Em pouco mais de um ano como principal Chefe de Estado do Brasil, o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, vem tomando diversas atitudes irresponsáveis. Agora, diante da pandemia da Covid-19, as ações e omissões de Bolsonaro estão colocando a vida da população do país em risco.

Única saída da crise é o fechamento do câmbio

A única medida razoável que pode ser adotada em face da crise cambial é o fechamento do câmbio. Nenhum dólar das reservas, por nenhuma razão, deve sair do país enquanto a crise durar.

pib não cresce pibinho

PIB não cresce e bancos lucram como nunca

O PIB de 2019 cresceu 1,1%, segundo o IBGE. No mesmo ano os 4 maiores bancos do país aumentam seus lucros em 13%. Não há dúvida que a estagnação econômica é um projeto e não um problema para o governo.

derrotar bolsonaro

Ocupar as ruas em defesa dos direitos, da democracia e para derrotar Bolsonaro

O governo de Jair Bolsonaro atua para destruir os direitos da classe trabalhadora, desmontar o Estado, entregar as empresas estatais e as riquezas naturais do país, devastar as terras indígenas para entregá-las à sanha de mineradoras e agronegócio. Para tudo isso, Bolsonaro conta com apoio e votos da maioria do Congresso Nacional, do STF, da Rede Globo, Folha SP e da grande mídia. O que está em curso, portanto, é um projeto de destruição nacional para subordinar o país atender aos interesses do capital financeiro e dos Estados Unidos.

Exigimos providências

Exigimos providências para resguardar o Estado de Direito

Na noite desta terça feira de carnaval, 25 de fevereiro, a sociedade brasileira recebeu com espanto a notícia de que o Presidente da República, eleito democraticamente pelo voto em outubro de 2018, assim como governadores, deputados e senadores, disparou em seu Whatsapp convocatória para uma manifestação contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal a ser realizada em todo país no dia 15 de março próximo.

AI-5 nunca mais: Centrais repudiam declarações de Eduardo Bolsonaro

O movimento sindical brasileiro repudia as declarações ameaçadoras do líder do governo Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), em que advoga um novo AI-5 para reprimir as forças do campo democrático, popular e as lutas sociais. A fala covarde e irresponsável do filho do Presidente da República é mais uma “cortina de fumaça” utilizada pra tentar abafar as relações nada republicanas da família Bolsonaro com as milícias.

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CONJUNTURA EM MOVIMENTO #1: Que governo é esse?

Com o objetivo de analisar a conjuntura elaboramos uma série de artigos sobre o momento atual e as tarefas prioritárias da classe trabalhadora. Neste primeiro texto é apresentada uma proposta de caracterização do atual governo.

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A Bolsonaro, todo nosso asco e desprezo

O sujeito que ocupa a cadeira da Presidência da República mais uma vez fez apologia à ditadura militar, à tortura e ao assassinato de dissidentes políticos. Para atacar o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Bolsonaro disse que sabia como havia morrido seu pai, desaparecido pelo regime militar em 1974.

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A quem interessa aumentar a desigualdade?

O Brasil discute uma reforma da previdência que tende a aumentar desigualdades, embora sua propaganda aluda ao combate de privilégios. O país também se prepara para…

Economistas contra o fim da aposentadoria e da previdência pública

Nós, entidades e economistas de diversas formações teóricas e políticas e diferentes especialidades, viemos por meio desse manifesto defender a Previdência Social e seu regime de repartição, nos posicionar contrários à Proposta de Emenda Constitucional 6/2019 (PEC 6).

A Previdência que queremos!

Cinco medidas econômicas para financiar a Previdência Social e esquecer a “Deforma” do governo

A Frente Povo Sem Medo (PSM), que reúne organizações políticas, sindicatos e movimentos sociais, lançou o documento “A Previdência que queremos: pelo respeito ao pacto social de 1988”, em evento no Dieese, na semana passada. Para a PSM, a reforma proposta pelo governo Bolsonaro é “destrói o modelo de sociedade pactuado ao longo do processo de redemocratização”.

