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25 de fevereiro: Um mês de crime da Vale em Brumadinho

25 de fevereiro: Um mês de crime da Vale em Brumadinho

Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo realizaram no dia 25 de fevereiro ações de solidariedade às famílias atingidas e de denúncia para alertar a sociedade sobre as causas e consequências sociais e ambientais de mais um crime da Vale.

Vale criminosa, Vale assassina

Mais uma vez o mar de lama da Vale faz o Brasil chorar. Mais uma vez a Vale deixa um rastro de mortes e destruição do meio ambiente. O rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão, na cidade Brumadinho, em Minas Gerais, é mais um crime bárbaro da companhia Vale. Neste quinto de dia após o desastre criminoso de Brumadinho, já estão confirmadas 65 mortes e 279 continuam desaparecidas. O rio Paraopeba, que abastece a Região Metropolitana de Belo Horizonte, já está contaminado e a lama tóxica deve chegar no rio São Francisco nas próximas semanas.

Mariana, MG: Não foi acidente, foi um crime!

O rompimento da Barragem de Fundão em Mariana/MG, a três anos, foi a pior catástrofe ambiental da história do país. Para não permitir que crimes como este não se repitam, é necessário que nunca sejam esquecidos.

TRF paralisa mina da Vale, no Pará, por danos a índios Xikrin e Kayapó

TRF paralisa mina da Vale, no Pará, por danos a índios Xikrin e Kayapó

As atividades da mineradora Onça Puma, subsidiária da Vale que explora uma mina de níquel no município de Ourilândia do Norte, no sudeste do Pará, deverão ser suspensas por ordem do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). A ordem responde o pedido do Ministério Público Federal (MPF) para que sejam pesquisados os danos causados pela atividade sobre os índios Xikrin e Kayapó. Mais de 150 indígenas acompanharam o julgamento em Brasília.

Maiores devedores da Previdência: Reforma da Previdência ignora 426 bilhões devidos por empresas ao INSS

Enquanto propõe que o brasileiro trabalhe por mais tempo para se aposentar, a reforma da Previdência Social ignora os R$ 426 bilhões que não são repassados pelas empresas ao INSS. O valor da dívida equivale a três vezes o chamado déficit da Previdência em 2016. Esses números, levantados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), não são levados em conta na reforma do governo Michel Temer.