Notas

Auxílio Emergencial de 600 Reais, JÁ! Contra a fome, o Congresso Nacional tem que votar e aprovar o Auxílio de R$ 600 mensais, até o fim da pandemia. O Brasil ainda atravessa momentos terríveis de crises econômica e sanitária, caminhando a passos largos para a marca de meio milhão de mortos por covid-19, sem leitos …

20 DE ABRIL: Dia Nacional de Luta e Auxílio e Conscientização Leia mais »

Nota contra a consulta e o decreto que regulamenta disposições relativas à legislação trabalhista e institui o Programa Permanente de Consolidação, Simplificação e Desburocratização de Normas Trabalhistas e o Prêmio Nacional Trabalhista1 O FÓRUM INTERINSTITUCIONAL DE DEFESA DO DIREITO DO TRABALHO E DA PREVIDÊNCIA SOCIAL – FIDS, integrado por entidades de representação do mundo do trabalho …

Entidades alertam para nova investida do Governo Bolsonaro que amplia precarização do trabalho Leia mais »

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora, através de sua Direção Nacional, manifesta veemente repúdio à decisão do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, que, de forma arbitrária, exonerou, no último dia 5 de janeiro, o servidor público, comissário da Polícia Civil, Áureo Cisneiros Luna Filho, ex-presidente e atual diretor de imprensa do SINPOL-PE.

Diante do contexto atual lutamos por cinco medidas emergenciais, que são essenciais para a garantia da vida e dos direitos do povo brasileiro. Leia mais.

O auxílio emergencial de R$ 600,00 garantiu o consumo básico de mais de 60 milhões de brasileiros e brasileiras, ajudou 66 milhões de informais, fomentou a atividade nas empresas e protegeu milhões de empregos.

A Intersindical REPUDIA a Medida Provisória 979/2020 (MP 979/20), que trata da escolha de reitores e reitoras das Universidades, Institutos Federais e CEFET. A Medida Provisória determina que “não haverá processo de consulta à comunidade, escolar ou acadêmica, ou a formação de lista tríplice para a escolha de dirigentes das instituições federais de ensino durante o período de emergência de saúde pública de importância internacional decorrente da pandemia da COVID-19”.

Lamentamos profundamente o falecimento do companheiro Eliezer Mariano da Cunha, dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e da Intersindical Instrumento de Luta.

Extensão da QUARENTENA GERAL. Pagamento imediato do auxílio para toda população sem renda. Nenhuma redução ou congelamento de salários. Garantia no emprego. Fora Bolsonaro e Mourão. Impeachment e nova eleição presidencial.

É dever de todas organizações democráticas repudiar a ação criminosa do governo Brasileiro e defender de forma contundente a soberania dos povos. A solução para a crise venezuelana será obra de seu próprio povo, não aceitamos nenhum tipo de intervenção. 

Mesmo NÃO TENDO CONCORDÂNCIA com a presença destes personagens em nosso ato, decidimos por construí-lo, porque nosso compromisso é exclusivamente com a classe, e ela estará participando, mesmo que virtualmente, no 1° de Maio. Não poderíamos deixar de colocar nossa posição perante os trabalhadores e trabalhadoras neste momento. A Intersindical apresenta à classe trabalhadora neste 1° de Maio sua posição e compromisso de luta, expressos nos seguintes pontos:

Nota de Conjuntura da Intersindical – A Intersindical Central da Classe Trabalhadora reafirma que o caminho da superação da crise econômica, sanitária e política brasileira passa pela reafirmação da solidariedade e afirmação do papel do estado e do serviço público.

As centrais sindicais brasileiras vêm denunciando o caráter predatório da MP 905 desde seu lançamento pelo Governo Bolsonaro, em novembro de 2019.

A INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora, entidade filiada à Federação Sindical Mundial (FSM), vem a público prestar a mais profunda solidariedade ao povo e ao governo bolivariano da Venezuela diante do agravamento das agressões imperialistas estadunidenses à nação de Bolívar, Chávez e Maduro.

