dia da mulher

No dia 14, nossa concentração para a Marcha será no Pavilhão do Parque da Cidade, a partir das 6h, e o deslocamento ocorrerá sentido à Esplanada dos Ministérios.

Vivas, por Marielle! Em defesa da previdência, da democracia e dos direitos!

Conclamamos as entidades e organizações dos(as) trabalhadores(as) e da juventude do campo e da cidade e dos movimentos populares, a construir o FÓRUM SINDICAL, POPULAR E DE JUVENTUDES, POR DIREITOS E LIBERDADES DEMOCRÁTICAS. Nenhum direito a menos!

#EleNão, pela luta histórica e cotidiana das mulheres! #EleNão, por ser machista! #EleNão, por ser lesbofóbico! #EleNão, por ser racista! #EleNão, por apoiar torturadores! #EleNão, por querer o retrocesso de nossa limitada democracia!

O tema a ser tratado neste artigo é norteado por dados acerca do trabalho feminino nos países da América Latina. A dissociação de gênero para tratar da questão trabalhista na vida do proletariado se faz necessária, em nossa sociedade as mulheres ocupam uma posição hierarquicamente inferior, por meio de princípios patriarcais, a relação de opressão estabelecida para a vida das mulheres denota a importância de atentarmos

A execução na última quarta-feira (14) da vereadora do PSOL no Rio de Janeiro, Marielle Franco deu início a uma comoção nacional sem precedentes na história recente do país. Não por acaso seu martírio – consequência do seu compromisso com a luta e a dignidade das mulheres negras e do povo das periferias cariocas – despertou milhares de pessoas em uma onda de manifestações que tomou o Brasil no dia 15.

Marielle Franco foi assassinada por mais um ato de violência e extermínio que corresponde ao cotidiano da população negra e lutadora no Brasil. Cotidiano, que Marielle, como militante feminista, negra, socialista e moradora da periferia conhecia bem e lutava para transformar.

Esse texto foi escrito em abril de 2014 quando um parlamentar que me recuso a citar o nome diz que um mulher merecia ser estuprada. O golpe militar de 1964 completava 50 anos. Naquela época eu escrevi pensando em publicar e mais uma vez deixei de fazê-lo.

As bandeiras dos diferentes movimentos e partidos se unificaram no tom lilás neste 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres.

O SINTEPP marcou presença na marcha alusiva ao Dia Internacional das Mulheres, que aconteceu na manhã quinta-feira, 8, em Belém. Nossa entidade em sua fala saudou as participantes e ressaltou que não poderia deixar de comparecer a deste momento de união das mulheres aguerridas, valorosas e que ao logo destes anos de luta conquistaram importantes direitos na Federação e no Estado do Pará.

Um ato de conscientização, luta e resistência foi realizado nessa manhã de 8 de março, Dia Internacional da Mulher, na fábrica da Yamá, em Cotia. Dirigentes da região de Osasco estiveram no local para falar aos trabalhadores, em especial às mulheres, sobre a importância da luta para combater o machismo, a exploração e as ações de violência historicamente cometidas contra as mulheres.

O ano de 2018 não começou fácil para nós, apenas no mês de janeiro foram registradas cerca de 49 mortes de mulheres no estado do Ceará, um crescimento de cerca de 330% na taxa de *feminicídio do estado.

O ato do dia 8 de Março ocorrerá na quinta-feira da próxima semana. A concentração será a partir das 13 horas, na Praça de Jucutuquara, em Vitória, com saída às 14 horas e caminhada até o Palácio Anchieta.

Segundo estudo realizado pelo DIEESE, com dados do Caged, as mulheres perderam 42,5 empregos formais no de 2017. No ano de 2017 foram fechados 20,8 mil postos de trabalho no Brasil, um número que ainda não reflete as mudanças negativas da formalização implementadas pela reforma trabalhistas, que só entrou em vigor em novembro do ano passado.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora manifesta seu veemente repúdio ao deputado estadual de Santa Catarina, Roberto Salum, que disse na Tribuna da Assembleia que não discutiria com uma deputada por ela ser mulher!

