mulheres da intersindical

Neste Dia Internacional de Luta das Mulheres, conversamos com Edileuza Fortuna e Rita Lima, ambas da Direção Nacional da Intersindical e do coletivo Mulheres da Intersindical. O dia da mulher remete a diversas reflexões sobre a conjuntura e seus impactos nas vidas das mulheres trabalhadoras, especialmente com os ataques aos serviços públicos e as reformas atuais, como a Trabalhista e da Previdência. Além de ainda ser motivo de debates nas instituições políticas, entidades sindicais e outros espaços de luta. Apresentação Rita Lima.

A Iaô de Iansã, Crispina Santos, foi vítima de intolerância religiosa racista no Aeroporto de Congonhas em São Paulo na noite de ontem, 17 de março.

Aldenir  Dida Dias, do Coletivo Feminista Classista ‘Maria vai com as outras’, contou sua experiência no grupo da Baixada Santista, que abrange mulheres que não estão nos sindicatos, nem nos partidos políticos e conclamou os sindicalistas a darem o exemplo em suas próprias bases. “No meio sindical temos que trazer essas mulheres, negras e indígenas …

Dida Dias exige ver o feminismo representado de fato nos sindicatos Leia mais »

O modelo selvagem e neoliberal do sistema capitalista também procura ditar como deve ser a mulher, pontuou Carmela Sifuentes, vice-presidenta da Confederação dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Peru (CGTP).

Mulher negra, baiana, ialorixá e camponesa assentada da reforma agrária, Bernadete Ferreira é liderança da Intersindical e da Central Estadual das Associações das Comunidades Tradicionais, da Agricultura Familiar e Campesina da Bahia (Cecaf).

Juliana Bavuzo, secretária política das Brigadas Populares, expôs alguns dos desafios a serem debatidos no 2º Encontro de Mulheres da Intersindical, como o extermínio de direitos que afetam em especial as mulheres e a questão da própria atuação do movimento feminista. “Na crise quem primeiro sofre o baque são as mulheres, temos que olhar para …

Juliana Bavuzo propõe intersecções dentro do próprio feminismo Leia mais »

 O 2º Encontro de Mulheres da Intersindical foi aberto na manhã desta sexta-feira (15/03) no hotel San Raphael, centro de São Paulo, com homenagens a uma das maiores lideranças feministas e do movimento negro que o Brasil já teve: a vereadora do PSOL, Marielle Franco, executada de forma brutal há um ano.

O nosso encontro deve ser um espaço de debates e sínteses que nos armem politicamente para a construção da resistência no próximo período e é fundamental o fortalecimento das nossas mulheres diante destes desafios, construindo a resistência feminista.

#EleNão, pela luta histórica e cotidiana das mulheres! #EleNão, por ser machista! #EleNão, por ser lesbofóbico! #EleNão, por ser racista! #EleNão, por apoiar torturadores! #EleNão, por querer o retrocesso de nossa limitada democracia!

Marielle Franco foi assassinada por mais um ato de violência e extermínio que corresponde ao cotidiano da população negra e lutadora no Brasil. Cotidiano, que Marielle, como militante feminista, negra, socialista e moradora da periferia conhecia bem e lutava para transformar.

As bandeiras dos diferentes movimentos e partidos se unificaram no tom lilás neste 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres.

O SINTEPP marcou presença na marcha alusiva ao Dia Internacional das Mulheres, que aconteceu na manhã quinta-feira, 8, em Belém. Nossa entidade em sua fala saudou as participantes e ressaltou que não poderia deixar de comparecer a deste momento de união das mulheres aguerridas, valorosas e que ao logo destes anos de luta conquistaram importantes direitos na Federação e no Estado do Pará.

Um ato de conscientização, luta e resistência foi realizado nessa manhã de 8 de março, Dia Internacional da Mulher, na fábrica da Yamá, em Cotia. Dirigentes da região de Osasco estiveram no local para falar aos trabalhadores, em especial às mulheres, sobre a importância da luta para combater o machismo, a exploração e as ações de violência historicamente cometidas contra as mulheres.

