German não paga trabalhadores do Estaleiro Mauá, mas quis investir 250 milhões de euros em empresa aérea

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INTERSINDICAL – Central da Classe Trabalhadora

Já faz mais de 50 dias que os 1200 trabalhadores do Estaleiro Mauá (EISA PETRO UM), demitidos no início de julho, estão sem receber suas indenizações trabalhistas. Além da onda de demissões e a ameaça de fechamento da empresa, outros 2 mil trabalhadores foram colocados em licença por tempo indeterminado e, também desde então, seguem sem receber seus salários.

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José Batista Júnior, dirigente sindical da categoria e da Intersindical Central da Classe Trabalhadora, ressalta que há muito tempo o magnata German Efromovich, dono do estaleiro, além de um império de negócios de petróleo, saúde e turismo, tenta comprar a empresa de linhas aéreas portuguesa TAP Portugal.

Em junho deste ano German chegou a sugerir injetar 250 milhões de euros na empresa em mais uma de suas tentativas de privatizar a empresa, que hoje opera em regime de economia mista.

Junior Metalúrgico, como é conhecido entre os trabalhadores, se mostra indignado com a situação: “a partir do momento que ele demonstrou vontade de comprar a TAP, significa que ele tem dinheiro para ao menos pagar os trabalhadores”, ressalta.

Na última semana Júnior denunciou, por meio de um vídeo (clique aqui para assistir) a lentidão com que o caso dos trabalhadores está sendo tratado, inclusive pelo sindicato, que não aposta na mobilização dos trabalhadores, deixando o caso somente a cargo da justiça.

Em relação a isso, há uma audiência marcada somente para o dia 14 de agosto, às 14 horas (assista abaixo o vídeo). Enquanto isso, diversos companheiros de categoria se encontram sem dinheiro para suprir as necessidades mais básicas e, de acordo com Júnior, já há trabalhadores que estão em situação de fome.

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