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Aprasc denuncia descaso do governo de SC com a segurança pública

A Associação de Praças do Estado de Santa Catarina (Aprasc) reuniu, em sua Assembleia Geral Extraordinária realizada na tarde de terça-feira (7), em Florianópolis, cerca de 500 policiais e bombeiros militares, de diversas regiões do Estado.

O movimento teve como objetivo mostrar a sociedade o descaso que o governo estadual vem tratando a segurança pública e a falta de policiais nos municípios.

A Assembleia encerrou com um ato de repúdio no Centro Administrativo do Estado contra a decisão judicial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), emitida pelo desembargador Luiz Zanelato, que suspendeu o curso de formação de 711 soldados, em 1º de junho.

Segurando faixas com dizeres “a sociedade necessita: a retomada imediata do curso de soldados da PMSC” e gritando frases pedindo uma solução, os trabalhadores da segurança pública deixaram o auditório da ACM e seguiram em caminhada até a sede do governo estadual.

Muitos soldados do curso suspenso participaram da Assembleia e também da manifestação.

Relatos

Durante a Assembleia Geral, os alunos soldados relataram o desgaste e dificuldades financeiras que estão enfrentando para entrar na corporação em razão dos sucessivos atrasos e agora da suspensão do curso.

A Aprasc defende a imediata retomada do curso para os 658 concursados e que os demais 53 também tomem posse e sejam inseridos em serviços administrativos até que as investigações sejam concluídas e a Justiça tenha uma decisão final.

Na última quinta-feira (2), a diretoria realizou uma reunião emergencial para definir ações diante da suspensão do curso. No mesmo dia, foi formada uma comissão que esteve no Tribunal de Justiça para obter uma resposta do desembargador.

A Procuradoria Geral do Estado informou que entrou com pedido de reconsideração. Porém “errou no recurso”, o que manteve a suspensão do curso de formação.

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