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O SUS representou um  marco importante na garantia do direito a saúde do cidadão brasileiro, ao determinar o caráter universal das ações e dos serviços de saúde no país, assegurando a saúde como direito de todos e dever do estado.

Trabalhadoras e trabalhadores do Imperial Hospital de Caridade reuniram-se na tarde desta quinta-feira (5/7) para aprender sobre Assédio Moral no Trabalho, infelizmente uma prática muito recorrente sofrida no cotidiano pela categoria da saúde.

O assédio moral consiste em comportamentos, ações, gestos, palavras ou escritos que submetem o trabalhador a práticas repetitivas e prolongadas de violência psicológica extrema, em que prevalecem relações desumanas e com comunicação hostil. Essas práticas acabam gerando danos físicos e psicológicos no(a) trabalhador(a), podendo inclusive afetar sua dignidade, autoestima e autodeterminação e levá-lo à morte.

Nova paralisação nesta quinta-feira (19h). Nesta terça-feira, dia 17/04, as servidoras e servidores da saúde cumpriram mais um dia do calendário de paralisações nas unidades administradas diretamente pela SES, entre 07h e 10h.

Servidoras e servidores da saúde retomaram o calendário de paralisações nas unidades administradas diretamente pela SES nesta terça-feira (10/4), entre as 7h e as 9h.

Mais de 500 servidoras e servidores da saúde pública estadual estiveram reunidos na tarde desta quarta-feira (4/4), na praça do Hemosc, em Florianópolis, e decidiram manter ativo o calendário de mobilizações para pressionar pelo avanço das negociações com a Secretaria do Estado da Saúde.

O SindSaúde/SC vem a público desmentir as declarações da secretaria de estado da saúde, que afirmou que os servidores da saúde receberam 115% de aumento salarial em um período que a inflação foi de 53%.

 Instituto Ideas publicou, no final da tarde desta segunda-feira (26/2), um edital de seleção interna repleto de irregularidades e provocou reação imediata do Sindicato e das trabalhadoras e trabalhadores do Hospital Florianópolis. A assembleia geral que estava marcada para o início da tarde foi adiantada para as 07h, quando os trabalhadores reunidos exigiram a abertura de negociação para correção do edital. Os principais problemas apontados foram o aumento de carga horária, a exclusão de cargos, a incompatibilidade dos salários de diversos cargos e a diminuição de vagas.

A paralisação começa às 7h com a realização de uma assembleia em frente ao Hospital. Na assembleia que encerrou a greve motivada por atraso salarial no início de janeiro, trabalhadoras e trabalhadores do Hospital Florianópolis haviam decidido: nova greve em fevereiro em caso de salários atrasados.

Trabalhadores (as) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Santa Catarina decidiram, em assembleia na noite de hoje (11/12), por paralisar as atividades a partir de sexta-feira (15/12). Já nesta terça-feira (12/12) iniciarão paralisações de duas horas em dois turnos: das 7h às 9h e das 19h às 21h. Serviço é gerido pela SPDM, mesma organização social que administra o Hospital Florianópolis e Hospital de Araranguá.

Trabalhadores/as do Hospital Florianópolis – contratados pela SPDM – decidem, em assembleia geral, iniciar greve a partir de segunda-feira (11/12) por falta de pagamento dos salários de dezembro. A partir de hoje (07/12) também começaram paralisações de duas horas no período da tarde, das 13 às 15h e no período da noite, que devem durar até o início da greve.

Defesa do SUS, rechaço a contrarreformas e filiação à Intersindical são aprovados no Congresso do SindSaúde/SC.

Elza Roso fez um resgate histórico da trajetória de construção do SUS, desde sua criação em 1988. Criticou a inclusão do que chamou de lógica privatista dentro do SUS, incentivada sobretudo com o último ciclo de expansão do Sistema, nos anos 2000.

Começa hoje o I Congresso do SindSaúde/SC, o maior evento de debate político da história da categoria da saúde em Santa Catarina. Pela primeira vez nos 66 anos de história do Sindicato, sócios poderão participar de um Congresso Sindical, a instância máxima de discussão e deliberação da categoria. É este Congresso que definirá os rumos das lutas do Sindicato pelos próximos anos.

Três portarias publicadas pela Secretaria do Estado da Saúde (SES) neste início de novembro permitem ver a real intenção do governo do estado em ampliar o modelo de administração das unidades públicas de saúde via Organizações Sociais – um modelo que permeia com a lógica privada a saúde pública: precariza condições de trabalho, paga mal aos trabalhadores, atende menos à população que necessita e, a história demonstrou, custa mais caro aos cofres públicos.

Esta já é a terceira vez que o equipamento para de funcionar e a assistência técnica terceirizada se nega a prestar novos serviços, alegando que o último conserto ainda não foi pago.

A responsabilidade de garantir a manutenção das unidades de saúde pública do estado é da Secretaria Estadual de Saúde, que deveria realizar concursos para contratar profissionais habilitados. Ao contrário, a SES tem optado por terceirizar o serviço, fugindo à responsabilidade de garantir o bom funcionamento das unidades de saúde. No caso, a limpeza do hospital é terceirizada, mas inclui apenas o espaço interno do HRSJ, deixando descobertos cerca de 100 mil m² da área total da unidade.

O SindSaúde/SC completa 66 anos de história com orgulho da construção coletiva da categoria da saúde em Santa Catarina. Seguiremos firmes, acreditando na força das trabalhadoras e trabalhadores organizadas/os.

Por atraso salarial, os trabalhadores as trabalhadoras da Maternidade Carlos Corrêa e Asilo Irmãos Joaquim paralisaram as atividades nas manhãs destes dias 8 e 9. Também há seis meses, o salário é parcelado em duas vezes (no dia 5 e 10 de cada mês) e o valor retroativo do reajuste salarial de 2015/2016 nunca foi pago!

Na última semana de outubro, a Unimed demitiu cinco funcionárias do setor de venda de planos de saúde e se nega a pagar seus salários. É isso mesmo! Demissão sem garantia do básico: o pagamento da rescisão, com salário e todos os direitos assegurados. A direção da empresa se nega a pagar, porque todas as …

Unimed demite 5 funcionárias e não paga salários Leia mais »

Diversas categorias de trabalhadores catarinenses decidiram parar no dia 11 de novembro contra a retirada de direitos promovida pelo governo Temer Os trabalhadores do serviço público de saúde em Santa Catarina decidiram paralisar as atividades na última segunda-feira (24), em todo o estado. O ato , segundo o  SindSaúde/SC, sindicato que reúne a categoria, ocorreu em …

Trabalhadores da saúde em Santa Catarina cruzam os braços contra a PEC 241 Leia mais »

O chamado está sendo feito para essa data, por conta da votação na Câmara dos Deputados, em segundo turno, da PEC 241. Além disso, está marcada uma reunião convocada pelas Centrais Sindicais para às 13h, na FECESC, centro de Florianópolis, com o objetivo de construir uma greve geral.

Fomos às ruas junto a diversas categorias de trabalhadores e trabalhadoras de todo o Estado, para dar o primeiro passo na construção de uma GREVE GERAL! Quando nossa categoria entrou em ESTADO DE GREVE em abril, já prevíamos um cenário de ataques ao serviço público e retirada de direitos. Mas os acontecimentos dos últimos meses …

Ato unificado contra cortes de direitos Leia mais »