educação

O prefeito de Osasco está obrigado a abrir edital para concurso público.

É simplesmente absurda a projeção, feita por diversos governadores estaduais, de datas para o retorno das aulas nas escolas públicas e privadas – nesse caso, sob a pressão de donos de escolas, ávidos para manter o pagamento de mensalidades escolares, via de regra exorbitantes, em dia.

No dia 31 de dezembro de 2020 acaba a vigência do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), sem ele a maior parte dos municípios brasileiros não terão como honrar a folha de pagamento dos profissionais da educação.

O retorno às aulas presenciais deve ser precedido de um conjunto de ações que vise assegurar a saúde dos trabalhadores e trabalhadoras da educação e da comunidade escolar.

A Intersindical REPUDIA a Medida Provisória 979/2020 (MP 979/20), que trata da escolha de reitores e reitoras das Universidades, Institutos Federais e CEFET. A Medida Provisória determina que “não haverá processo de consulta à comunidade, escolar ou acadêmica, ou a formação de lista tríplice para a escolha de dirigentes das instituições federais de ensino durante o período de emergência de saúde pública de importância internacional decorrente da pandemia da COVID-19”.

O ano de 2020 começa em alta temperatura no seio de nossa categoria. O aprofundamento dos ataques ao serviço público praticados por Bolsonaro, e acompanhado pelos governos estaduais e municipais, impõem ainda mais organização, resistência e luta de nossa categoria.

Adequação salarial dos professores era uma das promessas de campanha do governador Helder Barbalho.

Manifestações contra os cortes para a educação e o fim da aposentadoria ocorreram em centenas de cidades brasileiras. Milhões de estudantes e trabalhadores deram um recado forte ao Governo Bolsonaro e ao Congresso, mostrando que os retrocessos sociais não serão tolerados!

Hoje, terça-feira (13), 18h, na Estação da Cidadania, Av. Ana Costa, 340, em Santos/SP

Oposição à reforma da Previdência também está em pauta. Por volta das 9h, manifestantes começaram a interditar a avenida 13 de maio.

Novo Tsunami previsto acontecerá terça-feira (13) em defesa da aposentadoria e da educação Dia Nacional de Mobilizações, Paralisações e Greves contra a Reforma da Previdência e em Defesa da Educação LOCAIS CONFIRMADOS ATÉ O MOMENTO: [wd_hustle id=”social-icons-fim-de-texto” type=”social_sharing”]

Por 370 votos a favor, 124 contra e 1 abstenção, traidores do povo conseguiram aprovar a Reforma da Previdência em segundo turno na Câmara dos Deputados. O texto-base da PEC 06/19, proposto por Jair Bolsonaro, foi aprovado na calada da noite sob pressão da base governista para que as discussões se encerrassem.

No dia 13 de Agosto (13A) a Confederação Nacional da Educação (CNTE), as centrais sindicais e a União Nacional dos Estudantes (UNE) estão convocando mais um TSUNAMI de manifestações de rua, a exemplo das que ocorreram nos dias 15 e 30 de maio deste ano, contra o ataques à educação e à Previdência feitos pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) e Paulo Guedes, o ministro dos banqueiros.

Em poucas palavras, querem que os professores e reitores busquem na iniciativa privada os recursos necessários para realizarem suas atividades de pesquisa, ensino e extensão. Ou seja, diminui o financiamento do MEC e aumenta a participação do empresariado.

OS FINANCISTAS DO MEC apresentaram hoje pela manhã o projeto Future-se, que busca alterar radicalmente o ordenamento jurídico, patrimonial, pedagógico, trabalhista e o papel social das Universidades públicas. Toda a apresentação tinha o figurino de encontro de negócios espertos.

Os servidores públicos entraram em greve no Paraná em resposta ao programa de arrocho salarial contra a categoria promovido pelo governador Ratinho Jr. qual é o contexto da deflagração da greve?

O estudante de economia da Universidade de São Paulo (USP), Iago Montalvão, 26 anos, candidato da União da Juventude Socialista (UJS) à presidência da União Nacional dos Estudantes (UNE), era uma das lideranças que tentava entrar nesta quarta-feira (10) na Câmara dos Deputados a fim de acompanhar de perto a votação da proposta de reforma da Previdência. 

Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) tem expectativa alta para Greve Geral.

As representações estudantis reforçaram a unidade da juventude com a pauta da defesa da Previdência Pública e irão se somar nas ações de mobilização da Greve Geral.

Resolvi escrever sobre esse tema muito motivada pelas recentes grandes manifestações de 15 de Maio. Convocado pelo movimento sindical da educação, as manifestações levaram milhares de estudantes, educadores e demais trabalhadores às ruas em contraposição aos cortes no financiamento da educação anunciados pelo Governo Federal.

As ruas do Brasil foram ontem, dia 30,  novamente tomadas por milhares e milhares de pessoas contra os cortes de Bolsonaro na educação e na ciência. Nas mais diversas cidades do país, o que se viu foi muita disposição da juventude, grande maioria das manifestações, para fazer o governo recuar dos cortes e mudar a política adotada pelo MEC nos últimos meses.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora se coloca o desafio de buscar contribuir nesse processo de reorganização dos instrumentos de luta daqueles/as que vivem do seu próprio trabalho.

Da construção do inimigo, o marxismo cultural e a Universidade, à trapaça olavista; da criação de porcos ao marxismo.

No próximo dia 30 de maio a juventude e os diversos setores da classe trabalhadora tomam, novamente, as ruas do Brasil para demonstrar sua disposição de defender a educação pública, sem cortes e sem censura, e de se somar na luta da classe trabalhadora em defesa da previdência pública e solidária.

Na manhã desta quarta-feira, 15, uma multidão tomou as ruas do centro de Belém (PA) em luta contra os cortes de verbas do ensino superior e da educação básica anunciados por Jair Bolsonaro e seu ministro marionete Abraham Weintraub.

Nas regiões de Campinas, Osasco e Barueri, os trabalhadores também aderiram em peso ao dia nacional de luta em defesa da aposentadoria e da educação pública.

Uma grande multidão tomou a avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste 15 de maio. O traço marcante da imensa manifestação foi a unidade entre estudantes, professores, pais de alunos e milhares de trabalhadores de outras categorias.

Protestos aconteceram em mais de 200 cidades no País. Ato também reforçou convocação para greve geral do dia 14 de junho.

No Dia Nacional de Paralisação em Defesa da Educação Pública, a cidade de Juazeiro do Norte-CE foi palco de uma das maiores manifestações realizadas na história do Cariri Cearense.

O Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort) e a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora se somam hoje a várias outras centrais, sindicatos, Frente Povo Sem Medo.

Nas primeiras manifestações de junho de 2013 eu saí com nossos colegas da UFRGS para o centro de Porto Alegre. Fui com minha bandeira do PSOL. Assim que cheguei na Esquina Democrática vários jovens começaram a gritar comigo: sem partido! Sem partido! Sem Partido! Na mesma hora fiz um comício.

O Brasil foi chacoalhado por milhões de pessoas nesta quarta-feira, Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Aposentadoria e da Educação Pública. Foi histórico. Teve a capacidade de unificar a classe trabalhadora, em particular o pessoal da educação e a juventude em defesa de dois direitos fundamentais: a educação pública e a previdência social.

Uma das muitas falácias que se construíram nos últimos anos é que o governo brasileiro estaria sem dinheiro para pagar suas contas, o que explicaria a necessidade de fazer uma reforma da previdência a toque de caixa, do contrário, os servidores da União poderiam ficar sem receber seus salários já em 2020.

Do pré ao pós doutorado, as escolas vão parar para protestar contra a onda de ataques que a educação tem sofrido do governo Bolsonaro. Ou do movimento que apóia Bolsonaro, pois os ataques já começaram muito antes da eleição do atual governo.

A INTERSINDICAL CENTRAL DA CLASSE TRABALHADORA, em unidade com todas as centrais sindicais e federações de trabalhadores e sindicatos, convoca os profissionais da educação, estudantes e trabalhadores de todos os ramos a mobilizarem contra os cortes na educação, contra o fim da aposentadoria, a privatização das empresas públicas neste 15 de maio. ENTENDA O QUE ESTÁ EM JOGO!