O 08 de março é o Dia Internacional de Luta das Mulheres. Nós sempre estivemos à frente das lutas por igualdade de direitos, por uma vida sem violência e em defesa do direito de decidir sobre nossos corpos. Isso é o feminismo: a ação coletiva das mulheres para transformar suas vidas e o mundo.

Todos os anos o 8 de março marca lutas e atos fundamentais não apenas para a vida das mulheres mas, também, para a resistência e conquista dos direitos de toda classe trabalhadora.

Vivemos num momento em que a mulher trabalhadora sofre a cada dia as consequências do processo de precarização da vida, aprofundado com a reforma trabalhista, a terceirização, a EC 95 (Emenda Constitucional). A reforma da previdência ameaça aprofundar ainda mais esse quadro.

Na tarde desta terça-feira milhares de mulheres pelo Brasil foram às ruas contra a PEC 181. Um projeto de Emenda Constitucional, que tramita na Câmara dos Deputados, conduzida por 18 Deputados, todos homens, que, na prática, proíbe o aborto em todos os casos. Até mesmo em caso de estupro.

O maior ataque aos direitos reprodutivos de mais de 100 milhões de mulheres está sendo liderado por 18 homens conservadores e fundamentalistas. Estes parlamentares estão empenhados em aprovar a proibição do aborto ATÉ MESMO NOS CASOS DE ESTUPRO E RISCO DE MORTE PARA A MULHER. 

Lançar o segundo volume da revista Essas Mulheres em novembro de 2017, marca um movimento importante em nossa luta. A revista evidencia nosso combate aos retrocessos impostos por um governo ilegítimo, representado pela figura de Michel Temer, mas também, nos coloca num campo do movimento de mulheres que se reivindica negro, indígena, classista, que busca a transformação radical da sociedade e o fim das classes sociais, do racismo e do patriarcado.

Camponesa, militante e mãe de santo, Bernadete Souza integrou a plenária de abertura do 1° Encontro de Mulheres da Intersindical trazendo um relato sobre como as políticas de crédito incentivam a expansão do agronegócio e da agroindústria em detrimento dos pequenos produtores rurais e das pessoas que vivem no campo. “É mais fácil sair da …

Bernadete Souza fala do massacre propagado pelo agronegócio Leia mais »

A filha de quilombola Marilene de Jesus Novaes, do Quilombo Rio dos Macacos, localizado no município de Simões Filho, região metropolitana de Salvador, na Bahia, expôs durante a plenária de abertura do 1° Encontro de Mulheres da Intersindical Central da Classe Trabalhadora a experiência de quem sofre diariamente os impactos de decisões políticas e econômicas …

Marilene de Jesus Novaes expõe as ameaças da comunidade quilombola Leia mais »

Eneida Koury, primeira mulher eleita a ocupar a presidência do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, destacou durante o 1° Encontro de Mulheres da Intersindical na noite de quinta-feira (17), em São Paulo, o papel estratégico da Intersindical Central da Classe Trabalhadora no atual contexto político e a urgência do feminismo classista. “Quis a …

Eneida Koury: Novo feminismo deve ser um feminismo classista Leia mais »

O racismo continua latente na sociedade brasileira, produzindo profundas desigualdades econômicas, sociais e culturais. “E a elite insiste em propagar uma invisibilidade ou até mesmo naturalizar a condição de desvantagem da população negra”, lembrou Luciete Silva, do Círculo Palmarino, durante a mesa de abertura do 1° Encontro de Mulheres da Intersindical Central da Classe Trabalhadora. …

Luciete Silva: racismo continua latente e escravidão ainda é tema do século 21 Leia mais »

A revista Essas Mulheres é parte da necessidade da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora – dialogar diretamente com mulheres trabalhadoras e seguir numa resistência atual e necessária: a luta das mulheres