Comunidade acadêmica toma as ruas de Porto Alegre (RS) contra a PEC 241

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Na tarde desta segunda-feira, 24 de outubro, técnico-administrativos, estudantes e docentes da UFRGS, UFCSPA e IFRS realizaram um grande ato contra a PEC 241 e em defesa da educação pública. Também estiveram presentes representantes de diversos sindicatos de servidores e movimentos estudantis, que tomaram as ruas de Porto Alegre.

A ação acontece no início de uma semana que é fundamental para o futuro do Brasil. Está prevista a votação em segundo turno na Câmara dos Deputados da PEC 241, conhecida como “a PEC do fim do mundo”. Entre outras coisas, a proposta de emenda constitucional prevê o congelamento dos investimentos em saúde e educação pelos próximos 20 anos, atrelando-os ao montante gasto no ano anterior mais a correção da inflação. A justificativa é que a União não pode gastar mais do que arrecada.

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O ponto de encontro do ato em defesa da educação e contra a PEC foi o Campus Central da UFRGS em frente à Faculdade de Educação. No início da atividade estudantes realizaram uma “batucada” para animar o início das concentrações, logo após foi a vez da fala das entidades que estavam presentes no ato. Em seguida o movimento tomou as ruas de Porto Alegre trancando o trânsito e chamando a atenção da população da capital sobre a necessidade de lutar contra as medidas do governo ilegítimo de Michel Temer.

A manifestação percorreu as principais avenidas do centro da cidade como Salgado Filho e Borges de Medeiros, culminando em frente ao TRT 4, na Praia de Belas, onde o movimento encontrou os servidores do judiciário que também realizaram ato contra a proposta de emenda constitucional. Durante a caminhada foram entoados cantos de “Fora Temer” e falas pela manutenção da educação pública de qualidade, sobre a união entre docentes, servidores e estudantes, contra o projeto enganoso “escola sem partido” e pela necessidade do envolvimento de toda a população neste momento de medidas de retrocessos. O ato também lembrou o parcelamento de salários do Governo Sartori no Rio Grande do Sul. 

A PEC 241 é apenas a ponta do iceberg. Caso aprovada, a proposta acarretará também na reformas da previdência e trabalhistas, com um futuro alarmante para o país onde a população precisará trabalhar mais para ganhar menos, com indicativos de perca de direitos como adicional noturno, décimo terceiro, férias e benefícios, sem contar um tempo maior de contribuição para poder se aposentar. 

O próximo passo é a Greve Geral, marcada para o dia 11 de novembro, para pressionar a classe política do país a vetar os retrocessos do Governo Michel Temer. Neste sentido a categoria dos técnico-administrativos da UFRGS, UFCSPA e IFRS realizam Assembléia Geral para discutir a greve, na próxima quarta-feira.

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Fonte: Assufrgs

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