eleições 2018

O Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina está processando as lojas Havan e seu proprietário, Luciano Hang, em, pelo menos, R$ 25 milhões por dano moral coletivo por intimidar seus empregados a votarem em Jair Bolsonaro na eleição presidencial.

RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA ampla, plural e unitária. Por democracia e direitos; Aposentadoria une o povo. Barrar a entrega da previdência.

A vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018 sinaliza para um novo momento da vida política do país. Devemos extrair lições e nos organizar para os desafios que se avizinham.

A maior proeza de Jair Bolsonaro não foi ter vencido as eleições. Foi ter imposto sua agenda para toda a disputa. E esse – contraditoriamente – pode ser seu calcanhar de Aquiles no governo.

Vivemos um processo eleitoral totalmente atípico. Desde o encerramento do período militar não tínhamos a prisão política de um líder, como a de Luiz Inácio Lula da Silva, injustamente condenado, e que teve sua candidatura impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Um processo em que forças que atuavam, até então, nos porões do país, emergiram a disputa presidencial provocando uma grande onda de ódio e violência contra o povo brasileiro.

Seu programa fala em criar uma carteira de trabalho ‘verde e amarela’ para permitir ao ingressante no mercado negociar individualmente os termos de sua contratação, com menos direitos e à parte da CLT.

Nós, familiares de mortos e desaparecidos políticos, defensores de direitos humanos, organizações e entidades abaixo-assinadas, nos solidarizamos com Amelinha Teles, ex-presa política e histórica defensora de direitos humanos e sua filha Janaína Teles, historiadora e defensora de direitos humanos. Ambas vêm sendo alvo de uma onda de ataques nas redes sociais.

Ninguém poderá dizer que não sabia. É ditadura, é tortura, é eliminação física de qualquer oposição, é entrega do país, é domínio estrangeiro, é reino do grande capital, é esmagamento do povo. É censura, é fim de direitos, é licença para sair matando.

Convocamos o povo brasileiro à VIRADA DEMOCRÁTICA diante da ameaça fascista representada na candidatura Bolsonaro. O desprezo de Jair Bolsonaro pela democracia não consta somente no seu passado, mas é expresso cotidianamente por sua campanha que defende abertamente um projeto autoritário e excludente, prevendo até mesmo a eliminação física dos seus opositores.

As Frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular que reúnem mais de uma centena de movimentos sociais brasileiros repudiam com veemência mais uma declaração criminosa do deputado Bolsonaro, candidato da extrema direita à presidência.

As entidades signatárias abaixo nominadas, representativas da sociedade civil organizada, no campo do Direito e das instituições sociais, por seus respectivos Representantes, ao largo de quaisquer cores partidárias ou correntes ideológicas, considerando os inquietantes episódios descortinados nos últimos dias, nas ruas e nas redes sociais, ao ensejo do processo eleitoral, de agressões verbais e físicas – algumas fatais – em detrimento de indivíduos, minorias e grupos sociais, a revelar crescente desprestígio dos valores humanistas e democráticos que inspiram nossa Constituição cidadã, fiadores da convivência civilizada e do exercício da cidadania, vêm a público.

A democracia vem sendo frontalmente ameaçada no processo eleitoral para a Presidência da República! Não bastasse o escândalo das doações ilegais efetuadas por empresas para espalhar informações falsas (fake news), o candidato da extrema-direita e seus aliados atacam a população e as instituições que asseguram o Estado Democrático de Direito.

Só não vê quem não quer: Bolsonaro é corrupto mentiroso e covarde, porque, além de tudo, foge dos debates! Bolsonaro é candidato por um simples motivo: é o fascista útil para os poderosos e os Estados Unidos vencerem as eleições e fazer do Brasil uma terra arrasada.

O processo eleitoral pelo qual passa o Brasil de hoje assume duas marcas fundamentais. Por um lado, tornou-se uma fábrica de mentiras, pelas denominadas “fake news”, que junto com um esquema forte de comunicação digital (e ao que tudo indica, também ilegal – ver denúncia aqui) levou o candidato Jair Bolsonaro a quase ganhar as eleições no primeiro turno.

