Apesar do jogo sujo, Temer tem dificuldade de aprovar fim da aposentadoria

Apesar do jogo sujo, Temer tem dificuldade de aprovar fim da aposentadoria

Aposentadoria, direito que une o povo!

Todos estão percebendo as dificuldades que Temer, Maia e a maioria do Congresso Nacional estão encontrando pra votar a deforma da Previdência Social.

Isso é resultado da mobilização do movimento sindical, popular e da esquerda, além de outros setores comprometidos com a dignidade do nosso povo.

Além disso, pouquíssimos temas são tão sensíveis à percepção popular que o direito á aposentadoria. Foi assim desde a década de 1990.

Acossado pelo capital financeiro e a mídia, Temer joga sujo para mutilar, mais uma vez, a Constituição Federal e impedir o acesso de milhões de trabalhadoras e trabalhadores à aposentadoria. Mentiras, manipulações, terrorismo se juntam à compra descarada de votos no Congresso.

Ainda assim, não conseguem esconder que os reais privilegiados patrocinam um verdadeiro atentado à dignidade humana. E o povo sabe disso.

Em várias regiões do país e das cidades, a expectativa de vida é bem abaixo da idade “mínima” que o rentismo quer estabelecer. Mesmo nas regiões de expectativa média mais elevada, milhões de mulheres e homens chegam aos sessenta anos com pouca ou nenhuma saúde para o trabalho.

Enquanto outros milhões que não conseguem um emprego formal depois dos 50 anos de idade, sendo assim alijados do direito à aposentadoria.

Outros não vão jamais conseguir contar 40 anos de contribuição, na medida em que alterna um período com emprego outro desempregado ou no subemprego.

Para os poucos que conseguirem saltar os obstáculos da deforma de Temer, restarão “benefícios” ainda mais achatados que os atuais. Pra ter uma ideia, quem se aposentar com 65 anos (62 anos se for mulher) e 15 de contribuição só receberá 60% do valor do salário.

A maioria da população quer sim o fim dos privilégios.

É preciso cortar os privilégios dos milionários que não pagam impostos sobre suas fortunas, seus lucros e dividendos. É preciso acabar com os privilégios dos empresários e banqueiros que não pagam o que devem à previdência. Não se pode tolerar são privilégios como os dados às petroleiras que receberam isenção de R$ 1 trilhão, lesando o Brasil, o povo brasileiro e os cofres públicos, inclusive da previdência.

Sem falar de privilegiados como Michel Temer, Meirelles e seus apaniguados, que acumulam aposentadorias polpudas e recebem super salários, acima do limite estabelecido pela Constituição.

Por isso que, apesar da permanente propaganda enganosa dos meios de comunicação, a maioria da população não se deixa enganar. É contra a reforma da previdência!

E vai sacudir a vida e a carreira do parlamentar que apoiar o desmonte da aposentadoria.

Será o adeus ao voto, deputado!

Já o movimento social e os demais setores organizados se preparam: se colocar pra votar, o Brasil vai parar. Amanhã, dia 14, novamente as centrais sindicais se reúnem para apontar a continuidade da luta.

A Intersindical, mais uma vez, vai defender a indicação de uma data unitária (provavelmente dia 19/12, a depender dos últimos acontecimentos) pra paralisar a produção e a circulação e impedir o fim da aposentadoria e a entrega da previdência pública para os bancos.

É possível vencer. Com unidade, disposição de luta e compromisso com a classe trabalhadora e com a dignidade do povo brasileiro.

É PRECISO FAZER MUITA PRESSÃO NOS DEPUTADOS!

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São Paulo, 13 de dezembro de 2017
INTERSINDICAL Central da Classe Trabahadora


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