Intersindical e professores paralisam Via Anchieta em Santos

Intersindical e professores paralisam Via Anchieta em Santos

Compartilhe

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email

Sindicato dos Bancários de Santos e região

Dirigentes da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, a diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e os professores da região, juntamente com representantes de outras centrais e a Apeoesp/Baixada Santista, participaram da paralisação de uma das pistas da Via Anchieta na entrada da cidade de Santos/SP, das 6h às 7h, dia 13/5. O Ato faz parte da Greve dos Professores.

Acha esse material importante? Cadastre seu e-mail para receber nossa newsletter.

“O apoio fez parte do calendário unificado das centrais sindicais contra o PL 4330 (terceirização), as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665, contra o ajuste fiscal que coloca a conta para o trabalhador pagar, em defesa dos direitos e da democracia”, afirma Ricardo Saraiva Big, Secretário de Relações Internacionais da Intersindical e Presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.

Também estão previstos atos:

Dia 14, às 10h (em frente da Fundação Lusíadas (rua Armando Sales de Oliveira, 150, em Santos), contra as Organizações Sociais (OSs) privatizadoras do serviço público e alvo de denúncias de corrupção em todo Brasil;

Dia 29/05 –  Dia Nacional de Paralisação e Manifestações Rumo à Greve Geral.

Greve dos Professores

A greve dos professores de São Paulo já dura 62 dias e a violência e o descaso de Alckmin são intoleráveis. A categoria está com seus salários defasados em 75,33% e o governo do PSDB ofereceu 0% e está descontando os dias parados dos grevistas. Segundo os professores, 21 mil foram demitidos em 2015 e mais de 3000 salas de aulas foram fechadas. Conforme relatos, eles tem que esperar de 2 a 3 anos numa fila para conseguir se aposentar, mesmo com tempo de serviço suficiente. Além disso, trabalham em locais sujos, em salas com até 90 alunos sem ventilação, são obrigados a trazer papel higiênico para poder utilizar o banheiro, fazer cotização para comprar café, açúcar, filtro e outros utensílios para a cozinha, ou seja, o governo sucateou a educação em São Paulo com a precarização das condições de trabalho e arrocho salarial.

Paraná e Pará

A violência contra os professores também acontece no Paraná, onde 392 mestres ficaram feridos depois do ataque da Polícia Militar de Beto Richa; e no Pará, onde a longa greve é desconsiderada por Simão Jatene, governadores do PSDB.

“Queremos Educação pública e de qualidade para todos”, finalizou Eneida Koury, da Executiva Nacional da Intersindical e Secretária Geral do Sindicato dos Bancários.

Assista ao vídeo da ação desta manhã:

Ato_professores_paralisa____o_entrada_santos-5821

Ato_professores_paralisa____o_entrada_santos-5890

 

 

Acha esse material importante? Cadastre seu e-mail para receber nossa newsletter.

COMPARTILHE
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email

Já assistiu nossos últimos vídeos no YouTube?

2 de outubro FORA BOLSONARO
2 de outubro FORA BOLSONARO
Nilza Pereira: Unidade é a chave para derrotar Bolsonaro
Nilza Pereira: Unidade é a chave para derrotar Bolsonaro
100 mil na Paulista pelo Fora Bolsonaro
100 mil na Paulista pelo Fora Bolsonaro
Inscreva-se
Notificar de
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários