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Inédita mobilização marca a greve dos entregadores de aplicativos

greve dos entregadores

Em vários pontos do Brasil e do mundo, trabalhadores vinculados às empresas iFood, Rappi, James, Loggi e Uber Eats fazem greve histórica

Hoje, 1° de julho, acontece a Greve dos Entregadores vinculados à plataformas digitais de delivery. Somente na iFood são 170 mil trabalhadores vinculados, o números de trabalhadores e trabalhadores neste tipo de atividade cresceu 300% em alguns aplicativos desde o início da pandemia.

Só na Rappi são 200 mil na América Latina e a iFood conta com mais de 150 mil trabalhadores no Brasil. O desemprego é a principal causa da elevação destes números segundo estudos recentes sobre a uberização do mundo do trabalho.

O estopim do movimento grevista foi gerado pelo aumento acelerado do número de trabalhadores e o grau de precariedade das condições de trabalho. Entre as reivindicações estão o reajuste dos preços das corridas, reajuste anual para o serviço, formulação de uma tabela de preço negociada com a categoria, fim dos bloqueios indevidos, entrega de EPIs, apoio contra acidentes e vale refeição.

Nas principais cidades do país, entregadores realizam atos de rua para aumentar a pressão sobre as empresas de delivery por aplicativo e ampliar a visibilidade do movimento.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora e entidades filiadas tem prestado apoio à greve em vários estados do país no sentido de fortalecer a parceria com a categoria de entregadores.

Acompanhe nas nossas redes informações sobre a greve em todo país.

Texto: Pedro Otoni
Foto: Alexandre Maciel

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