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Tag Archives: negras e negros

Dieese: com maior escolaridade, negros ganham menos que brancos

Dieese: com maior escolaridade, negros ganham um terço a menos que salário de brancos

A diferença salarial entre negros e não-negros com nível universitário aumentou no país. Para cada R$ 1000 ganhos por um trabalhador não-negro, os negros, com mesma escolaridade, ganham R$ 650. É o que diz o boletim especial sobre a inserção da população negra no mercado de trabalho feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados na região metropolitana de São Paulo e divulgado nesta terça-feira (14).

Unidade e luta em defesa dos serviços, patrimônio público, aposentadoria e emprego-6

Resolução: Unidade e luta em defesa dos serviços e do patrimônio público, da aposentadoria e emprego para todas/os

A gravidade da situação exige a atenção e a mobilização do povo brasileiro, da classe trabalhadora e dos setores democráticos. A ofensiva imperialista, neoliberal e reacionária em curso aprofunda a exploração do trabalho, abocanha mais renda pública, restringe liberdades democráticas e avança na utilização predatória dos recursos naturais.

Marcio Pochmann | Os pobres novamente sob suspeita

O condomínio de interesses dominantes que viabiliza o governo Temer desde o ano de 2016 parte do princípio de que o atraso brasileiro se deve à insistência do povo em participar do orçamento público. Repete, nesse sentido, a cantilena da elite do final do século 19, que produziu o projeto de branqueamento nacional para excluir do mercado de trabalho, a população pobre conformada por negros e ex-escravos e que, junta com os índios, representava cerca de 2/3 dos brasileiros em 1872.

Bancários de Santos sediam debate sobre Feminismo Negro

O Sindicato dos Bancários de Santos e Região sediou o debate “Contribuição do Feminismo Negro para a luta das mulheres”, na noite desta quinta-feira, 23. O encontro começou com a exibição do filme “Mulheres Negras: Projetos de Mundo”, da diretora Day Rodrigues. Em seguida houve roda de conversa com a diretora do documentário, a rapper e professora de História Preta Rara, a assistente social Tami Tá Guina e a cientista social Dida Dias.

Malaak Shabazz, filha de Malcolm X, se assusta com tranquilidade negra ante o genocídio

Malaak Shabazz, filha de Malcolm X, se assusta com tranquilidade negra ante o genocídio

Em passagem pelo Brasil, a ativista dos direitos humanos e filha do líder negro norte americano Malcolm X, Malaak Shabazz, convidou a população negra a promover ações mais contundentes. Na entrevista que concedeu à imprensa negra após encontro com jovens na cidade de São Paulo, na tarde desta quinta-feira (19), a ativista diz ter se surpreendido pelo fato de as pessoas estarem tão tranqüilas diante da violência racista existente no Brasil.

Vergonha nacional: 1ª Marcha das Mulheres Negras é marcada por tiros, racismo e tumulto

Vergonha nacional: 1ª Marcha das Mulheres Negras é marcada por tiros, racismo e tumulto

A 1ª Marcha das Mulheres Negras, realizada quarta-feira (18) em Brasília, é o retrato da truculência e do avanço das forças conservadoras sobre os direitos das minorias e a forma como negros e negras são tratados no País. Tumulto, confusão, gás de pimenta e muito bate boca foram usados na tentativa de calar a voz de cerca de 50 mil mulheres negras que exigiam respeito à vida, igualdade de gênero e democracia social.

Marcha das Mulheres Negras, dia 18 (quarta). Leia o manifesto!

Marcha das Mulheres Negras, dia 18 (quarta). Leia o manifesto e saiba porque estão marchando!

Nesta quarta-feira, 18, acontecerá a Marcha das Mulheres Negras em Brasília. Leia o manifesto e saiba porque estão marchando: ‘Somos 49 milhões de mulheres negras, isto é, 25% da população brasileira. Vivenciamos a face mais perversa do racismo e do sexismo por sermos negras e mulheres. No decurso diário de nossas vidas, a forjada superioridade do componente racial branco, do patriarcado e do sexismo, que fundamenta e dinamiza um sistema de opressões que impõe, a cada mulher negra, a luta pela própria sobrevivência e de sua comunidade. Enfrentamos todas as injustiças e negações de nossa existência, enquanto reivindicamos inclusão a cada momento em que a nossa exclusão ganha novas formas….’

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