Infelizmente, precisou que surgisse um novo vírus – Coronavírus, para que grande parte da sociedade percebesse a importância de todos os profissionais envolvidos na área da saúde.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora apoia a luta dos trabalhadores e trabalhadoras do metrô em defesa da vida. Tudo que não é essencial neste momento de pandemia deve ser paralisado, para evitar o crescimento do contágio e poupar vidas. O Metrô e o trem deveriam atender apenas as pessoas que estão no combate ao coronavírus que causa a Covid 19 e aqueles que estão em busca de ajuda médica.

A Direção Nacional da Intersindical, reunida de forma virtual no dia 25/03, alerta suas bases, a classe trabalhadora e as organizações populares a intensificarem a pressão para a necessária quarentena geral a fim de conter a propagação do coronavírus.

As Centrais Sindicais, reunidas virtualmente nesta segunda feira, afirmam que a Medida Provisória 927, editada pelo Governo Federal, na calada da noite de domingo, 22 de março, é cruel e escandalosa. Chega a ser surreal pensar que um presidente da República possa agir de maneira tão discriminatória e antissocial, jogando nas costas dos trabalhadores mais …

Que o Congresso Nacional assuma o protagonismo: devolva a cruel MP927! Leia mais »

A Medida Provisória 927 é direcionada para atender unicamente aos interesses mais mesquinhos do grande patronato, indo na contramão das medidas de proteção da renda assumida na maioria dos países assolados pelo COVID-19.

A rapidez da disseminação global do coronavírus, já declarado pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem gerado também muita especulação quanto aos efeitos na economia mundial.

Nesta quinta-feira (12), as centrais sindicais reuniram-se em São Paulo para discutir a declaração de pandemia global pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em decorrência do novo coronavírus se coloca na defesa de ações coletivas de prevenção à propagação do vírus e seus impactos sociais e econômico.

Centrais sindicais, partidos políticos e movimentos sociais constroem neste momento a Jornada de Lutas por Emprego e Direitos

A promulgação do resultado da consulta de alteração do estatuto da CASSI, apreciada pelo corpo social da entidade entre os dias 18/11/2019 à 28/11/2019, ao não observar o texto do art. 73º do estatuto social que determina “Para aprovação de reforma estatutária […], é necessário o quorum de votantes de metade do total de associados registrado no último balancete mensal publicado, mais 1 (um) associado, e, destes, que no mínimo, 2/3 (dois terços) votem favoravelmente, não computados os votos em branco.” é um claro atentado a legalidade e a democracia na condução da CASSI.

Nós, agricultores e agricultoras familiares, organizados em diversos movimentos sociais, reunimos em Uberlândia com o intuito de debater a conjuntura brasileira e a tarefas políticas dos povos do campo e da floresta. O Seminário foi um momento rico de troca de experiência e alinhamento da resistência. 

Subscrevemos o Manifesto “A CASSI tem Solução” por representar uma solução para a CASSI aderente a esses princípios. Exigimos que a proposta acima seja objeto de apreciação da CASSI nos seus órgãos de governança, pois a governança da CASSI é COMPARTILHADA entre patrocinador e associados. A governança corporativa da CASSI tem obrigação de dar seu parecer pois o funcionalismo POSSUI a sua PROPOSTA!

Com indignação que a Intersindical Central da Classe Trabalhadora, desde o Brasil, manifesta seu repúdio à trama imperialista e oligárquica na Bolívia, que resultou no golpe de estado contra o governo constitucional de Evo Morales.

O movimento sindical brasileiro repudia as declarações ameaçadoras do líder do governo Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), em que advoga um novo AI-5 para reprimir as forças do campo democrático, popular e as lutas sociais. A fala covarde e irresponsável do filho do Presidente da República é mais uma “cortina de fumaça” utilizada pra tentar abafar as relações nada republicanas da família Bolsonaro com as milícias.

A INTERSINDICAL CENTRAL DA CLASSE TRABALHADORA, entidade filiada à Federação Sindical Mundial (FSM), manifesta sua solidariedade ao povo chileno, que na última semana tem se rebelado contra as políticas neoliberais do governo de Sebastián Piñera.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora se solidariza com a justa e necessária luta dos irmãos e irmãs equatoriano contra o governo neoliberal de Lenín Moreno, presidente que traiu a confiança do povo e os princípios fundantes do seu partido, a Revolucíon Ciudadana.