No dia 22 de março, o Sintepp realizará o I Encontro de Mulheres do SINTEPP, na E.E Anísio Teixeira, em Belém-PA, com o tema “O protagonismo das mulheres contra a retirada de direitos”.

Lançar o segundo volume da revista Essas Mulheres em novembro de 2017, marca um movimento importante em nossa luta. A revista evidencia nosso combate aos retrocessos impostos por um governo ilegítimo, representado pela figura de Michel Temer, mas também, nos coloca num campo do movimento de mulheres que se reivindica negro, indígena, classista, que busca a transformação radical da sociedade e o fim das classes sociais, do racismo e do patriarcado.

Estudo da Oxfam revela que os 5% mais ricos detêm mesma fatia de renda que outros 95%. Mulheres ganharão como homens só em 2047, e os negros como os brancos em 2089.

A comissão especial que analisa mudanças nas regras eleitorais (PEC 77/03) volta a se reunir nesta terça-feira (15) para concluir a votação de mudanças no texto do relator, deputado Vicente Candido (PT-SP). A reunião está marcada para as 14h30, em plenário a definir.

As trabalhadoras brasileiras ganhavam, em 2015, 23,6% menos que os trabalhadores. Dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre) divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que, considerando o universo de pessoas ocupadas assalariadas, os homens receberam em média R$2.708,22 e as mulheres R$2.191,59.

Com base em estudos feitos no Brasil, a Human Rights Watch estima que a maioria das mulheres é assassinada por parceiros e ex-parceiros. Levantamento de fevereiro de 2017, somente um quarto das mulheres que sofrem violência no Brasil reporta a agressão à polícia. Não há discriminação dos dados por estado.

A maior concentração de pessoas que nesse domingo (11) exigiu a queda de Michel Temer e a imediata convocação de eleições diretas ocorreu na Bahia. Cerca de 100 mil pessoas se concentraram no farol da Barra, onde se apresentaram mais de  20 artistas e bandas, entre eles, Daniela Mercury e Margareth Menezes.

Em debate promovido pela “Carta Capital”, Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai, recebeu uma questão da plateia. Uma mulher lhe perguntou sobre a luta das mulheres. Mujica falou do machismo do continente, da sua batalha pela implementação da lei que garante o aborto no Uruguai. Principalmente, salientou que são as mulheres mais pobres as mais prejudicadas.

Este é realmente um país estranho¹. Apesar de ostentar um dos piores índices de desigualdade social do mundo, aqui ainda é possível se deparar com a estranha fé de que, tratando todos como iguais, romperemos o ciclo vicioso de reprodução de desigualdades e promoveremos justiça social. O debate sobre a reforma da previdência tem repetido essa fórmula.

O Sindicato dos Bancários de Santos e Região sediou o debate “Contribuição do Feminismo Negro para a luta das mulheres”, na noite desta quinta-feira, 23. O encontro começou com a exibição do filme “Mulheres Negras: Projetos de Mundo”, da diretora Day Rodrigues. Em seguida houve roda de conversa com a diretora do documentário, a rapper e professora de História Preta Rara, a assistente social Tami Tá Guina e a cientista social Dida Dias.

Em São Paulo, as mulheres da Intersindical e de diversas outras entidades sindicais e de movimentos sociais que compõem as Frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, ocuparam a Superintendência INSS em SP, contra a Reforma da Previdência (PEC 287) e as retiradas de direitos trabalhistas em curso pelo governo Michel Temer!

A vitória do acampamento no escritório da presidência ilegítima realizado pelo MTST e a grande manifestação unitária do 8 de março na capital paulista, além de outras cidades, marcaram um tento fundamental na resistência à agenda de desmonte em curso no país.

Neste governo golpista, lugar de mulher é em casa, cuidando dos filhos, dos doentes e dos idosos. Nada de se aposentar e sequer receber pensão por morte do companheiro. É trabalhar, trabalhar e trabalhar para todos até morrer. Essa postura ficou bem evidenciada em seu discurso para comemorar o Dia Internacional da Mulher.

Após realizarem protesto contra a reforma da Previdência proposta pelo governo Temer, aproximadamente 80 mulheres camponesas organizadas no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) são mantidas encarceradas dentro de um ônibus pela Polícia Militar (PM-GO).

