hugo cavalcanti melo filho

Aviso aos patrões: força maior não autoriza dispensa de empregados ou redução salarial; acordo individual não pode reduzir salário.

O que leva à adoção desse arranjo institucional, afrontoso à Constituição e aviltante para uma passiva Corte Suprema? A resposta é dada pelo juiz do trabalho Hugo Cavalcanti Melo Filho.

O juiz do Trabalho, Hugo Melo, demonstrou aos participantes do 2º Congresso Nacional da Intersindical a catástrofe que a Reforma da Previdência significará ao povo brasileiro e as estratégias que o governo tem usado para acabar com a aposentadoria pública.

O Juiz do Trabalho Hugo Cavalcanti de Melo representou o Brasil na mesa sobre a conjuntura latino-americana do mundo trabalho no Seminário Internacional da Intersindical, nesta quinta-feira (14).

A presença militar no Supremo Tribunal Federal é percebida por todos, aceita e comemorada por muitos e vem sendo naturalizada, para o estarrecimento de alguns.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) alertou sobre as recentes demissões em massa na universidade Estácio de Sá e na Rede D’Or de hospitais durante audiência pública no Senado Federal.

Os esforços levados a efeito, nos últimos anos, para a promoção dos direitos humanos no Brasil vinham merecendo reconhecimento internacional, como, por exemplo, o combate ao trabalho escravo, ainda que não se desconsiderem os variados problemas nesse campo que ainda se faziam sentir.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora manifesta sua total e irrestrita solidariedade ao Juiz do Trabalho Hugo Cavalcanti Melo Filho diante da evidente ação de perseguição vinda do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A salvaguarda dos interesses empresariais é o princípio norteador da proposta, que ocupará posição mais relevante do que o princípio da proteção ao trabalhador, que sempre presidiu o Direito do Trabalho. Tudo isso sem discussão com a sociedade, em regime de urgência – aprovado na semana passada em descarada manobra na Câmara.