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Alunos e professores se unem em protesto contra os desmandes de Alckmin

INTERSINDICAL – Central da Classe Trabalhadora

Concentração será às 14h na Praça da República, no centro de São Paulo

A proposta do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), de “reorganizar” o sistema educacional no estado, fechando escolas e separando totalmente os alunos das escolas estaduais por ciclo – fundamental I, fundamental II e médio – une professores e estudantes em defesa da educação pública nesta terça-feira (20), às 14h, na Praça da República, centro de São Paulo.

“O governo quer fechar escolas, enxugar a máquina, demitir professores, reduzir os temporários, sem priorizar o direito à educação de qualidade para milhões de crianças e jovens”, afirma Matheus Lima, da executiva da Apeoesp e da Intersindical Central da Classe Trabalhadora.

A possibilidade desta reorganização, segundo ele, pode vir a impulsionar um novo ciclo de municipalização do ensino e a implementação de escolas de tempo integral com regimes de trabalho diferentes das demais, onde o ensino é terceirizado para ONGs, OCIPS ou empresas privadas de ensino.

O projeto estadual de organizar as escolas em ciclos e desativar muitas unidades também inclui um plano de fechar principalmente aquelas localizadas em regiões mais valorizadas, abrindo caminho para que o governo Alckmin venda prédios e terrenos, sob o pretexto de fazer caixa, segundo a Apeoesp.

São Paulo tem hoje 5.108 escolas, das quais 1.443 são de ciclo único (fundamental I), outras 3.186 mantêm dois ciclos (fundamental II) e 479 têm três ciclos (médio). Essas últimas devem ser transformadas em ciclo único, assim como grande parte das de dois ciclos.

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