Greve Nacional da Educação, de 15 de maio, ganhará o reforço das centrais sindicais e movimentos populares e o caráter de esquenta rumo à greve geral

Os cortes não serão apenas nos orçamentos das Universidades Federal Fluminense (UFF), da Bahia (UFBA) e de Brasília (UnB). Agora, todas as universidades e institutos federais terão seus orçamentos cortados em 30%.

Os delegados e delegadas do 2º Congresso Nacional da Intersindical Central da Classe Trabalhadora se solidarizam com a companheira Maria Valéria. Recebemos com surpresa a notícia do pedido de prisão da companheira, pleiteado pela Associação de Docentes da UFAL (ADUFAL) e pelo Sindicatos dos trabalhadores da UFAL (SINTUFAL), contra a reitora Maria Valéria e membros da sua gestão.

Conclamamos as entidades e organizações dos(as) trabalhadores(as) e da juventude do campo e da cidade e dos movimentos populares, a construir o FÓRUM SINDICAL, POPULAR E DE JUVENTUDES, POR DIREITOS E LIBERDADES DEMOCRÁTICAS. Nenhum direito a menos!

CAMPANHA SALARIAL 2019 SINTEPP A primeira audiência entre SINTEPP e Governo do Estado ocorreu na manhã do dia 16/01 –, tendo o governo sido representado pela Secretária de Educação, Leila Freire, sua equipe técnica, além da participação da Deputada Marinor Brito (PSOL). A primeira audiência entre SINTEPP e Governo do Estado ocorreu na manhã do …

CAMPANHA SALARIAL 2019 SINTEPP CONCLAMA A CATEGORIA À LUTA! Leia mais »

A Assufrgs Sindicato, em parceria com o ANDES/UFRGS realiza o Seminário Previdência no serviço público e o direito à aposentadoria.

A INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora manifesta sua solidariedade e apoio à luta em defesa da educação pública protagonizada pelos estudantes e professores através de suas entidades e movimentos legítimos na Colômbia.

Apenas 32,7% das crianças de zero a três anos estão matriculadas em creches no Brasil. Isso significa que 6,8 milhões (62,3%) de crianças estão fora da educação infantil. Parte desse número é resultado de escolhas das mães e pais. No entanto, cerca de um terço não frequenta creche por falta de vaga ou por estarem em localidades distantes. Aumentando a faixa etária, de 4 a 5 anos, temos 8,3% de crianças fora da escola.

Atualmente, as camadas mais ricas da população brasileira desferem os mais violentos ataques contra os Serviços Públicos e contra os Direitos da população.

Em meio à neblina cerrada que recai sobre o futuro dos conhecimentos científico, tecnológico, artístico e cultural, provocada pela emenda dita do Teto (declinante) dos Gastos (EC 95/2016), a rigor, emenda da reforma não consentida do Estado, a ponta do iceberg emerge ameaçadoramente.

70% das crianças  de 0 a 3 anos não tem acesso a creche no Brasil, são 7,7 milhões de crianças sem matrícula na educação infantil, segundo o IBGE. Um quadro que prejudica o desenvolvimento escolar posterior destas crianças e afeta a inserção das mães ao mercado de trabalho.

De acordo com a assessoria jurídica do Sintepp, a decisão do STF não analisa o mérito sobre o direito que os servidores do magistério possuem sobre o valor correto do piso.

Nesta terça feira, dia 19/06, em São Paulo, VAMOS debater e propor questões para a Educação! O debate também contará com a participação de Laura Cymbalista, professora e militante da Intersindical. Este e todos os debates serão abertos para quem quiser participar e que acredita na força do povo.

Gian Lopes reafirmou ainda que a terceirização é uma realidade que eles, administradores municipais, não podem abrir mão.

Acompanhe e participe de nossa Agende da Greve do Sintepp: 04 de junho (segunda-feira), 09:00h: Ato Público em Solidariedade à Ocupação da EE Helena Guillon;

Diante da intransigência do donos das escolas privadas, os professores realizaram hoje um dia de greve, paralisando fortemente dezenas de escolas, em uma massiva assembleia que terminou agora, às 16h, em frente à sede do sindicato da categoria, o Sinpro-SP, centenas de professoras e professores decidiram realizar na próxima semana uma nova paralisação para decidir a manutenção da convenção coletiva.

