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Tag Archives: michel temer

Não ao golpe! Em Defesa da democracia. Nenhum direito a menos.

Não ao golpe! Em Defesa da democracia. Nenhum direito a menos.

Tudo indica que estamos a poucos dias da consolidação de um golpe de Estado perpetrado pelo grande capital e suas representações na direita parlamentar, na mídia, em setores do judiciário e do Ministério Público. Diante dessa ameaça que vem sendo orquestrada há meses, a Intersindical Central da Classe Trabalhadora, juntamente à Frente Povo Sem Medo

DIAP: CNI defende medidas contra serviço público

A Agenda para o Brasil sair da crise 2016-2018 da Confederação Nacional da Indústria (CNI) atinge em cheio direitos e garantias essenciais dos trabalhadores celetistas e investe também sobre garantias constitucionais e infraconstitucionais dos servidores públicos. Para tanto, podem ser elencados nessa perspectiva as ações de: implementação de controle do gasto público; aumento da participação

Agenda do golpe: CNI propõe liberar a terceirização, acabar com os direitos da CLT e impedir aposentadoria

O grande capital, através da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou no último dia 4 de maio, ao ilegítimo e golpista Michel Temer (PMDB), um documento contendo 36 medidas urgentes, segundo eles “para superar a crise no Brasil”. Entre as propostas defendidas estão a reforma da Previdência e Trabalhista, a terceirização e medidas que enfraquecem

Caixa Federal: bancários do ES na luta contra reestruturação da empresa

Luta continua contra a reestruturação: Seminário “A Caixa é do Povo Brasileiro” lança campanha “Defender a Caixa, Defender o Brasil”, que mantém a luta em defesa do patrimônio público e das estatais No seminário “A Caixa é do Povo Brasileiro”, promovido nesta terça-feira (03) pela CCE/Caixa, em Brasília, bancários e bancárias debateram a conjuntura política do

Debate: Resistência! Sem Medo, Sem Ódio, a Luta Continua

Debate: Resistência! Sem Medo, Sem Ódio, a Luta Continua

É PRECISO RESISTIR, SEM TEMER! Debate: Resistência! Sem Medo, Sem Ódio, a Luta Continua Hoje, às 19h, na Praça Roosevelt (mapa) Resistir ao surto de ódio e intolerância insuflados pela direita. Resistir às tentativas de desmoralizar e criminalizar as lutas sociais e suas lideranças. Continuar a luta em defesa da democracia e dos direitos. Temer

1° de maio contra o golpe, em defesa da democracia e dos direitos sociais

O 1° de maio de 2016 não poderia ter outro mote, diante do golpe de Estado imposto ao Brasil pelo grande capital e a direita. Em todas as regiões do país, a Intersindical se pautou pela defesa da democracia e dos direitos sociais ameaçados. Na capital paulista, a Central esteve presente nas duas manifestações combativas,

Juros, extorsão e golpe!

Enquanto uma parcela da classe média e da população brasileira segue envenenada pelo ódio e o preconceito contra um governo que apostou na conciliação entre as classes, os bancos e uma minoria de rentistas seguem amealhando fortunas, aproveitando-se das taxas de juros e do modelo econômico excludente. O ódio e o preconceito foram estimulados pela

MTST e Frente Povo Sem Medo bloqueiam mais de 30 rodovias em 9 Estados nesta quinta-feira

A manhã desta quinta-feira (28) tem sido marcada por uma série de manifestações populares contra o golpe em mais de 9 Estados brasileiros. Os movimentos MST e Frente Povo Sem Medo estão bloqueando dezenas de rodovias. Em São Paulo são 14 bloqueios organizados pelo MTST. O movimento também coordena as ações no Rio de Janeiro,

Resolução: Unidade e mobilização para barrar o golpe e a retirada de direitos e construir uma saída pela esquerda

Está em curso uma longa campanha para efetivação de um golpe capitaneada pelo grande capital, pela direita e seus tentáculos na mídia, em parcelas do judiciário e pelo Congresso Nacional. Essa campanha teve como ponto marcante o último dia 17/04, com a votação pela admissibilidade do impeachment da Presidenta Dilma sem crime de responsabilidade, votação

XIX Plenária do Fórum Nacional de Democratização da Comunicação denuncia papel central da mídia na tentativa de golpe

