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Michel Temer revoga decreto de uso das Forças Armadas no dia seguinte ao Ocupa Brasília

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Sob pressão da base aliada, o presidente Michel Temer recuou e revogou decreto para atuação das Forças Armadas nas ruas do Distrito Federal em edição extra do “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (25).

Para evitar uma concentração ainda maior dos movimentos sociais que foram à Brasília exigir o Fora Temer e Diretas Já, o golpista não hesitou em convocar as Forças Armadas para sua proteção.

O fato é que o decreto que permitia aos efetivos militares atuarem com poder de polícia que criou uma nova crise com a Câmara dos Deputados.

Antes de tomar a decisão, o presidente foi alertado por auxiliares e assessores do desgaste que a presença das Forças Armada poderia causar à sua imagem, já prejudicada pelas delações da JBS.

Mais mentiras

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, deu a seguinte justificativa para o decreto: “O presidente decretou, repito por solicitação do presidente da Câmara dos Deputados, uma ação de Garantia da Lei e da Ordem”,

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no entanto, negou que tenha pedido o emprego das Forças Armadas. Segundo ele, solicitou que a Força Nacional garantisse a segurança nas adjacências do Congresso Nacional e pediu uma retratação do ministro da Defesa.

Em reação, o governo Temer confirmou que Maia pediu o emprego da Força Nacional mas disse que o efetivo disponível em Brasília já havia sido utilizado para proteger o entorno do Palácio do Planalto. Por isso, e devido ao tamanho da manifestação, o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) e o Ministério da Defesa decidiram que as Forças Armadas seriam mais efetivas.


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