A comissão especial destinada a analisar o projeto de lei (PL 7.180/14), do deputado Erivelton Santana (PEN-BA), conhecido como “Escola Sem Partido”, capitaneada pela bancada evangélica, recebeu na última terça-feira (8) relatório favorável à proposta, em forma de substitutivo.

Temos visto muita coisa errada acontecendo esses dias. O que paralisou a educação foi o descumprimento dos compromissos assumidos pelo prefeito Macarrão.

Os servidores públicos estaduais do Pará, reunidos em assembleia geral unificada, na Escola Superior de Educação Física da UEPA, na manhã desta quarta-feira, 26, e aprovaram greve unificada, a partir de 02.05.

O fascismo não pode ser entendido como experiências históricas europeias isoladas e datadas, mas como uma corrente de pensamento, que de diferentes formas e intensidade, permanece até os nossos dias e disputa a condução da sociedade, cada vez mais próxima e mesclada com o liberalismo. No caso brasileiro, as características do fascismo estão associadas às condições específicas de nosso país, que é herdeiro de uma situação colonial, da escravidão, da dependência econômica, da ausência de uma elite nacionalista e de uma posição subalterna frente ao imperialismo.

Entidades lançam campanha de crowdfunding para a produção de um “Manual de defesa para professores contra a censura”, com previsão de lançamento para junho de 2018.

O governo Dória não conseguiu reunir os 28 votos dos vereadores e o Sampaprev (PL 621) foi retirado da pauta na tarde de ontem, dia 27. Pressionados pela greve histórica e pela presença de mais de 100 mil pessoas em frente à Câmara Municipal, os vereadores da base governista recuaram no intento de estabelecer já o Sampaprev.

Em cima da hora, o governo informou ao MPPA que a reunião seria no mesmo dia e horário, 19/03, às 16h, mas que não seria mais na CODEM e sim no Palácio Antônio Lemos.

Trabalhadores paralisam nesta quarta e quinta-feira; categoria reclama da perda de direitos

No dia 22 de março, o Sintepp realizará o I Encontro de Mulheres do SINTEPP, na E.E Anísio Teixeira, em Belém-PA, com o tema “O protagonismo das mulheres contra a retirada de direitos”.

Os (as) trabalhadores (as) em educação da rede de ensino de Breves, maior município da região do Marajó, ocuparam na tarde de hoje (13) a Câmara Municipal de Vereadores.

A Justiça do Trabalho do Rio suspendeu na noite de quinta-feira (7) as demissões de professores iniciadas pela Estácio esta semana. A universidade vai dispensar 1.200 de seus 10 mil professores em todo o país, sendo 400 deles no estado.

Nota do cantor João Bosco, autor da famosa música ‘O Bêbado e o Equilibrista’, sobre a operação da Polícia Federal ao reitor e professores da Universidade Federal de Minas Gerais.

Medida do prefeito João Dória para encerrar atendimento às crianças de 4 e 5 anos pode contribuir para aumento do trabalho infantil.

Nos últimos dias 9 e 11 de novembro o ANDES (Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior) promoveu uma série de debates, no Rio de Janeiro, sobre a reorganização da classe trabalhadora.

A assembleia geral da rede estadual de ensino, que ocorreu na manhã desta quarta-feira (1), na EE. Cordeiro de Farias, analisou a proposta de acordo apresentada pelo governo Simão Jatene/PSDB durante a audiência de conciliação na tarde de 31.10, no Tribunal de Justiça do Estado (TJE).

31 de outubro – Paralisação estadual: Não há conciliação com retirada de direitos. A luta dos trabalhadores em educação em todo o país têm sido de resistência contra os ataques aos direitos.

O SINTEPP esteve na tarde desta segunda-feira (17) na abertura do XVII Encontro Estadual dos Sem Terrinhas, que ocorre no período de 17 a 19.10, na Universidade Federal do Pará, em Belém, e promove a integração e formação política e social entre crianças dos acampamentos e assentamentos de nosso Estado.

O dia dos professores, comemorado no último domingo (15), foi marcado pela luta pela educação pública de qualidade. No Rio Grande do Sul, a categoria está em greve desde 5 de setembro para reivindicar o pagamento em dia de seus salários.