Sem política de valorização, salário mínimo seria de R$572

Sem política de valorização, salário mínimo seria de R$572

O governo Bolsonaro confirmou que vai dar fim à política de valorização do salário mínimo, o que significa reajustes apenas pela inflação acumulada. A principal justificativa do governo é o impacto sobre as contas da Previdência Social.

salario-minimo-bolsonaro

Fim da valorização do salário mínimo: 48 milhões de pessoas são duramente atingidas

Segundo o Dieese, sem o repasse da variação do PIB e apenas com a reposição da inflação, como propõe agora Jair Bolsonaro, o valor atual do salário mínimo seria de R$ 573,00. Atualmente, cerca de 48 milhões de pessoas recebem remuneração correspondente ao salário mínimo, como assalariados, aposentados e pensionistas, trabalhadores por conta-própria, domésticos.

MP 873: novo AI-5 ou factóide pra nos tirar da pauta da aposentadoria e chantagear o movimento?

O governo Bolsonaro editou a Medida Provisória 873 que impede qualquer forma de custeio da atividade sindical no país. Trata-se de flagrante agressão a Constituição de 1988, que em seu artigo 8º, IV, é categórica: “a assembleia geral fixará a contribuição que, em se tratando de categoria profissional, será descontada em folha, para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva, independentemente da contribuição prevista em lei”.

Luta contra Reforma da Previdência vai exigir um amplo diálogo com o povo

Luta contra Reforma da Previdência vai exigir um amplo diálogo com o povo

O texto confirma o estabelecimento de idade mínima, aumento no tempo de contribuição e mudança no cálculo do benefício, além de prever a mudança do atual sistema para a capitalização individual. Enquanto isso, a Praça da Sé, no centro de São Paulo, reuniu milhares de trabalhadores para marcar o início da luta em defesa da Previdência pública e contra a reforma de Bolsonaro.

Reforma da Previdência: projeto de Bolsonaro é pior do que Temer

Reforma da Previdência: projeto de Bolsonaro é pior do que Temer; trabalhadores barraram o primeiro e vão barrar o segundo!

Com o anúncio do secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, na tarde desta quinta-feira (14), a Reforma da Previdência do governo Bolsonaro e Paulo Guedes começa a ganhar forma. Marinho confirmou que o governo quer acabar com a aposentadoria por tempo de contribuição e passar a exigir idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres. O secretário ainda anunciou um tempo de transição de dez a doze anos.

Conversar, unir e mobilizar o povo em defesa da aposentadoria e da previdência pública!

Conversar, unir e mobilizar o povo em defesa da aposentadoria e da previdência pública!

O governo da extrema direita quer excluir de vez os trabalhadores mais empobrecidos elevando ainda mais o tempo de contribuição para o acesso à aposentadoria. Atualmente, já é muito difícil comprovar os 15 exigidos, dado a alternância que milhões de pessoas são submetidas, de longos períodos sem emprego formal e alguns curtos momentos de trabalho com carteira assinada.

Fracasso de Temer joga Reforma da Previdência no colo de Bolsonaro

Fracasso de Temer joga Reforma da Previdência no colo de Bolsonaro

Mas um dos destaques da “ponte para o futuro” ficou para trás. Temer não conseguiu apoio social e parlamentar para aprovar a Reforma da Previdência Social nestes dois anos e meio. A tarefa – ingrata, devido à rejeição popular – foi repassada a seu sucessor Jair Bolsonaro e agora volta ao centro do debate nacional. Até o momento, o presidente eleito e sua equipe não definiram uma proposta definitiva de Reforma da Previdência, mas mostram alinhamento ao projeto de Temer e acenam para modelos mais drásticos, como o chileno, de privatização da aposentadoria.

