Combate às Opressões

Revista Essas Mulheres 2017 - nº 2 | INTERSINDICAL

Coletivo de mulheres da Intersindical lança mais uma edição da Revista Essas Mulheres

Lançar o segundo volume da revista Essas Mulheres em novembro de 2017, marca um movimento importante em nossa luta. A revista evidencia nosso combate aos retrocessos impostos por um governo ilegítimo, representado pela figura de Michel Temer, mas também, nos coloca num campo do movimento de mulheres que se reivindica negro, indígena, classista, que busca a transformação radical da sociedade e o fim das classes sociais, do racismo e do patriarcado.

SC: Mulheres da saúde em greve neste 8 de março

Nesse ano, entidades e organizações de todo o mundo estão organizando uma greve internacional das mulheres no 8 de março. O objetivo é mostrar para os patrões do Brasil e do mundo que nossas vidas importam, que representamos mais de metade da população no planeta e que somos fundamentais para movimentar a economia e garantir o funcionamento da produção de riqueza (agricultura, indústria, serviços públicos essenciais, comércio, etc) das nossas nações.

Dia 8 de Março pelo fim da violência contra a mulher e o desmonte da previdência

No próximo dia 8 de março (quarta-feira), tem Ato Unificado das mulheres. Elas vão às ruas organizar um Dia Internacional de Luta contra o machismo, a violência, a cultura do estupro e também contra o desmonte da Previdência Social. A concentração será às 16h30 na Estação da Cidadania (Av. Ana Costa, 340, esquina com Francisco Glicério) com diversas atividades como música, teatro, exposição de fotografias e oficinas até a saída da marcha às 18h30.

Exigimos: basta de violência contra as mulheres!

É grave a situação em que as mulheres são submetidas no Brasil pelo patriarcalismo e o capitalismo. Os números dão uma mostra dessa situação aviltante, ainda que as estatísticas jamais vão expressar a dor e as consequências para a vida das mulheres, em particular a mulher trabalhadora.

Mulheres exigem igualdade de condições. Chega de opressão!

A opressão à mulher trabalhadora se observa em praticamente todas as dimensões da vida social. A desigualdade no mercado de trabalho, por exemplo, apesar de ser observada nos diversos cantos do mundo, é uma das marcas da formação social brasileira.

Capixabas aderem à Greve Internacional das Mulheres e realizam marcha no 8 de março

Com o lema “As capixabas vão parar! Contra a Reforma da Previdência e nenhum direito a menos”, no 08 de março o Fórum de Mulheres do Espírito Santo realizará uma marcha que sairá da Praça Oito, no Centro de Vitória, com concentração a partir das 8h. A iniciativa, que faz parte do calendário do Dia Internacional da Mulher, dialoga com a Greve Internacional que envolverá mulheres de todo o mundo na luta contra o machismo e o patriarcado.

Projeto de lei aprovado na Alerj quer cobrar multa de agressores de mulheres

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou hoje (7) um projeto de lei (PL 231/15) que determina que o autor de violência doméstica e familiar contra a mulher no estado, além da prisão, também deverá pagar multa, a qual deverá ser regulamentada pelo Executivo. A autora do projeto, deputada Martha Rocha (PDT), explicou que o objetivo da lei é combater esse tipo de violência de forma sistêmica e que o agressor arque com parte do custo dos serviços públicos de emergência utilizados no atendimento à vítima. O texto segue para sanção do governador Luiz Fernando Pezão.

Políticas de ajuste e gênero: O impacto da PEC 55 na vida das mulheres trabalhadoras

A PEC 55 (nome dado à PEC 241 no Senado), se aprovada, impedirá que áreas como saúde, educação e assistência social tenham novos investimentos nos próximos 20 anos. Dentre os argumentos favoráveis à PEC está a retomada do crescimento econômico brasileiro. Argumento frágil diante da quantidade de problemas que teremos como resultado desta medida em curso pelo governo ilegítimo de Temer.

Nenhum golpe nos calará!

Nota das Mulheres da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora O que vivenciamos nos últimos meses foi um golpe de

Viviana Abud, da FSM: a questão de gênero é uma luta política que necessita de formação

Viviana Abud, da FSM: a questão de gênero é uma luta política que necessita de formação

“Como gênero, somos oprimidas, mas enquanto classe trabalhadora, somos exploradas. E é aí que se encontra o ponto inicial da luta que travamos”, analisou a dirigente sindical chilena, Viviana Abud, subcoordenadora de mulheres da América Latina da FSM (Federação Sindical Mundial) e Secretária Geral do SITECO (Sindicato Interempresa de la Gran Minería y Ramas Anexas) na noite desta quarta-feira, 30.

Câmara de São Paulo vota PME dia 25

Queridas companheiras, como sabem, temos acompanhado a discussão em torno da introdução de questões relativas ao gênero no plano municipal