Nesta terça-feira, 10 de outubro, os técnico-administrativos em educação da UFRGS, UFCSPA e IFRS irão paralisar suas atividades em mais um protesto contra os ataque ao plano de carreira da categoria e contra os cortes de investimentos nas Universidades e Institutos Federais.

O objetivo do grupo será ir além do debate e discussão de estratégias para defender o título de Patrono da Educação de Paulo Freire, que vem sofrendo pressão de grupos conservadores para que seja revogado no Senado Federal.

Jatene entrará para a história como o governador cumpridor de um dos maiores rombos aos cofres públicos do Pará. Em 2015 convenceu a ALEPA, que tem maioria composta por base aliada à sua gestão, a aprovar no apagar das luzes da legislatura daquele ano a extensão da lei que isenta por mais 30 anos para 37 empresas em atuação no Estado. Detalhe: os deputados paraenses aprovaram sem ter noção do valor real que este rombo milionário causará ao Pará.

Técnicos da UFRGS, UFCSPA e IFRS paralisam atividades contra a grave crise das universidades e institutos federais.

Aulas confessionais nas escolas públicas indicam retrocesso, avalia Sintepp. O Sindicato das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará – SINTEPP, vem a público manifestar sua preocupação diante da decisão favorável do Supremo Tribunal Federal – STF sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) 4439, que questiona o modelo de ensino religioso e permite aulas confessionais nas escolas públicas do país

Somando-se as atividades da greve da Rede Estadual, Sintepp realizou nos dias 15 e 16 mais um ciclo de debates sobre a Reforma do Ensino Médio e o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração com as Regionais Marajó, Nordeste I, Oeste e Sudeste.

O ato público de abertura da GREVE, na manhã desta quinta-feira (14), demarcou a posição da categoria, que farta da política mal direcionada do governo Jatene/PSDB para a área da educação, se deslocou ao Seducão onde pretendia audiência com a Secretária de Educação Ana Cláudia Hage. Porém, mesmo sendo antecipadamente informada do movimento paredista, a Secretária de Estado lamentavelmente ignorou o protesto e incumbiu aos seus subordinados a tarefa de atender aos manifestantes.

A assembleia geral da rede estadual de ensino, que ocorreu na manhã de 01.09, na E. E. Cordeiro de Farias, avaliou o andamento da Campanha Salarial 2017 e deliberou pela deflagração da greve a partir do dia 14.09, definindo deste modo sua agenda para o período e demais desdobramentos de construção e organização do movimento paredista.

A Câmara de Campinas ficou lotada na noite desta quinta-feira, 31 de agosto, em ato contra o projeto em tramitação na casa que ataca a atividade do professor e é considerado inconstitucional.

Grito dos Excluídos 2017 – O povo da rua não é lixo! Polícia leva cobertores e materiais de trabalho de quem dorme na rua desde que iniciou a gestão. A população de rua recebe jatos de água na madrugada mais fria do ano. Guarda Civil tenta impedir distribuição de sopa quente para moradores de rua e dependentes químicos no dia seguinte.

31/08 – Paralisação Estadual da educação no Pará. Na luta pelo pagamento do piso salarial! Governo Simão Jatene (PSDB) não cumpre determinação judicial. Piso do magistério é lei, não vamos abrir mão!

Rose Cipriano encarna essa voz. A voz de todos aqueles que denunciam e continuarão denunciando os desmandos políticos nessa cidade.

Sem interesse político de reajustar salários, governo do estado informa que irá recorrer judicialmente para tentar não pagar piso.

Desde 2016, o golpe em curso no Brasil tem mostrado suas garras na devastadora retirada de direitos contra a classe trabalhadora. O Congresso Nacional, o Judiciário, o MPF, tem sido utilizados como instrumentos do grande capital para acelerar o ritmo da precarização da vida dos trabalhadores e trabalhadoras e para perseguir aqueles e aquelas que lutam.

Além do governador, o ex-secretário Francischini, o ex-comandante da PM César Kogut e dois oficiais também eram alvo da ação. Operação policial terminou com 200 feridos.

