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SINAI-RN participa do Dia Nacional de Paralisação e Manifestações

SINAI-RN

No Dia Nacional de Paralisação e Manifestações Rumo à Greve Geral, o SINAI, em conjunto com a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, construiu e coordenou duas horas de paralisação no DETRAN/RN, com parada parcial das atividades na autarquia das 8h às 10h.

Com denuncias sobre as MPs recém aprovadas pelo Congresso e também contra o PLC 30 (PL4330), da terceirização. Foi feito debate na categoria sobre a falta de diálogo e negociações com o Governo Robinson Faria (PSD-RN). Logo após, os trabalhadores se dirigiram à greve do CREA/RN que há uma semana em greve reivindicam reajuste salarial e outras melhorias.

Por fim, às 15hs a Intersindical ainda participou do ato estadual conjunto das Centrais na região central de Natal.

SINAI-RN participa do Dia Nacional de Paralisação e Manifestações

Trabalhadores, sindicatos, entre eles o SINAI-RN, movimentos sociais e estudantes foram às ruas do centro de Natal na tarde desta sexta-feira (29) protestar contra o PL 4330 (Lei da terceirização) e as MPS 664/665 (que restringem e dificultam o acesso a direitos trabalhistas).
 
O ato reuniu cerca de duas mil pessoas e fez parte do Dia Nacional de Paralisação e Manifestações Rumo à Greve Geral, convocado pelas centrais sindicais, Intersindical, CUT, CSP-Conlutas, UGT, CTB e Nova Central.
 
O Secretário Geral do SINAI-RN, Santino Arruda, avaliou a manifestação como positiva: “Esta manifestação, independente do seu desfecho, é importante pela simbologia do ato de resistência contra à terceirização e o ajuste fiscal do governo federal. Em São Paulo, por exemplo, os trabalhadores fecharam várias avenidas importantes. No Recife, a classe trabalhadora do transporte aderiu fortemente. O Metrô e os trens paralisaram suas atividades e os ônibus saíram às ruas com a frota reduzida”. 
 
O Coordenador Geral, José Nilson, exaltou a unidade das centrais sindicais no ato. “Todas saíram às ruas com o mesmo objetivo de protestar contra as medidas provisórias e a terceirização”, avalia. 
 
Para Nilson, o ajuste fiscal não deveria penalizar a classe trabalhadora e todos devem permanecer unidos para exigir que a presidente Dilma vete o projeto da terceirização: “Este ajuste do governo deveria taxar as grandes fortunas, principalmente os banqueiros. Os trabalhadores brasileiros não podem ser penalizados. Além disso, nós devemos nos unir e exigir que a presidente vete integralmente o PL 4330”.
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