A INTERSINDICAL CENTRAL DA CLASSE TRABALHADORA vem a público externar seu repúdio às ações arbitrárias e isoladas praticadas pela direção do Campus do IFPI de São Raimundo Nonato que, numa manipulação grosseira das normas internas e da legislação vigente, estão transformando processos administrativos disciplinares (PAD) em instrumentos de perseguição política de servidores e servidoras. Exemplo berrante dessa postura culminou com a demissão delituosa da servidora e dirigente sindical Hellen Cristina de Oliveira Alves.

Contra o pluralismo. Em defesa do direito de livre organização da classe trabalhadora. Unidade ampla em defesa das liberdades, contra o desmonte do Estado, a destruição dos direitos civis, sociais, trabalhistas e previdenciários.

TODA SOLIDARIEDADE À FAMÍLIA DO TRABALHADOR SEM TERRA LUIZ FERREIRA DA COSTA E A TODOS MORADORES DO ACAMPAMENTO MARIELLE VIVE, DO MST

A morte de sindicalistas na região não é um fato isolado, o companheiro Carlos Cabral é o quarto dirigente do seu sindicato a ser assassinado. A ação de pistoleiros assassinaram João Canuto (1985), Braz Oliveira (1990) e Expedito Ribeiro (1991).

As Centrais Sindicais, no Pará (CTB, CGTB, NCST, FS, CSP Conlutas, CUT, UGT, CSB e Intersindical), manifestam sentimentos de pesar pelo assassinato do sindicalista Carlos Cabral Pereira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Rio Maria (STTR).

A Intersindical vem a público para manifestar o seu repúdio diante da Injusta condenação do Professor Aldo Santos, ex-vereador por 16 anos em São Bernardo do Campo, presidente da APROFFIB, diretor da APROFFESP, militante sindical da APEOESP e do PSOL – reconhecido defensor dos direitos democráticos e das organizações sociais.

Os delegados e delegadas do 2º Congresso Nacional da Intersindical Central da Classe Trabalhadora se solidarizam com a companheira Maria Valéria. Recebemos com surpresa a notícia do pedido de prisão da companheira, pleiteado pela Associação de Docentes da UFAL (ADUFAL) e pelo Sindicatos dos trabalhadores da UFAL (SINTUFAL), contra a reitora Maria Valéria e membros da sua gestão.

Nos dias 13 e 14 de março de 2019 em São Paulo- Brasil, realizamos o Seminário Internacional da Intersindical Central da Classe Trabalhadora e Federação Sindical Mundial – FSM, com representações de delegações de Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, Nicarágua, Panamá, Peru, Uruguai, Venezuela, e do Escritório na América Latina e Caribe da FSM.

O governo da extrema direita quer excluir de vez os trabalhadores mais empobrecidos elevando ainda mais o tempo de contribuição para o acesso à aposentadoria. Atualmente, já é muito difícil comprovar os 15 exigidos, dado a alternância que milhões de pessoas são submetidas, de longos períodos sem emprego formal e alguns curtos momentos de trabalho com carteira assinada.

São determinações que aprofundam a crise social e de emprego em que vivemos, tornam ainda mais vulneráveis os pequenos municípios, não investem no efetivo saneamento das contas previdenciárias nem apontam um caminho de negociação e entendimento, fundamental para se encontrar uma solução equilibrada e sustentável para a situação.

A INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora manifesta sua solidariedade e apoio à luta em defesa da educação pública protagonizada pelos estudantes e professores através de suas entidades e movimentos legítimos na Colômbia.

La Intersindical Central de la Clase Trabajadora – Brasil manifiesta su solidaridad con el compañero Omar Rengifo Rojas, presidente del Sinaltrainal en Bugalagrande y trabajador de Nestlé de Colombia SA, sindicalista que fue víctima de cobarde atentado en Valle del Cauca.