A comissão especial que analisa mudanças nas regras eleitorais (PEC 77/03) volta a se reunir nesta terça-feira (15) para concluir a votação de mudanças no texto do relator, deputado Vicente Candido (PT-SP). A reunião está marcada para as 14h30, em plenário a definir.

Na tarde de ontem movimentos sociais da cidade de São Paulo ocuparam a Câmara de Vereadores contra os cortes no Passe Livre e os projetos de privatização.

A Intersindical presta todo o apoio aos profissionais de educação da cidade de Duque de Caxias -RJ, que na última quinta-feira (03/08), ocuparam a plenária a Câmara de Vereadores da cidade contra a aprovação de dois Projetos de Lei enviados com regime de urgência pelo Prefeito Washington Reis (PMDB-RJ).

Por volta das 18h de quinta-feira (03/08), os profissionais da educação de Duque de Caxias ocuparam a Câmara Municipal em protesto contra um projeto de lei que tramita em regime de urgência para diminuir os salários dos servidores municipais.

Movimentos populares, sindicais, culturais e vereadores da cidade de São Paulo se organizaram nesta quinta-feira no Galpão do Folias para debater ações conjuntas contra as medidas do Prefeito João Dória (PSDB-SP), cujo objetivo é ampliar as privatizações no município.

As trabalhadoras brasileiras ganhavam, em 2015, 23,6% menos que os trabalhadores. Dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre) divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que, considerando o universo de pessoas ocupadas assalariadas, os homens receberam em média R$2.708,22 e as mulheres R$2.191,59.

Após mais um ano de negociações sem efeito com o governo do estado do Pará para que o piso salarial dos trabalhadores e trabalhadoras em educação da rede estadual de ensino seja cumprido, eles decidiram em assembleia no último dia 26 de abril iniciar um período de greve por tempo indeterminado a partir de 3 de maio. O governo do Estado, no entanto, entrou com ação na Justiça pedindo a ilegalidade da greve, mas não obteve e a greve está mantida!

A greve geral de 28 de abril entrará para a história do país. Um dos marcos é a adesão de centenas de categorias com importância fundamental. Uma demonstração desse contagiante clima que vai tomando a sociedade brasileira é a paralisação dos professores das redes privadas.

Manifestamos nosso repúdio à violência e criminalização da luta legítima dos trabalhadores/as. Dia 30 de março Legislativo e Executivo acionaram força policial com uso de bombas de efeito moral e balas de borracha para reprimir a manifestação.

A construção de uma greve geral nacional tem sido o tema de unidade entre os movimentos social e sindical que compõem as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo diante das medidas tomadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB).

Assembleia da rede municipal de educação de Cotia aprovou por unanimidade paralisação até a próxima sexta-feira (24) e realização de nova assembleia às 9h do mesmo dia, em frente à Prefeitura.

Francamente preocupadas com os rumos que a reforma do ensino médio tem tomado no Estado do Pará, algumas entidades científicas e de classe reuniram-se e decidiram assumir uma posição conjunta para comunicar à sociedade paraense os riscos e prejuízos que podem advir da referida reforma.

A parada estratégia de trabalhadores e trabalhadoras de todo o País em uma série de protestos contra o desmonte da Previdência e contra o extermínio dos direitos trabalhistas ganhou as ruas das principais cidades do Brasil. Mais de um milhão de pessoas integraram os atos convocados pelas Frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, ao lado de centrais sindicais que se uniram para dizer ao governo Temer: não vamos aceitar a retirada de direitos!

Trabalhadoras e trabalhadores da educação, estudantes, a Intersindical e outras entidades sindicais também ocuparam as ruas de Independência (Ceará) neste dia de atos pela greve nacional da educação e contra a Reforma da Previdência e retirada de direitos trabalhistas!

No ato contra a Reforma da Previdência e assembleia da educação municipal de Cotia (SP) que aconteceu neste dia 15, em que estão acontecendo diversas paralisações e greves por todo o Brasil, educadoras e educadores decidiram entrar em greve a partir do dia 22 de março com ampla maioria da aprovação dos presentes!

Teve início na tarde desta quinta-feira (02), o 22º Congresso do Sintepp (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará), na capital Belém (PA).