Os conglomerados midiáticos nacionais exercem papel central na crise política que culminou com a admissão do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O tratamento hostil dos grandes meios não só ao governo, mas aos movimentos sociais e a toda e qualquer iniciativa social de contraponto ao modelo liberal, requer do movimento de defesa da

Toninho | Reajuste dos servidores sob ameaça

Antônio Augusto de Queiroz* O reajuste salarial dos servidores, embora previsto no orçamento para 2016, está sob ameaça, tanto em função da paralisia do Congresso Nacional, quanto em razão da dependência do desfecho do processo de impeachment, que poderá afastar a Presidente que patrocinou os acordos salariais. Somente a pressão e a mobilização dos servidores

Gilberto Maringoni | Tem cara de legal e tem jeito de legal, mas não passa de um golpe

Gilberto Maringoni * O governo acabou. Agora é preciso denunciar o impeachment e apontar opções e erros cometidos pelo PT Pronto. A Câmara consumou o golpe paraguaio ou hondurenho, a depender do gosto do distinto freguês. Não mais tanques e tropas em torno do Palácio, mas um cipoal confuso de acusações à mandatária, embasado em

DIAP explica tramitação no Senado do golpe da Câmara

Câmara autoriza processo de impeachment; confira a votação nominal e próximas etapas. A Câmara dos Deputados em sessão realizada no último domingo (17/04) concluiu pela admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O placar da votação foi de 367 a favor e 137 contra a abertura do processo de impeachment (confira tabelas de

Dia 17: nas ruas, trabalhadores/as deram lição de unidade e combatividade

Este domingo, 17/04, entrará para a história como o dia da farsa dos golpistas. Mas entrará para a história também a combatividade, a unidade na diversidade e a disposição de centenas de milhares de pessoas de defender a democracia e impedir a instalação de um governo ilegítimo, disposto a aumentar a exploração ao limite para

Não aceitamos o golpe contra a democracia e nossos direitos! Vamos derrotar o golpe nas ruas!

Este 17 de abril, data que lembramos o massacre de Eldorado dos Carajás, entrará mais uma vez para a história da nação brasileira como o dia da vergonha. Isso porque uma maioria circunstancial de uma Câmara de Deputados manchada pela corrupção ousou autorizar o impeachment fraudulento de uma presidente da República contra a qual não

Gilberto Maringoni | A batalha contra o golpe

Gilberto Maringoni | A batalha contra o golpe não é ‘fica Dilma’ e nem ‘volta Lula’

Gilberto Maringoni* GOLPE – Estamos lutando contra o impeachment de um governo de direita para impedir que outro governo mais à direita chegue ao poder. As diferenças entre eles – Dilma e Temer – são mínimas. Trata-se de divergências de nuances, não de rumo. Dilma já demonstrou que faz qualquer negócio para se manter no

Paula Coradi | O tempo não para

Paula Coradi* “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa.” Karl Marx, Dezoito Brumário de Louis Bonaparte.   O Brasil hoje vive uma grave crise política. A direita oligárquica e reacionária marcha a largos passos, rompendo pactos que fundamentam o Estado Democrático de Direito. Isso gera no país um

Multidão toma as ruas contra o impeachment, o ajuste fiscal e pela saída de Eduardo Cunha

Multidão toma as ruas contra o impeachment, o ajuste fiscal e pela saída de Eduardo Cunha

Contra o impeachment, contra o ajuste fiscal e pelo fora Eduardo Cunha, milhares de trabalhadoras e trabalhadores foram às ruas de todo o Brasil nesta quarta-feira. Em São Paulo, onde se realizou a maior manifestação, diversos movimentos sociais, com destaque para o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), entidades sindicais e estudantis ocuparam a avenida Paulista até a Praça da República, onde finalizou o ato. A Intersindical Central da Classe Trabalhadora se somou  a atividade,  como vem se empenhando pela unidade em torno da pauta e dos interesses populares.

Resolução: Não ao impeachment. Contra o ajuste fiscal. Fora Cunha!