Nesse ano, entidades e organizações de todo o mundo estão organizando uma greve internacional das mulheres no 8 de março. O objetivo é mostrar para os patrões do Brasil e do mundo que nossas vidas importam, que representamos mais de metade da população no planeta e que somos fundamentais para movimentar a economia e garantir o funcionamento da produção de riqueza (agricultura, indústria, serviços públicos essenciais, comércio, etc) das nossas nações.

No próximo dia 8 de março (quarta-feira), tem Ato Unificado das mulheres. Elas vão às ruas organizar um Dia Internacional de Luta contra o machismo, a violência, a cultura do estupro e também contra o desmonte da Previdência Social. A concentração será às 16h30 na Estação da Cidadania (Av. Ana Costa, 340, esquina com Francisco Glicério) com diversas atividades como música, teatro, exposição de fotografias e oficinas até a saída da marcha às 18h30.

É grave a situação em que as mulheres são submetidas no Brasil pelo patriarcalismo e o capitalismo. Os números dão uma mostra dessa situação aviltante, ainda que as estatísticas jamais vão expressar a dor e as consequências para a vida das mulheres, em particular a mulher trabalhadora.

Mensagem das mulheres da Federação Sindical Mundial (FSM) para este 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres.

A opressão à mulher trabalhadora se observa em praticamente todas as dimensões da vida social. A desigualdade no mercado de trabalho, por exemplo, apesar de ser observada nos diversos cantos do mundo, é uma das marcas da formação social brasileira.

No Dia Internacional das Mulheres, 08 de março, a Assufrgs-Sindicato participa da programação oficial do 8M, mobilização internacional das mulheres que irá às ruas em diversas cidades do mundo.

Com o lema “As capixabas vão parar! Contra a Reforma da Previdência e nenhum direito a menos”, no 08 de março o Fórum de Mulheres do Espírito Santo realizará uma marcha que sairá da Praça Oito, no Centro de Vitória, com concentração a partir das 8h. A iniciativa, que faz parte do calendário do Dia Internacional da Mulher, dialoga com a Greve Internacional que envolverá mulheres de todo o mundo na luta contra o machismo e o patriarcado.

Veja o panfleto unificado deste 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres. Clique nas imagens para ampliá-las.

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou hoje (7) um projeto de lei (PL 231/15) que determina que o autor de violência doméstica e familiar contra a mulher no estado, além da prisão, também deverá pagar multa, a qual deverá ser regulamentada pelo Executivo. A autora do projeto, deputada Martha Rocha (PDT), explicou que o objetivo da lei é combater esse tipo de violência de forma sistêmica e que o agressor arque com parte do custo dos serviços públicos de emergência utilizados no atendimento à vítima. O texto segue para sanção do governador Luiz Fernando Pezão.

Mulheres de todo o mundo fazem greves e paralisações neste 08/03 contra a retirada de direitos e contra o machismo que mata e violenta mulheres diariamente.

As mulheres no mundo sempre lutaram e continuam lutando ante as situações de exploração, abuso, torturas, discriminação, ultrajes, violência machista, escravidão, mutilação genital, apedrejamento, violações sexuais, assassinados (feminicídios), práticas que ainda persistem.

No final do século XIX as mulheres começaram a sair à rua para pedir mais direitos. Organizações femininas dentro dos movimentos operários protestavam contra as 15 horas de trabalho diárias e os salários baixos.

Na manhã desta terça-feira (07), cerca de 1500 trabalhadoras rurais Sem Terra, ocuparam a unidade de fertilizantes da empresa Vale em Cubatão, às margens da Rodovia Cônego Domênico Rangoni, a 40 Km da capital do estado de São Paulo.

Este 8 de março é uma data mais do que especial para o feminismo. Não só por manter viva a memória histórica de resistência e luta das trabalhadoras russas, há exatos 100 anos, como também, por ser um marco diante de tantas ameaças de perdas de direitos e declarações de ódio contras mulheres, no Brasil e no mundo.

Convocação geral da Intersindical pela vida da mulher no dia 8 de março: contra a reforma da Previdência e trabalhista. Pelo Fora Temer!

