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Trabalhadores da educação municipal de Taboão da Serra (SP) recebem menos que o salário mínimo nacional

Os trabalhadores e trabalhadoras da educação em Taboão da Serra (SP) estão em greve exigindo que o prefeito da cidade, Fernando Fernandes (PSDB), cumpra com a lei do salário mínimo, pague o vale transporte e atenda outras reivindicações.

“O conjunto de trabalhadores está sem aumento há 20 anos. Não dá mais nem para pagar o aluguel”, conta o presidente do Siproem, Adenir Segura, conhecido com Prof. Segura.

Um auxiliar de classe, por exemplo, recebe R$ 930, enquanto que o salário de uma auxiliar de desenvolvimento infantil é de R$ 730,00. “Estão abaixo do salário mínimo nacional”, explica Segura.

Na terça-feira, eles pararam as EMI Dona Benta,EMI Jotalhão,EMI Jurema,EMI Dorinha, EMI Narizinho,EMI Tio Barnabé,EMI Aninha, EMI Emília,EMI Cuca,EMI Mônica, EMEF Oscar Ramos,EMEF Cecília Meireles, EMEF Armando de Andrade,  EMEF Antônio Fenolio e EMEF Paulo Freire.

Nesta quarta-feira (3) os trabalhadores fazem assembleia e em seguida irão até a sede da Prefeitura de Taboão da Serra entregar sua pauta de reivindicações. ‘O prefeito nos disse que seria uma irresponsabilidade dar aumento a uma categoria”, explicou o presidente do Siproem.

Há escolas 100% em greve e outras com funcionamento prejudicado. “Tudo indica que os trabalhadores da educação vão deliberar nesta tarde pela continuidade da greve por tempo indeterminado”, diz o Prof.Segura.

O Siproem representa os interesses dos professores que trabalham nas escolas municipais de todos os níveis e graus das cidades Barueri, Cotia, Vargem Grande Paulista, Taboão da Serra, Embu, Embu-Guaçu, Itapecerica da serra, São Lourenço da serra e Juquitiba.

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