O anúncio de Jair Bolsonaro sobre o fim do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), nesta quarta-feira (07), confirma sua agenda de combate à classe trabalhadora organizada. Para ele, somos inimigos. 

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora vêm publicamente manifestar seu apoio à permanência das 450 famílias de trabalhadores rurais que se encontram a mais de 20 anos na posse produtiva da área do Quilombo Campo Grande no município de Adrianópolis, sul de Minas Gerais.

Não aceitaremos o desmonte e a entrega da Previdência Social para o sistema financeiro.

A fala do general Mourão contra direitos trabalhistas revela o que está por traz da candidatura de Bolsonaro: uma candidatura antissocial que deve ser repudiada por toda a classe trabalhadora brasileira!

Nós, sindicalistas brasileiros, das mais variadas tendências, que apoiamos candidatos de diversos partidos na próxima eleição presidencial, repudiamos o candidato Jair Bolsonaro.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora vem manisfestar seu apoio a greve de advertência de 72 horas anunciada pelos petroleiros a partir das meia noite de quarta-feira (30/05). A central compreende que é o momento de produzir a unidade da classe trabalhadora em defesa da Petrobras, isso passa por unificar as lutas entre os trabalhadores da produção, do transporte e os consumidores de combustíveis.

Temer anunciou neste início da tarde (25) sua ordem de utilizar forças de segurança federais para acabar com as manifestações de caminhoneiros nas rodovias federais e ainda motivou os governadores a realizar o mesmo procedimento nas vias estaduais.

A Intersindical apoia os caminhoneiros em luta, e aponta a defesa da Petrobras pública como caminho para a mudança da política de preço dos combustíveis.

A Intersindical lamenta profundamente o incêndio e desabamento do prédio em São Paulo que abrigava os moradores da Ocupação Paissandú. É mais um triste Dia dos Trabalhadores com esta tragédia que representa o descaso do poder público com relação a quem não tem onde morar. QUEM OCUPA, NÃO TEM CULPA!

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora vem manifestar seu mais profundo repúdio ao processo de perseguição política levado a cabo pelo Governo do Estado de Pernambuco contra uma das mais importantes lideranças do movimento sindical do estado, o companheiro Áureo Cisneros, Presidente do Sinpol/PE.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora vem externar nosso profundo pesar pelo falecimento do economista e militante social Professor Paul Singer, que faleceu no dia 16 de abril.

A INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora repudia mais uma tentativa de implementação de O.S. (Organização Social – um tipo de associação privada) no Serviço Único de Saúde (SUS) de Florianópolis.

No Brasil, a Intersindical participará de manifestações unitárias nos Estados e do 1° de Maio Nacional em Curitiba. Em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, da soberania nacional, da democracia e por Lula livre. A Federação Sindical Mundial (FSM), em nome de seus mais de 92 milhões de filiados em todo o mundo, saúda este dia a todos os trabalhadores que vivem, trabalham e lutam em todos os cantos do mundo. O Primeiro de Maio foi, é e será um guia para as lutas de ontem e de amanhã. O primeiro de maio deve ser uma mensagem de resistência contra a burguesia, os imperialistas e as políticas de suas alianças internacionais.

Esta carta é um convite ao debate para todas as lideranças da classe trabalhadora catarinense, desde os setores informais, dos desempregados, dos povos do campo, da luta por terra e moradia, das oposições sindicais combativas, até às direções sindicais, em nome de suas entidades ou como minorias.

A execução na última quarta-feira (14) da vereadora do PSOL no Rio de Janeiro, Marielle Franco deu início a uma comoção nacional sem precedentes na história recente do país. Não por acaso seu martírio – consequência do seu compromisso com a luta e a dignidade das mulheres negras e do povo das periferias cariocas – despertou milhares de pessoas em uma onda de manifestações que tomou o Brasil no dia 15.

Marielle Franco foi assassinada por mais um ato de violência e extermínio que corresponde ao cotidiano da população negra e lutadora no Brasil. Cotidiano, que Marielle, como militante feminista, negra, socialista e moradora da periferia conhecia bem e lutava para transformar.