A PEC 55 (nome dado à PEC 241 no Senado), se aprovada, impedirá que áreas como saúde, educação e assistência social tenham novos investimentos nos próximos 20 anos. Dentre os argumentos favoráveis à PEC está a retomada do crescimento econômico brasileiro. Argumento frágil diante da quantidade de problemas que teremos como resultado desta medida em curso pelo governo ilegítimo de Temer.

“SÃO ESSAS AS PROFESSORAS QUE VOCÊS QUEREM QUE EDUQUEM SEUS FILHOS?” Na última plenária do Congresso do SINPEEM ocorreu um episódio lamentável de machismo e covardia. Foi negada arbitrariamente uma solicitação de questão de ordem para apresentação de uma moção sobre a participação política das mulheres e enfrentamento ao machismo no sindicato. Mais uma vez, …

Violência contra as mulheres no Sinpeem Leia mais »

Na primeira rodada de negociações, representantes dos trabalhadores cobraram dos bancos, setor que mais lucra no Brasil, aumento salarial, PLR maior, valorização do piso, mais empregos, respeito aos direitos nas agências digitais, fim da desigualdade entre homens e mulheres. Índice de 5% de aumento mais a inflação projetada de 9,31%, no total de 14,78% de …

Pelo fim da desigualdade nos bancos entre mulheres e homens Leia mais »

O Coletivo de Mulheres do Sindicato dos Bancários de Santos e Região iniciou uma Campanha denominada “Violência Contra a Mulher: A Culpa é de Quem???”, para prevenir e combater a violência, dia 5/8, na Praça Mauá, das 11h às 14h, no Centro de Santos. No primeiro evento, as diretoras do Sindicato e militantes feministas armaram …

Bancárias lançam Campanha Contra Violência às Mulheres Leia mais »

Livro reúne textos de mais de 30 autoras nacionais e internacionais e documenta os limites da incorporação das mulheres na esfera pública. Em 2008, foi implementado em 21 comunidades e favelas do Rio de Janeiro o programa Mulheres da Paz (MP) para capacitar mulheres moradoras de regiões com elevados índices de criminalidade. O projeto durou até meados …

Novo livro reflete sobre inclusão das mulheres no mercado de trabalho Leia mais »

No último dia 19 de maio aconteceu o debate “A luta das mulheres contra a ditadura e as continuidades da repressão”, organizado pelo coletivo de Mulheres da Intersindical Central da Classe Trabalhadora.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora convida todas e todos para participar do debate ‘A luta das mulheres contra a ditadura e as continuidades da repressão’.

Camponesa, militante e mãe de santo, Bernadete Souza integrou a plenária de abertura do 1° Encontro de Mulheres da Intersindical trazendo um relato sobre como as políticas de crédito incentivam a expansão do agronegócio e da agroindústria em detrimento dos pequenos produtores rurais e das pessoas que vivem no campo. “É mais fácil sair da …

Bernadete Souza fala do massacre propagado pelo agronegócio Leia mais »

A filha de quilombola Marilene de Jesus Novaes, do Quilombo Rio dos Macacos, localizado no município de Simões Filho, região metropolitana de Salvador, na Bahia, expôs durante a plenária de abertura do 1° Encontro de Mulheres da Intersindical Central da Classe Trabalhadora a experiência de quem sofre diariamente os impactos de decisões políticas e econômicas …

Marilene de Jesus Novaes expõe as ameaças da comunidade quilombola Leia mais »

Eneida Koury, primeira mulher eleita a ocupar a presidência do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, destacou durante o 1° Encontro de Mulheres da Intersindical na noite de quinta-feira (17), em São Paulo, o papel estratégico da Intersindical Central da Classe Trabalhadora no atual contexto político e a urgência do feminismo classista. “Quis a …

Eneida Koury: Novo feminismo deve ser um feminismo classista Leia mais »

O racismo continua latente na sociedade brasileira, produzindo profundas desigualdades econômicas, sociais e culturais. “E a elite insiste em propagar uma invisibilidade ou até mesmo naturalizar a condição de desvantagem da população negra”, lembrou Luciete Silva, do Círculo Palmarino, durante a mesa de abertura do 1° Encontro de Mulheres da Intersindical Central da Classe Trabalhadora. …