Levantamento preliminar do DIAP identificou crescimento, na Câmara dos Deputados, da chamada “bancada de parentes”.

Em defesa da democracia e dos direitos! Há dias que ficam para a história. O próximo sábado, 20 de outubro, será um deles. Neste dia, através de uma grande mobilização nacional, o povo irá manifestar seu amor pelo Brasil, por essa pátria tão forte quanto diversa. Vamos levantar nossas vozes, em cada cidade, para rechaçar os ataques e ameaças à nossa democracia e aos nossos direitos políticos e sociais.

Leia abaixo a petição contra Bolsonaro, o vídeo alertando e a reportagem sobre a fake news do Kit Gay. Não se esqueça de assinar a petição online.

A classe trabalhadora e o Brasil estão diante da maior ameaça aos direitos sociais e às liberdades democráticas estabelecidas na Constituição de 1988. No segundo turno das eleições presidenciais, estão em disputa dois projetos antagônicos: a democracia e os direitos contra a barbárie e a violência contra milhões de mulheres e homens.

Na tarde desta quarta-feira, 10, a Intersindical e demais centrais sindicais se encontraram em uma coletiva de imprensa para declarar apoio ao candidato Fernando Haddad, em defesa da democracia, dos direitos trabalhistas e do povo brasileiro.

Empresa enviou e-mail a empregados conclamando para votarem em determinado candidato à Presidência.

Tabacos Ditália firmou TAC com o MPT em Santa Cruz do Sul, após denúncia enviada com vídeo compartilhado em redes sociais.

Diversas vezes durante a campanha presidencial, o candidato Jair Bolsonaro foi taxativo ao defender a destruição dos direitos trabalhistas, afirmando que o trabalhador brasileiro vai ter que escolher entre ter empregos ou ter direitos.

Símbolo do novo pacto social após a queda da ditadura, a Carta consagrou direitos sociais e trabalhistas do povo brasileiro. Mais que isso, significou o desejo de democracia e liberdades políticas do povo brasileiro.

A Reforma Trabalhista aumentou a informalidade e fez explodir a precarização do trabalho.

A lista de compras das famílias brasileiras, a cada dia, se torna mais curta. As necessidades básicas não cabem no salário, e a maioria do povo aperta os cintos. 

Na próxima sexta-feira (05/10), a Constituição Federal de 1988 completa 30 anos. Símbolo do novo pacto social após a queda da ditadura civil-militar, a Carta consagrou direitos sociais e trabalhistas do povo brasileiro.

Na próxima sexta-feira (05/10), a Constituição Federal de 1988 completa 30 anos. Símbolo do novo pacto social após a queda da ditadura.

Como a relação entre fome e miséria é direta, pesquisadores indicam que o Brasil deve voltar a figurar no triste Mapa da Fome da ONU, do qual saiu em 2014.

Importante e oportuno documentos de setores das Igreja Católica e Evangélicas que compreendem o tamanho do problema que vivenciamos.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) divulgou, nesta segunda-feira (1°), nota pública para alertar as empresas e a sociedade de que é proibida a imposição, coação ou direcionamento nas escolhas políticas dos empregados. O objetivo é garantir o respeito e a proteção à intimidade e à liberdade do cidadão-trabalhador no processo eleitoral, no ambiente de trabalho.

No Brasil, segundo o IPEA, são mortos anualmente mais de 60 mil pessoas pela violência. Uma maioria de 56% dos óbitos são de homens jovens (15-19 anos), sendo que um negro tem 2,5 vezes mais chance de ser morto do que um não negro.

O fascismo é a natureza política do golpe, e ele envolve uma série de instituições contra a democracia. O perigoso cenário eleitoral é resultado da atuação dessas entidades ao longo dos últimos anos.

“Considerado desastroso para o país um 13º mês de salário”. Esta foi a manchete de capa do jornal O Globo em 26 de abril de 1962 em um dos últimos atos de desespero da família Marinho e do grande empresariado contra a gratificação de natal ao trabalhador, que seria instituída pelo presidente João Goulart três meses depois.