Bolsonaro fim ministério do trabalho

Onyx Lorenzoni reafirma que Bolsonaro quer acabar com Ministério do Trabalho

O governo Bolsonaro recuou do recuo. No início de novembro, o ex-capitão anunciou que extinguiria o Ministério do Trabalho. Na metade do mês, voltou atrás. Agora, o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni anuncia que o Ministério do Trabalho será eliminado e suas atribuições serão divididas entre em três pastas: Economia, Justiça e Segurança Pública e Cidadania.

14º CONSINAI debate os desafios dos trabalhadores no próximo governo

14º CONSINAI debate os desafios dos trabalhadores para o próximo governo

Acontece desde esta quinta-feira (22) o 14º CONSINAI, o Congresso do SINAI-RN (Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do Rio Grande do Norte), na cidade de Mossoró. O tema desta edição é tem “O Estado e as Reformas, para que e para quem”. O Congresso segue até sábado (24).

Entidades ligadas à justiça trabalhista repudiam fim de Ministério do Trabalho

De acordo com as entidades, “sob o comando do Ministério do Trabalho, o Brasil modernizou e equilibrou as relações de trabalho em sua transição de uma economia eminentemente agrícola para a industrial, possibilitando o desenvolvimento econômico conjugado com estratégias de proteção física e mental dos trabalhadores.”

Neoliberalismo, distopias e Bolsonaro

Por Leda Paulani | Imagem: Alex Andreev | em Outras Palavras A eleição de Jair Bolsonaro para a presidência da república do Brasil

Frentes indicam o caminho da resistência

Vivemos um processo eleitoral totalmente atípico. Desde o encerramento do período militar não tínhamos a prisão política de um líder, como a de Luiz Inácio Lula da Silva, injustamente condenado, e que teve sua candidatura impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Um processo em que forças que atuavam, até então, nos porões do país, emergiram a disputa presidencial provocando uma grande onda de ódio e violência contra o povo brasileiro.

Nota de apoio à Amelinha Teles e sua filha, Janaina Teles | Intersindical

Nota de apoio à Amelinha Teles e sua filha, Janaina Teles

Nós, familiares de mortos e desaparecidos políticos, defensores de direitos humanos, organizações e entidades abaixo-assinadas, nos solidarizamos com Amelinha Teles, ex-presa política e histórica defensora de direitos humanos e sua filha Janaína Teles, historiadora e defensora de direitos humanos. Ambas vêm sendo alvo de uma onda de ataques nas redes sociais.

Não adianta pedir perdão daqui há 50 anos

Não adianta pedir perdão daqui a 50 anos

Ninguém poderá dizer que não sabia. É ditadura, é tortura, é eliminação física de qualquer oposição, é entrega do país, é domínio estrangeiro, é reino do grande capital, é esmagamento do povo. É censura, é fim de direitos, é licença para sair matando.

Virada Democrática amanhã, às 17h, no Largo da Batata!

Virada Democrática amanhã, às 17h, no Largo da Batata!

Convocamos o povo brasileiro à VIRADA DEMOCRÁTICA diante da ameaça fascista representada na candidatura Bolsonaro. O desprezo de Jair Bolsonaro pela democracia não consta somente no seu passado, mas é expresso cotidianamente por sua campanha que defende abertamente um projeto autoritário e excludente, prevendo até mesmo a eliminação física dos seus opositores.

Ameaças criminosas de Bolsonaro não vão nos intimidar!

As Frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular que reúnem mais de uma centena de movimentos sociais brasileiros repudiam com veemência mais uma declaração criminosa do deputado Bolsonaro, candidato da extrema direita à presidência.

Repúdio às manifestações que afrontam o Estado Democrático de Direito

Nota de repúdio às manifestações que afrontam o Estado Democrático de Direito

A democracia vem sendo frontalmente ameaçada no processo eleitoral para a Presidência da República! Não bastasse o escândalo das doações ilegais efetuadas por empresas para espalhar informações falsas (fake news), o candidato da extrema-direita e seus aliados atacam a população e as instituições que asseguram o Estado Democrático de Direito.