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora, por meio da sua Direção Nacional reunida na capital paulista nos dias 12 e 13 de dezembro, considera: 1- que a abertura de processo de impeachment da presidente da república é ilegítimo. Para nós, ser contra o impeachment não se traduz em apoio ao governo Dilma, que adota uma

Aldo Santos | A neutralidade não é neutra

Estamos acompanhando no cenário micro e macro da luta  política o avanço  das forças  do fundamentalismo, do machismo da lgbtfobia  e do reacionarismo político capitaneada pelo   fascista do Cunha, do presidente do decrépito senado e do vice presidente Michael Temer, todos do histórico e fisiológico do PMDB. Estamos visualizando os largos passos da marcha dos

Combater a dispersão e afirmar a solidariedade de classe

A reorganização do capitalismo promoveu profundas transformações no chamado “mundo do trabalho”. Não somos mais a classe trabalhadora fordista, concentrada em grandes unidades, com um determinado tipo de rotinas de trabalho que permitia menores dificuldades de organização e luta. Fragmentados e dispersos e submetidos a diversos tipos de contratação do trabalho (terceirizados, contratados diretamente, informais,

Nota da Frente Povo Sem Medo em relação ao processo de impeachment

No dia 2 de dezembro, o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) decidiu abrir processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. O país todo sabe que a decisão de Cunha foi tomada em meio a chantagens para salvar o seu próprio pescoço. Cunha é corrupto notório, age por interesses menores e não tem autoridade

Nota da Secretaria Geral da Intersindical sobre a abertura do processo de impeachment

O impeachment da presidente não é uma medida para beneficiar o povo brasileiro. Ao contrário, o “fora Dilma” permitiria a Temer aplicar o programa que o PMDB negociou com o grande capital, como aposentadoria só depois dos 65 anos (60 se mulher) e desvinculação da aposentadoria ao salário mínimo, terceirização geral, prevalência do negociado sobre

Trabalhadores da Frente Povo Sem Medo pelo Brasil engrossam o Fora Cunha!

Em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Uberlândia, Recife, Fortaleza, Goiás, Distrito Federal, Roraima, Tocantins, Curitiba, Rio Grande do Sul e Natal! FORA CUNHA! NÃO AO AJUSTE FISCAL! Um dos grandes representante das atuais políticas conservadoras é o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Não bastassem as medidas que retiram direitos da classe trabalhadora, juventude,

Todos e todas às ruas neste domingo, em São Paulo e diversas cidades!

Fora Cunha! Não ao ajuste fiscal! Todos e todas às ruas dia 8 de novembro! O Povo Sem Medo estará nas ruas neste 8/11, mês da Consciência Negra e Zumbi dos Palmares. Serão mobilizações populares em várias cidades brasileiras exigindo o Fora Cunha e contra o ajuste fiscal aplicado pelo Governo Federal e pelos Governos

Gilberto Maringoni | A polarização PT-PSDB chegou ao fim?

Gilberto Maringoni* O rompimento da polaridade não veio de uma força externa, mas nasce no âmago da coligação petista. E definirá os rumos futuros da política brasileira. Uma das decorrências a ser extraída da degringolada voluntária do governo Dilma é a de que pode estar acabando a polarização PT-PSDB. Ela existe na cena política desde

Ordem de despejo de Guaiviry (MS) foi suspensa pelo STF no final da tarde de quarta-feira (21)

Cerca de 150 indígenas Kaiowá e Guarani do tekoha (“lugar onde se é“) Guaiviry, no município de Aral Moreira (MS), fronteira com o Paraguai, puderam dormir em paz pelo menos nesta última noite, sem o risco de serem despejados de modo violento, como tem acontecido recorrentemente no estado. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF),

Guilherme Delgado | A disputa que impede a emergência de uma terceira via

“Nós estamos em um ponto em que, se o ajuste fiscal virar ajuste estrutural, nessa linha de tirar direitos sociais básicos, fazer uma reforma Constitucional avassaladora, no sentido de passar o trator em cima da Ordem Social da Constituição, não teremos a menor possibilidade nem de crescimento nem de igualdade social nos próximos quatro anos”,

Atílio Boron | Francisco sustenta

Atílio Boron Depois do discurso de Francisco no Encontro dos Movimentos Sociais, não tardaram em aparecer vozes advertindo que suas palavras não deviam ser levadas a sério, tomando em conta a longa história da Igreja Católica como guardiã da ordem capitalista e responsável por incontáveis crimes. Havia uma incredulidade imposta e, inclusive, uma vigilância militante

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