Luciete Silva: racismo continua latente e escravidão ainda é tema do século 21 Leia mais »

A revista Essas Mulheres é parte da necessidade da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora – dialogar diretamente com mulheres trabalhadoras e seguir numa resistência atual e necessária: a luta das mulheres

O Brasil tem uma das maiores diferenças entre salários de homens e mulheres com o mesmo nível de formação analisadas no relatório Education at a Glance 2015: Panorama da Educação, lançado mundialmente ontem (24). A renda média de uma mulher com educação superior no país representa cerca de 62% da renda média de um homem com o mesmo nível de escolaridade. Com o resultado, o Brasil, juntamente com o Chile, aparece em último lugar na avaliação dessa disparidade, dentre os países que disponibilizaram dados.

Aumento do contingente de mulheres nas cadeias exige políticas públicas exclusivas a elas, tais como o indulto feminino. O mais recente Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias, divulgado neste mês de novembro com dados de 1.424 unidades prisionais brasileiras, mostra um crescimento de 567% da população carcerária feminina no Brasil, entre 2000 e 2014. Entre os …

Mulheres encarceradas aumentaram seis vezes nos últimos 15 anos Leia mais »

“Como gênero, somos oprimidas, mas enquanto classe trabalhadora, somos exploradas. E é aí que se encontra o ponto inicial da luta que travamos”, analisou a dirigente sindical chilena, Viviana Abud, subcoordenadora de mulheres da América Latina da FSM (Federação Sindical Mundial) e Secretária Geral do SITECO (Sindicato Interempresa de la Gran Minería y Ramas Anexas) na noite desta quarta-feira, 30.

95 mulheres participaram ontem (13) do primeiro de uma série de encontros que o Coletivo de Mulheres do Sindicato Químicos Unificados organizou para as trabalhadoras químicas nas regionais de Campinas, Osasco e Vinhedo, e demais convidadas, no Centro de Formação e Lazer (Cefol) da Regional Campinas. No próximo domingo (20), esta mesma atividade se realizará …

Mulheres debatem questões de gênero no Cefol Leia mais »

Queridas companheiras, como sabem, temos acompanhado a discussão em torno da introdução de questões relativas ao gênero no plano municipal de São Paulo. No último dia 11, ocorreu a primeira votação em plenário do plano e, infelizmente, a questão de gênero foi barrada. Os fundamentalistas religiosos (principalmente católicos) estavam em peso, com grande estrutura. O …

Câmara de São Paulo vota PME dia 25 Leia mais »

Apesar de alguns avanços, operárias ainda sofrem com precarização Um ano depois de noticiar a histórica greve das costureiras da Doloren, o jornal Brasil de Fato-RJ voltou à fabrica de roupas íntimas para saber como está a situação das três mil operárias. Localizada em Vigário Geral, no Rio, essa unidade da Doloren representa a principal …

Duloren: greve de costureiras acabou com “revista íntima” Leia mais »

Vanessa Gravino* O patriarcado e o racismo são estruturais e estruturantes na construção do Brasil. No processo de colonização (homens e) mulheres africanas foram arrancadas de suas terras e trazidas à força para a América pelos europeus. Essas mulheres cumpriram múltiplos papeis para a formação da nação brasileira. Foram trazidas na condição de propriedade dos …

Vanessa Gravino | As terceirizações e a dominação-exploração das mulheres Leia mais »

Assédio moral: Já foi humilhado pelo chefe. Os trabalhadores são intensamente cobrados durante a jornada de trabalho. Sofrem pressão para aumentar a produção e a realizar hora-extra. Outras vezes, superiores humilham, constrangem e ameaçam com demissão trabalhadores que precisam ir ao médico ou chegam atrasados por algum motivo pessoal.

A regulamentação da terceirização esconde a sua verdadeira face, que é a retomada das taxas de lucro das grandes empresas com o estrangulamento do trabalho. Nesse processo, as mulheres, que já ganham menos e têm os empregos mais precários, serão ainda mais prejudicadas O dia 08 de abril deve entrar para a história brasileira como …

O projeto da terceirização e o trabalho das mulheres Leia mais »