Assembleia na EMS, em Hortolândia, discute campanha salarial

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O Unificados realizou em 27/03, assembleias para tratar da Campanha Salarial do Setor Farmacêutico na EMS, em Hortolândia. Até o momento os patrões ainda não marcaram data de negociação apesar de estarem com a pauta de reivindicações desde o dia 07/03 e também de já estarmos bem perto da data base da categoria que é 1º de abril.

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Durante a assembleia, o dirigente da Regional Campinas do Unificados Ivanildo Cristovam da Silva destacou que o sindicato não abrirá mão dos direitos assegurados pela Convenção Coletiva de Trabalho.

O assessor econômico do Unificados Vitor Tonin informou aos companheiros e companheiras da EMS que neste ano a projeção de inflação para a data base é de 1,80% (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). A pauta aprovada pelos/as trabalhadores/as no Encontro de Base, em 25/02, prevê que além da reposição das perdas inflacionárias entre 1º de abril de 2017 e 31 de março de 2018, o reajuste sobre os salários e benefícios também garanta aumento real. Por isso, o percentual de reivindicação é de 5%.

O setor de genéricos no Brasil registrou aumento de 11% em unidades produzidas e 15% nas vendas. Para o Unificados, a EMS Farmacêutica tem condições de oferecer aumento aos trabalhadores e melhorar as condições de trabalho. Porém, a exemplo de como a empresa tem agido em relação à jornada, é importante manter a unidade e estar junto com o sindicato na luta em defesa de todas as cláusulas da convenção coletiva.

EMS Farmacêutica

Os negócios do grupo NC, do qual a EMS faz parte, não param de crescer. No ano passado, o grupo comprou o laboratório estatal Galenika localizado na Sérvia, no leste Europeu, por 46,5 milhões de euros e, mais recentemente, o laboratório Multilab pertencente à japonesa Takeda. Esta compra ainda aguarda aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Além disso, nos últimos dois anos, o grupo NC comprou o complexo eólico Corredor do Senandes, em Rio Grande (RS), e o negócio de mídia do grupo RBS em Santa Catarina. Ou seja, toda a riqueza que possibilita a expansão deste grupo vem do trabalho dos/as companheiros/as que estão nas fábricas da EMS Farmacêutica.

Pauta de reivindicações:

– 5% de reajuste
– Salário normativo de R$ 1.711,00
– Participação nos Lucros e Resultados (PLR) mínima de R$ 3.422,00 (equivalente a dois pisos salariais).
– Cesta básica de R$ 360,00.

Neste ano, Fetquim (Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico do Estado de São Paulo) e Sindusfarma (sindicato que representa os patrões) discutirão apenas as cláusulas econômicas. Todas as cláusulas sociais que garantem direitos importantes aos trabalhadores e trabalhadoras do setor Farmacêutico continuam valendo até 31 de março de 2019, conforme previsto na Convenção Coletiva de Trabalho vigente.


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