Ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), é recebido com protesto no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Santa Catarina

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O SindSaúde (SC) e outras entidades em luta pela defesa da saúde pública organizaram um ato pela visita do Ministro da Saúde à Florianópolis. Ricardo Barros (PP) veio à capital conhecer a UTI do Hospital Infantil, que está fechada desde a sua inauguração por falta de servidores, em 2013. Os manifestantes reivindicam a abertura dos cerca de 20 leitos fechados no HI e o aumento do investimento na saúde pública

Há 3 anos que o Estado não dá respostas sobre quando a população poderá fazer uso desse tipo de atendimento. Por isso queremos COBRAR do Governo do Estado e do Ministro da Saúde a abertura da UTI e do Centro Cirúrgico do Hospital Infantil, que é referência em Santa Catarina.

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Cerca de 75% da população brasileira utiliza exclusivamente os serviços do SUS e esse número tende a aumentar com a atual crise econômica, pois muitas famílias cancelam os planos de saúde para diminuir os gastos.  E as dificuldades já conhecidas do SUS tendem a se aprofundar com o corte no orçamento da saúde de R$ 2,5 bilhões para esse ano.

Acreditamos que com os governos Estadual e Federal a manutenção e expansão do nosso Sistema Público de Saúde está em risco. Isso, pois o novo ministro assumiu o cargo no governo provisório de Michel Temer (PMDB) vem sendo criticado pelos movimentos sociais por seus pronunciamentos que vão contra os princípios do SUS.

Ricardo Barros é um engenheiro e empresário paranaense, que não tem experiência em gestão em saúde e chegou a dizer que “o tamanho do SUS precisa ser revisto”.

Ao fazer essa afirmação ele fere amplamente o princípio da universalidade e da integralidade. Isto é dizer que os cidadãos terão que pagar por alguns serviços, além dos impostos que já pagam para custear a saúde.

Ricardo Barros afirmou em entrevista ao Jornal Folha de São Paulo, no dia 17 de maio, assim que assumiu a pasta, que a Constituição Federal precisa ser revista. “Nós não vamos conseguir sustentar esse nível de direitos que a Constituição determina”, afirmou.

Além das privatizações e do sucateamento, o movimento em defesa da saúde vai precisar lidar com um Ministro que não defende o SUS e não tem militância na saúde. Talvez por isso ele defenda rever o tamanho do SUS, quando o que deveria ser revisto é o tamanho do orçamento da Saúde – o Brasil investe apenas 4% de seu orçamento anual em saúde e em 2016 ainda sofreu um corte de R$ 2,5 bilhões. Precisamos dizer que não aceitaremos nennhuma retirada de direitos!

O SUS é nosso, ninguém tira da gente! Direito garantido não se compra e não se vende!

Fonte: Sindsaúde Santa Catarina

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