Nota de solidariedade aos professores estaduais em greve no Ceará

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O Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza e a Intersindical – Central da Classe trabalhadora vêm publicamente solidarizar-se com os professores estaduais do Ceará, em greve há mais de 40 dias, bem como com os estudantes e pais que ocupam escolas e órgãos públicos, como a Secretaria de Educação do Ceará (Seduc).

Sabemos que o principal responsável pela greve é o governador Camilo Santana (PT), que se mostrou intransigente, levando não só os professores, mas outros segmentos do funcionalismo estadual à mobilização para a garantia de direitos elementares como reajuste salarial, melhores condições de trabalho e um serviço público de qualidade.

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Deve-se lembrar que a atitude de descaso com os servidores e a população não é exclusiva do governador Camilo Santana. O prefeito Roberto Cláudio (PDT) age da mesma forma em Fortaleza, assim como antes Dilma Rousseff (PT) e agora Michel Temer (PMDB) agem a nível federal.

Há recursos para obras milionárias, caixa 2, corrupção, publicidade enganosa e pagamento de dívidas públicas imorais. Mas quando se trata de garantir aos servidores e à população os direitos elementares, o discurso é de crise. Como dissemos na Campanha Salarial dos servidores municipais este ano, não causamos a crise e não vamos pagar por ela.

Ao mesmo tempo que desrespeitam os servidores e à população e atacam direitos, os governos desfecham ataques contra o movimento social e tentam criminalizar lideranças e entidades, usando o Judiciário para que o Estado interfira na organização dos trabalhadores. Aqui em Fortaleza tivemos várias mobilizações de servidores suspensas pela justiça, com multas absurdas de até R$ 200.000,00 por dia. A greve dos professores também foi decretada ilegal. Não podemos continuar aceitando isso, enquanto juízes, desembargadores e o Ministério Público fecham os olhos para as várias leis que são descumpridas pelos governantes.

Está na hora dos trabalhadores, da juventude, das mulheres, dos excluídos e explorados darem um basta nestes governos e neste sistema de fome, miséria, opressão e exploração.

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