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dividas milionárias do agronegócio

Escândalo: Temer perdoa dividas milionárias do agronegócio

O plenário da Câmara dos Deputados concluiu, nesta terça-feira (12), a votação do PL 9.206/17, que permite o parcelamento de dívidas de produtores rurais (pessoas físicas, cooperativas e intermediários) com descontos e diminui a contribuição social sobre a receita bruta devida pelo setor a título de contribuição previdenciária dos trabalhadores rurais. A matéria será enviada ao Senado. Na Agência Câmara.

Agronegócio caloteiro

Agronegócio caloteiro

O presidente Temer fez publicar, em acordo com a bancada ruralista, em 1º. de agosto, um dia antes da Câmara dos Deputados proibir o Supremo Tribunal Federal (STF) de investigá-lo, a Medida Provisória (MP) 793/17 que instituiu o mais novo e montanhoso calote do agronegócio contra nós, cidadãos brasileiros. Na prática, a MP promove uma transferência de renda na ordem aproximada de 12 bilhões de reais do Estado brasileiro para o agronegócio.

No Congresso Brasileiro do Agronegócio, ataques à Justiça do Trabalho e à Constituição

No Congresso do Agronegócio, ataques à Justiça do Trabalho e à Constituição

Para o agronegócio, a reforma trabalhista não bastou. É preciso fazer uma “revolução” trabalhista. Durante o 16º Congresso Brasileiro do Agronegócio, nesta segunda-feira (07/08), em São Paulo, a Justiça do Trabalho e a Constituição de 1988 foram dois alvos principais. Os juízes do trabalho foram definidos como “mal formados”. A legislação trabalhista, como “tiranossáurica”. Procuradores, como “loucos”. Eles consideram que os atuais juízes e ministros não endossarão as novas leis.

Agronegócio não é agricultura!

Vejam o Blairo Maggi falando com “toda a convicção” que todos podem, sem receio de colocar em risco a sua saúde, consumir os produtos do agronegócio: “carnes, grãos, algodão…”.

Os R$ 600 e a brecha em meio ao pesadelo

Ao propor o corte do Auxílio Emergencial pela metade, Bolsonaro abre à esquerda uma chance preciosa de mobilização e educação política. As eleições municipais podem ampliá-la. Mas nada garante, no momento, que será aproveitada.

Conferência Internacional FORA BOLSONARO

Conferência Internacional FORA BOLSONARO atrai mais de 26 mil pessoas

Em defesa da vida a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, FSM, FUTAC, CNTTL, UIS -Transporte e outras entidades realizaram a CONFERÊNCIA INTERNACIONAL FORA BOLSONARO. O evento, dia 7 de setembro de 2020, foi organizado por videoconferência, com a participação de 21 convidados de 15 países das três Américas e da Europa.

polícias militares

Amauri Soares: As polícias militares na conjuntura atual

Fato é que diversos outros meios de comunicação, comerciais ou alternativos, têm abordado isso com a mesma preocupação: as polícias militares ou setores delas, mesmo sem o Exército, acompanhariam Bolsonaro em um golpe contra os outros poderes, com o objetivo de fechar o Congresso e o Supremo, e instituir uma perseguição implacável e violenta contra as organizações populares e aos adversários do governo?

derrotar bolsonaro

Ocupar as ruas em defesa dos direitos, da democracia e para derrotar Bolsonaro

O governo de Jair Bolsonaro atua para destruir os direitos da classe trabalhadora, desmontar o Estado, entregar as empresas estatais e as riquezas naturais do país, devastar as terras indígenas para entregá-las à sanha de mineradoras e agronegócio. Para tudo isso, Bolsonaro conta com apoio e votos da maioria do Congresso Nacional, do STF, da Rede Globo, Folha SP e da grande mídia. O que está em curso, portanto, é um projeto de destruição nacional para subordinar o país atender aos interesses do capital financeiro e dos Estados Unidos.

MAPA: Quem são os desmatadores brasileiros?

O portal “De olho nos Ruralistas”, conta agora com uma plataforma que permite listar ruralistas que mais desmataram nos últimos 25 anos. Por meio da organização de um banco de dados com informações relativas às multas aplicadas pelo IBAMA, agora é possível a qualquer pessoa identificar que é quem nos crimes contra o meio ambiente no Brasil.

defesa do meio ambiente

Greve Global Pelo Clima na defesa do meio ambiente, dos direitos e do emprego

Em diversas partes do mundo movimentos pró-clima, indígenas, movimentos sindicais e sociais, famílias e muitos jovens foram às ruas no último dia 20 em defesa do meio ambiente e contra o superaquecimento global. O assunto ganhou repercussão internacional após as queimadas da região amazônica serem veiculadas em todo o mundo.

Defesa da soberania, conjuntura em movimento, trabalhadores unidos, força dos trabalhadores, brasil melhor

CONJUNTURA EM MOVIMENTO #4: Defesa da soberania

A soberania brasileira sobre a Amazônia Legal é incontestável, para que seja assegurada, é necessário a defesa frente aos interesses internacionais, mas também regular e limitar as atividades predatórias do agronegócio e da mineração na região.