Contra a privatização do setor elétrico! privatizar setor elétrico e ao mesmo tempo, ampliar a autonomia da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), significa entregar para o controle privado o comado do insumo universal da vida moderna e da atividade econômica: a energia elétrica.

Todos os anos o 8 de março marca lutas e atos fundamentais não apenas para a vida das mulheres mas, também, para a resistência e conquista dos direitos de toda classe trabalhadora.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora manifesta seu veemente repúdio ao deputado estadual de Santa Catarina, Roberto Salum, que disse na Tribuna da Assembleia que não discutiria com uma deputada por ela ser mulher!

Protesto não é crime! Nota de solidariedade da Intersindical ao Sintraurb de demais sindicatos catarinenses. A INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora denuncia a lastimável proposta do Vereador Bruno Souza, membro do grupo de extrema-direita MBL, que colocará em votação na Câmara Municipal de Florianópolis/SC, hoje (21/02) às 15h30, uma moção de repúdio ao Sintraturb (Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes Urbano da Grande Florianópolis) e demais entidades sindicais que organizaram o vitorioso Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência, na última segunda-feira (19/fev).

A crise da segurança pública no RJ é demonstração clara de que a política de guerra as drogas fracassou, gerando como consequência perversa o genocídio da juventude negra nas favelas. O emprego das Forças Armadas para tratar a segurança pública já aconteceu no contexto dos megaeventos no Rio de Janeiro sem haver sequer melhora no quadro de violência.

Vivemos num momento em que a mulher trabalhadora sofre a cada dia as consequências do processo de precarização da vida, aprofundado com a reforma trabalhista, a terceirização, a EC 95 (Emenda Constitucional). A reforma da previdência ameaça aprofundar ainda mais esse quadro.

A Direção Nacional INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora, reunida em 27 e 28 de janeiro, em São Paulo, manifesta apoio aos Servidores Públicos Estaduais do Rio Grande do Sul e repúdio ao Regime de Recuperação Fiscal e Privatizações que o Governo Sartori pretende aprovar em convocação extraordinária da Assembleia Legislativa, nos dias 29 a 31 de janeiro.

A Direção Nacional da INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora se solidariza com o funcionalismo do Estado do Rio Grande do Norte, que fazem, há duas semanas o mais duro enfrentamento com o Governo Robinson Faria (PSD-RN).

Juntamente com a Frente Povo Sem Medo e Brasil Popular, a Intersindical estará nas ruas pra dizer: a seletividade do judiciário na tentativa de cassação dos direitos políticos do ex-presidente é a continuidade do golpe pra manter a agenda de desmontes dos direitos sociais no Brasil.

Sindicatos, movimentos, estudantes e todo o povo, devemos continuar com a pressão total sobre os deputados nos aeroportos, escritórios, congresso, portas de fábrica, atos públicos etc.

Aposentadoria, direito que une o povo! Todos estão percebendo as dificuldades que Temer, Maia e a maioria do Congresso Nacional estão encontrando pra votar a deforma da previdência. Isso é resultado da mobilização do movimento sindical, popular e da esquerda, além de outros setores comprometidos com a dignidade do nosso povo.

Centrais: Se colocar para votar, o Brasil vai parar. As centrais sindicais repudiam e denunciam como mentirosa e contrária aos interesses do povo brasileiro a campanha que o governo Michel Temer vem promovendo para aprovar a contrarreforma da Previdência

Se colocar para votar, o Brasil vai parar! Reunidos na manhã desta sexta-feira, as centrais sindicais aprovam o Estado de Greve Permanente, além de um conjunto de atividades (ver abaixo), a fim de impedir a votação da Reforma da Previdência

Temer e Rodrigo Maia, em conluio com banqueiros e a mídia, patrocinam o fim da aposentadoria pra semana que vem. A votação pode acontecer no dia 13/12, ainda que a data não esteja completamente definida.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora informa que não participou da decisão de cancelamento da greve geral do dia 05 de dezembro.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora manifesta seu total apoio e solidariedade à greve dos trabalhadores da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que paralisaram suas atividades no último dia 14 de novembro.

A INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora manifesta sua total e irrestrita solidariedade e apoio à greve das trabalhadoras e trabalhadores dos Correios. Os trabalhadores ecetistas seguem numa greve forte em suas 35 bases sindicais desde o dia 19 de setembro contra a privatização, o fechamento de agências, contra a pressão para adesão do plano de demissão voluntária, falta de concursos, dentre outros ataques aos direitos, além da luta por um aumento real dos salários.

Da tribuna da Assembleia-Geral da ONU, o velhaco Michel Temer repete o enredo farsesco que a ninguém engana. Já no início do discurso oco, o ilegítimo atenta contra a inteligência mundial ao “condenar” a discriminação, opressão e miséria. Logo ele, responsável por um governo tão retrógado e reacionário, a exemplo, entre uma infinidade de medidas, da reforma trabalhista recentemente aprovada que joga milhões de pessoas na miséria do subemprego e na ultra precarização que aflige, principalmente, negros, mulheres, trabalhadores/as LGBT e demais setores oprimidos pela exploração.

A soberania brasileira nunca foi tão afetada. A Frente Parlamentar em Defesa da Soberania Nacional lança esse alerta para que todos os órgãos de Estado, embaixadas, investidores estrangeiros, imprensa e quem mais interessar.

Assine essa petição e divulgue amplamente. Nossa meta é chegar a 1 milhão de assinaturas!

Desde 2016, o golpe em curso no Brasil tem mostrado suas garras na devastadora retirada de direitos contra a classe trabalhadora. O Congresso Nacional, o Judiciário, o MPF, tem sido utilizados como instrumentos do grande capital para acelerar o ritmo da precarização da vida dos trabalhadores e trabalhadoras e para perseguir aqueles e aquelas que lutam.

Na tarde de ontem movimentos sociais da cidade de São Paulo ocuparam a Câmara de Vereadores contra os cortes no Passe Livre e os projetos de privatização.

A Intersindical presta todo o apoio aos profissionais de educação da cidade de Duque de Caxias -RJ, que na última quinta-feira (03/08), ocuparam a plenária a Câmara de Vereadores da cidade contra a aprovação de dois Projetos de Lei enviados com regime de urgência pelo Prefeito Washington Reis (PMDB-RJ).

Nos últimos dias, as 300 famílias do Acampamento Hugo Chaves vêm sofrendo uma série de ameaças e violências, como incêndio criminoso das suas lavouras e disparos de tiros de arma de fogo. Todos sabem o desfecho dessas ações dos fazendeiros e do agronegócio, como vêm ocorrendo sistematicamente na região, com assassinato de trabalhadores rurais.   

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora repudia a condenação do ex-presidente Lula pelo juiz Sérgio Moro. Consideramos que a condenação representa um ataque à democracia, dada a ausência de provas.

A democracia no continente latino-americano sofre a cada dia mais ataques. Os posicionamentos cada vez mais autoritários dos grupos de direita no Brasil, Argentina, Venezuela e outros países demonstram o total desinteresse das elites com a participação popular e os mecanismos democráticos.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora manifesta sua total e irrestrita solidariedade ao Juiz do Trabalho Hugo Cavalcanti Melo Filho diante da evidente ação de perseguição vinda do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O Congresso Nacional mais uma vez é o centro de graves retrocessos em relação à garantia dos direitos fundamentais após um andamento extremamente preocupante do PL 5.065/2016. Este projeto de lei tem como objetivo alterar a Lei Antiterrorismo, aprovada sob amplas críticas da sociedade civil em março de 2016.

Nós, da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, nos posicionamos contra esta tentativa absurda de censura contra magistrados, nos solidarizando com os magistrados Valdete e Jorge.

A Intersindical – Central da Classe Trabalhadora repudia com veemência as declarações intempestivas, antidemocráticas e irresponsáveis do atual ministro do Superior Tribunal de Justiça, Napoleão Nunes Maia, em sua alocução no julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral, na sexta-feira (9).

