Resolução: Agora é Haddad!

Compartilhe

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email

Contra a barbárie, a retirada dos direitos e a violência, a Intersindical apoia Haddad e Manuela

A classe trabalhadora e o Brasil estão diante da maior ameaça aos direitos sociais e às liberdades democráticas estabelecidas na Constituição de 1988. No segundo turno das eleições presidenciais, estão em disputa dois projetos antagônicos: a democracia e os direitos contra a barbárie e a violência contra milhões de mulheres e homens.

O projeto representado por Bolsonaro aponta para um país sem direitos para a maioria da população. Basta ver como o deputado federal Bolsonaro votou nos seus quase 30 anos como político profissional associado aos setores patronais mais retrógrados. Bolsonaro votou contra os direitos trabalhistas para as empregadas domésticas; votou a favor da deforma trabalhista que mudou mais de 100 artigos da CLT; votou a favor da terceirização irrestrita que precariza o trabalho e reduz os salários dos trabalhadores; votou a favor da Emenda Constitucional 95 que impede investimentos públicos na saúde, educação e segurança; votou contra o combate ao trabalho escravo. Um dos poucos projetos de Bolsonaro em quase 30 anos de mandato foi propor a redução da licença maternidade.

Acha esse material importante? Cadastre seu e-mail para receber nossa newsletter.

Nas primeiras votações da reforma da previdência no Congresso, o deputado Bolsonaro votou para elevar o tempo de contribuição para 49 anos e idade mínima de 65 anos para mulheres e homens se aposentar, o que na prática, acaba com o direito à aposentadoria do povo para entregar a previdência pública para os bancos privados.

No debate da TV Bandeirantes, Bolsonaro defendeu a reforma trabalhista afirmando que agora os trabalhadores devem escolher entre ficar desempregado ou ter tentar conseguir um emprego sem direitos. Trata-se de chantagem patronal para que a classe trabalhadora aceite a redução dos direitos. Basta lembrar que o discurso do Temer de gerar empregos com a reforma trabalhista já se mostrou falso: acabaram com direitos e o desemprego só aumentou. Já o seu vice, o general Mourão atacou o direito ao décimo terceiro salário, o adicional de 1/3 de férias e defendeu o fim da estabilidade do funcionalismo público. Tanto o general quanto o capitão não se cansam de dizer que vão acabar com a luta sindical dos trabalhadores e o ativismo que defende melhorias para a população. Já o ministro da economia anunciado por Bolsonaro promete entregar as riquezas do país ao capital estrangeiro, através das privatizações e da entrega das riquezas naturais para o capital financeiro. Portanto, Bolsonaro é contra o Brasil e a soberania nacional.

A Intersindical tem identidade com o programa defendido pelo companheiro Guilherme Boulos, dirigente do MTST e da Frente Povo Sem Medo. Por isso a militância da nossa Central esteve com Boulos no primeiro turno das eleições. Agora, diante da gravidade da situação e dos riscos aos direitos sociais e à democracia, orientamos as trabalhadoras e trabalhadores a votarem em Fernando Haddad, que já se comprometeu com medidas fundamentais para o povo, como a anulação da reforma trabalhista, a revogação da Emenda Constitucional 95, com a valorização do salário mínimo e com a geração de empregos com direitos, entre outras medidas como a expansão da educação pública para toda a população.

Votar em Haddad neste momento é defender que o Brasil vá no caminho da democracia, fundamental para seguirmos na luta contra as desigualdades e injustiças sociais, a defesa dos direitos, o pleno emprego, moradia, saúde, segurança e paz para o conjunto da população brasileira.

É possível vencer o preconceito, o ódio e a barbárie. Para isso, é importante que cada pessoa consciente converse, dialogue e argumente sobre os riscos que todo o povo brasileiro está correndo. Se cada eleitor consciente reverter um voto, o povo brasileiro vai afastar a barbárie, garantir a democracia e a possibilidade de lutar por um Brasil com justiça social, paz, igualdade e dignidade para toda a população. Agora é Haddad 13.

São Paulo, 10 de outubro de 2018
Direção Nacional da Intersindical


CLIQUE E ACOMPANHE A INTERSINDICAL NAS REDES

Acha esse material importante? Cadastre seu e-mail para receber nossa newsletter.

COMPARTILHE
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email

Já assistiu nossos últimos vídeos no YouTube?

Nilza, pela Intersindical, neste #24JForaBolsonaro na Paulista
Nilza, pela Intersindical, neste #24JForaBolsonaro na Paulista
Edson Índio, Secretário Geral da Intersindical, neste #24JForaBolsonaro, na Paulista
Edson Índio, Secretário Geral da Intersindical, neste #24JForaBolsonaro, na Paulista
Camila, das Brigadas Populares, no #24JForaBolsonaro na Paulista
Camila, das Brigadas Populares, no #24JForaBolsonaro na Paulista
Inscreva-se
Notificar de
guest
1 Comentário
Mais antigos
Mais recentes
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários