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Ato contra cortes na Educação ocorre na manhã desta terça-feira em Fortaleza

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Oposição à reforma da Previdência também está em pauta. Por volta das 9h20min, manifestantes começaram a interditar a avenida 13 de maio

Estudantes, professores e centrais sindicais tomaram esta terça-feira, 13, como o “Dia nacional de mobilizações, paralisações e greves contra a reforma da previdência, em defesa da educação e por empregos”. Em Fortaleza, a pauta de destaque nesta manhã é o bloqueio de verbas imposto pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) para Educação. É a terceira vez neste ano que setores vão às ruas pleiteando mudanças na reforma da Previdência e paralisação do contingenciamento de recursos para a instituições federais de ensino.

Na Capital, a concentração do ato acontece na Praça da Gentilândia desde as 8 horas. “São tantos absurdos que a gente fica atônito, mas hoje a mobilização é pela defesa da universidade pública e contra a reforma da Previdência”, opina Aline Albuquerque, artista e educadora presente na praça. “Juntos vamos pressionar os senadores e este governo que querem tirar a nossa aposentadoria e o direito à educação”, afirma Nascelia Silva, presidente do Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort).

Nacionalmente, o ato foi convocado pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e tem adesão de entidades como a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a Associação Nacional de Pós-graduandos (ANPG) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Por volta das 9h20min, manifestantes começaram a interditar a avenida 13 de maio, seguindo para a avenida da Universidade. O ato deve terminar na Praça do Ferreira. Cartazes pedindo a saída do ministro Sérgio Moro e pela liberdade de Luis Inácio Lula da Silva também podem ser vistos.

De acordo com centrais sindicais, o protesto ocorre em pelo menos 11 municípios cearenses até o final desta terça-feira. Até as 17h de ontem, mais de 140 cidades por todo o País haviam confirmado a realização de atos, segundo um levantamento da UNE.

Fonte: O Povo Online

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