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Bradesco, Caixa e Banrisul anunciam Programa de Demissão Voluntária

Bradesco, Caixa e Banrisul anunciam PDV (Programa de Demissão Voluntária)

PDV: Novos contratados recebem 60% do salário de  quem saiu

Imediatamente depois da sanção do projeto de “reforma” trabalhista, agora Lei 13.467, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Banrisul anunciaram programas de demissão voluntárias. No caso do Bradesco, o Programa de Demissão Voluntária (PDV) foi anunciado na quinta-feira (13), mesmo dia da sanção da lei.

O banco não divulgou metas de adesão, mas fontes que pediram anonimato revelaram ao Estadão que a meta mínima é de 5 mil adesões e que são esperadas até 10 mil adesões. O PDV no Bradesco teve início na segunda-feira (17 de julho) e vai até 31 de agosto. No Banrisul o PDV foi aberto para até 700 empregados.

De acordo com a subseção do Dieese na Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), apenas de janeiro a maio foram eliminadas 9.621 vagas, sendo 2.804 em São Paulo – aumento de 60% em relação a igual período de 2016.  A maior parte (45%) é da própria Caixa, que agora reabre o PDV. Em março a Caixa encerrou um programa de PDV que teve 4.645 adesões.

De acordo com os dados analisados pelo Dieese, além do fechamento de postos de trabalho, há uma diferença, para menos, na remuneração: em média, o salário de quem foi contratado corresponde a 60,5% do que era recebido pelos demitidos.

Pela nova lei, que segundo o texto entrará em vigor daqui a 120 dias, os planos de demissão voluntária ou incentivada resultam em “quitação plena e irrevogável” dos direitos trabalhistas. A não ser que haja algum acordo com outra determinação.


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