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Ataques ao seguro-desemprego e auxílio-doença são inaceitáveis

No último dia 29/12 o governo Dilma anunciou um conjunto de medidas que ferem direitos e conquistas dos trabalhadores. Com a medida, o governo espera economizar cerca de R$ 18 bilhões ao ano. As medidas restringem direitos ao seguro-desemprego, abono salarial, auxílio-doença e pensão por morte.

Ao invés de diminuir os repasses aos rentistas e agiotas, principalmente através da redução das altíssimas taxas de juros, o governo opta por cortar na carne daqueles que mais necessitam: os setores mais empobrecidos da população e os trabalhadores.

Um exemplo é o aumento do tempo para requerer o seguro-desemprego, que passa para 18 meses de trabalho. A medida é extremamente prejudicial num país de altíssima rotatividade no emprego. Combater a rotatividade no emprego evitando que o trabalhador seja substituído por outro com salário menor, seria uma medida alternativa para diminuir os saques do seguro-desemprego. Ao invés disso, o governo resolve penalizar o trabalhador no momento em que fica desempregado.

Esse é o sentido do ajuste fiscal que os governos estão anunciando para 2015: diminuir direitos para preservar os repasses bilionários aos bancos e rentistas.

A INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora repudia essas medidas de ajuste que dificultam ainda mais o exercício de direitos pelos trabalhadores e alerta aos seus sindicatos a necessidade de preparação para as lutas que virão. Nossa central aposta na unidade ampla de ação com todos os setores dispostos a lutar pelas reformas populares e na defesa dos direitos dos que vivem do seu próprio trabalho.

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