Diante das evidências que vieram à público nesta quarta-feira, 17, envolvendo o ilegítimo Temer e Aécio Neves, a Intersindical se soma às iniciativas da Frente Povo Sem Medo, em unidade com a Brasil Popular, para intensificar as mobilizações pela retirada imediata das “reformas” que desmontam os direitos sociais, pela anulação do projeto de trabalho temporário e terceirização sancionado pelo ilegítimo, pela derrubada de Temer e para que prevaleça a democracia, por meio de eleições diretas e com povo nas ruas.

A Executiva Nacional da Intersindical Central da Classe Trabalhadora, reunida no dia 05/05/2017 em São Paulo orienta seus sindicatos, dirigentes, militantes e a classe trabalhadora em geral, o que segue:

As Centrais Sindicais, reunidas na tarde desta quinta feira, avaliaram a Greve Geral do dia 28 de abril como a maior mobilização da classe trabalhadora brasileira. Os trabalhadores demonstraram sua disposição em combater o desmonte da Previdência social, dos Direitos trabalhistas e das Organizações sindicais de trabalhadores.

Dia 28 de abril último, três ativistas do MTST foram presos sem que fosse apresentada qualquer prova contra eles. Juraci Alves dos Santos, Luciano Antonio Firmino e Ricardo Rodrigues dos Santos estão na carceragem do 63o DP até hoje, mantido presos sem nada comprovado, “em nome da ordem pública”, segundo a juíza Marcela Fillus Coelho, sem qualquer base a não ser o “relato” dos policiais militares.

A noite do dia 26 de abril de 2017 entrará para a história como o dia em que a Câmara dos Deputados deu um verdadeiro tiro de morte nos direitos trabalhistas e nas garantias constitucionais que protegem, minimamente, os trabalhadores e trabalhadoras contra a super exploração pretendida pelos grandes empresários e banqueiros.

Manifestamos nosso repúdio à violência e criminalização da luta legítima dos trabalhadores/as. Dia 30 de março Legislativo e Executivo acionaram força policial com uso de bombas de efeito moral e balas de borracha para reprimir a manifestação.

A Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, manifesta seu veemente repúdio e desprezo pela ação terrorista promovida por Donald Trump na última quinta-feira (06 de abril), ao lançar mais de 50 mísseis sobre a Síria. Trump, que no decurso do processo eleitoral assumiu o compromisso perante o povo de seu país de não fazer mais guerra, demonstra mais uma vez ao mundo que os EUA segue estruturando sua política a partir da violência e das violações contra a soberania dos povos e o direito a autodeterminação.

O povo brasileiro experimenta as consequências de um golpe articulado para destruir os direitos estabelecidos na Constituição Federal, na CLT e demais estatutos, encarados pelas frações do capital como barreiras à manutenção e ampliação das altas taxas de lucro.

Reunidos na tarde desta segunda-feira (27), na sede nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), em São Paulo, os presidentes das centrais sindicais, dirigentes sindicais analisaram a grave situação política, social e econômica que o país atravessa e decidiram que:

Se aprovado, milhões de empregos diretos migrarão para contratos terceirizados, quarteirizados ou pejotizados. Seria o fim das atuais categorias de trabalhadores. Todos seriam transformados em prestadores de serviços, com rendimentos menores, jornadas maiores e sem direitos trabalhistas.

As Centrais Sindicais brasileiras acompanham, com grande interesse e respeito, a atuação da Associação Latino-americana de Juízes do Trabalho (ALJT), entidade que tem se destacado na luta contra a precarização do trabalho no Brasil.

A vitória do acampamento no escritório da presidência ilegítima realizado pelo MTST e a grande manifestação unitária do 8 de março na capital paulista, além de outras cidades, marcaram um tento fundamental na resistência à agenda de desmonte em curso no país.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora repudia com veemência a demissão arbitrária do presidente do SINDEC (Sindicato dos Empregados em Entidades Culturais do Estado do Ceará), Bee Mesquita, pelo Instituto Cuca, dois dias após os trabalhadores e trabalhadoras da cultura consolidarem a fundação de seu sindicato, no último dia 30 de janeiro.