Químicos reivindicam 14% de reajuste com aumento real

A pauta de reivindicações dos/as trabalhadores/as do setor Químico reivindica 14% de reajuste, R$ 2.000 como piso salarial e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) equivalente ao valor de 2 pisos salariais reajustados.

Esta proposta, que será levada aos patrões no dia 22/09, foi discutida ontem (14/09) pelos sindicatos que integram a Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico do Estado de São Paulo (Fetquim), durante o seminário de planejamento para a campanha salarial.

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    Para que os/as trabalhadores/as químicos tenham acesso aos lucros que foram direito para os bolsos dos patrões- e que são resultado ne nosso suor dentro das fábricas-  é preciso lutar por aumento real, que é um percentual a mais, além da inflação. Por isso, a proposta de 14% que levaremos à bancada patronal contempla as perdas inflacionárias mais 5% de aumento real. Esta pauta de reivindicação é a mesma que discutimos no dia 4 de setembro, durante nosso encontro de base.

    Segundo a assessoria do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), considerando as estimativas do Banco Central, a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para data base 1º de novembro é 9,06%. Este percentual corresponde à previsão das perdas que o salário dos/as trabalhadores/as do setor químico terá acumulado entre 1º de novembro de 2016 e 31 de outubro de 2016, data base da categoria química.

    Fonte: Sindicato dos Químicos de Campinas e Osasco

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