A fala do general Mourão contra direitos trabalhistas revela o que está por traz da candidatura de Bolsonaro: uma candidatura antissocial que deve ser repudiada por toda a classe trabalhadora brasileira!

#EleNão, pela luta histórica e cotidiana das mulheres! #EleNão, por ser machista! #EleNão, por ser lesbofóbico! #EleNão, por ser racista! #EleNão, por apoiar torturadores! #EleNão, por querer o retrocesso de nossa limitada democracia!

Dirigentes Sindicais e diversos Lutadores Sociais entregaram na noite desta segunda-feira (24) um manifesto de apoio ao candidato à Presidência da República, Guilherme Boulos.

O governo golpista veio para raspar o tacho. Se o tucano Fernando Henrique entregou a Telebras, a Companhia Vale do Rio Doce e parte do setor elétrico, Michel Temer e companhia querem se desfazer de tudo o que nos resta.

Nós, sindicalistas brasileiros, das mais variadas tendências, que apoiamos candidatos de diversos partidos na próxima eleição presidencial, repudiamos o candidato Jair Bolsonaro.

A maioria do povo brasileiro sofre os efeitos perversos da atuação dos bancos e do capital financeiro na economia. Um exemplo é a taxa de juros praticada no país, que funciona como um Robin Hood ao contrário, pois tira dos pobres e da classe média para engordar as fortunas de banqueiros, grandes empresários e rentistas.

Apenas 32,7% das crianças de zero a três anos estão matriculadas em creches no Brasil. Isso significa que 6,8 milhões (62,3%) de crianças estão fora da educação infantil. Parte desse número é resultado de escolhas das mães e pais. No entanto, cerca de um terço não frequenta creche por falta de vaga ou por estarem em localidades distantes. Aumentando a faixa etária, de 4 a 5 anos, temos 8,3% de crianças fora da escola.

Após serem erradicadas na década de 1990, sarampo, pólio, rubéola e difteria voltaram ao Brasil. Estas doenças retornaram após 2016 e ao corte de recursos para a vacinação do governo golpista de Michel Temer (PMDB) e do ministro Ricardo Barros (PP).

No Brasil, há mais casa sem gente do que gente casa. São 6,9 milhões de imóveis vagos, que poderiam estar ocupados, contra um déficit habitacional de 6,3 milhões.

Quem votou não volta, seja para o executivo ou o legislativo. Por outro lado, chamamos as trabalhadoras e trabalhadores a votar e se engajar ativamente nas candidaturas de Boulos e Guajajara para presidência da República bem como as candidaturas de luta de nossa coligação. Vamos sem medo de lutar!

Segundo o IBGE, ao longo do ano passado, 1,2 milhão de famílias brasileiras passaram a cozinhar com lenha e carvão. Isso acontece devido à mudança na política de preços da Petrobras, que encareceu o botijão de gás em quase 20%, na média nacional.

Falta trabalho para 27,6 milhões de brasileiros e brasileiras. São trabalhadores desempregados (13 milhões), subocupados (que trabalham menos do que poderiam e gostariam) e desalentados (que desistiram de procurar emprego).

Em todas essas votações elencadas pelo DIAP, o presidenciável Jair Bolsonaro foi incoerente com que hoje propõe como candidato ao Palácio do Planalto. Isto é, ele votou contra os interesses do povo e dos trabalhadores na Câmara dos Deputados.

A PEC do Fim do Mundo (atual Emenda Constitucional nº 95) foi aprovada no final de 2016, logo após o golpe que colocou Michel Temer no poder. O mundo ainda não acabou, mas, nesse ritmo, as políticas públicas no Brasil estão próximas do fim. O terrível incêndio do Museu Nacional é o retrato mais simbólico dessa terra arrasada.

A imprensa repercutiu manifestações do candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, que, em campanha no interior de São Paulo, teria se referido à atuação do Ministério Público do Trabalho (MPT) como um entrave ao desenvolvimento econômico do país.

Mais de 27 milhões de pessoas amargam o drama do desemprego ou a humilhação de só encontrar bico pra sobreviver.