Greve do funcionalismo público do Paraná: É GRAVE, É GREVE

Greve do funcionalismo público do Paraná: É GRAVE, É GREVE

O funcionalismo público do Paraná tem vivido um desmonte desde que o governador Beto Richa assumiu o o estado em 2011, atacando os trabalhadores com medidas de austeridade e desmonte do setor público. Em 2015 encaminhou a ALEP um pacote de medidas (que ficou conhecido como “pacotaço de maldades”) onde propunha, dentre outros aspectos, uma migração de massas entre os fundos previdenciários do Estado, algo que inviabilizaria, no longo prazo, o pagamento de aposentadorias e benefícios.

Resolução sobre os Povos do Campo

Como um tsunami de rejeitos tóxicos que destrói sonhos, comunidades, rios, animais, contaminam o mar infectam os corais e de forma indelével marca a vida do planeta em nome do perverso acúmulo do capital, das mineradoras, do agronegócio, da especulação financeira.

Reforma da Previdência: projeto de Bolsonaro é pior do que Temer

Reforma da Previdência: projeto de Bolsonaro é pior do que Temer; trabalhadores barraram o primeiro e vão barrar o segundo!

Com o anúncio do secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, na tarde desta quinta-feira (14), a Reforma da Previdência do governo Bolsonaro e Paulo Guedes começa a ganhar forma. Marinho confirmou que o governo quer acabar com a aposentadoria por tempo de contribuição e passar a exigir idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres. O secretário ainda anunciou um tempo de transição de dez a doze anos.

Conversar, unir e mobilizar o povo em defesa da aposentadoria e da previdência pública!

Conversar, unir e mobilizar o povo em defesa da aposentadoria e da previdência pública!

O governo da extrema direita quer excluir de vez os trabalhadores mais empobrecidos elevando ainda mais o tempo de contribuição para o acesso à aposentadoria. Atualmente, já é muito difícil comprovar os 15 exigidos, dado a alternância que milhões de pessoas são submetidas, de longos períodos sem emprego formal e alguns curtos momentos de trabalho com carteira assinada.

DIAP: Atuação parlamentar pro mercado motiva doação de empresários

Relator da Reforma Trabalhista aprovada na Câmara, o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN) tem recebido altas quantias em doações de empresários por sua atuação pela aprovação do projeto que mudou a CLT — considerado benéfico para as empresas. Marinho já arrecadou R$ 822 mil até agora, 75% doados por pessoas físicas, o que o coloca em 2º no ranking de deputados que mais receberam doações até agora.

MANIFESTO: Dirigentes sindicais e lutadores sociais com Boulos e Sonia

MANIFESTO: Dirigentes sindicais e lutadores sociais com Boulos e Sonia

Quem votou não volta, seja para o executivo ou o legislativo. Por outro lado, chamamos as trabalhadoras e trabalhadores a votar e se engajar ativamente nas candidaturas de Boulos e Guajajara para presidência da República bem como as candidaturas de luta de nossa coligação. Vamos sem medo de lutar!

Eleições 2018: votar em quem defende a classe trabalhadora e a soberania nacional

Eleições 2018: votar em quem defende a classe trabalhadora e a soberania nacional

Nenhum voto em quem apoiou o golpe e os retrocessos! O desemprego e o subemprego atingem quase 30 milhões de pessoas. Para muitos, só restou o bico e o subemprego. Mesmo aqueles que estão no mercado formal já são atingidos pela introdução dos “contratos” precarizantes da reforma trabalhista, pela compressão salarial, pelos ataques às convenções coletivas, pela terceirização e pejotização desenfreadas, pelo esvaziamento da justiça do trabalho e pela tentativa de desmontar os sindicatos.

Tristes recordes da anti-reforma agrária | INTERSINDICAL

Tristes recordes da anti-reforma agrária

A Diretoria e a Coordenação Executiva Nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT), cada vez mais preocupadas com os retrocessos nas políticas que afetam o acesso à terra e ao território a camponeses, povos e comunidades tradicionais e trabalhadores rurais sem-terra, vêm se manifestar publicamente a respeito.

Era Temer já tem mais de 100 assassinatos por conflitos agrários

Era Temer já tem mais de 100 assassinatos por conflitos agrários

A questão agrária continua sendo uma chaga aberta na formação social brasileira. Um problema que não poderá ser resolvido sem uma ampla Reforma Agrária Popular no país, que altere a relação entre os explorados do campo (sem-terras, pequenos agricultores familiares e trabalhadores rurais assalariados, povos tradicionais, indígenas) e os grandes proprietários (latifundiários) e empresários (agronegócio).

Mato Grosso do Sul e a banalização da violência

Mato Grosso do Sul e a banalização da violência

As informações que chegam de Dourados (MS)  é de que na última semana quatro indígenas foram mortos. As causas são distintas: atropelamento, conflito, suicídio. São difíceis de conseguir informações mais apuradas devido a banalização da violência. O Mato Grosso do Sul é um dos estados que mais mata indígenas. Em 2016 foram 11 assassinatos, 16 casos de tentativa de assassinato, 4 casos de homicídio, 7 casos de suicídio e 30 óbitos de crianças menores de cinco anos. São vidas ceifadas e que gritam sobre o emaranhado e a intensidade dos conflitos experimentados pelos indígenas deste estado.

Organizações brasileiras denunciam a Eurodeputados violações de direitos indígenas e quilombolas

Em audiência com eurodeputados, organizações brasileiras denunciam violações de direitos indígenas e quilombolas

Em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos do Senado, ocorrida na manhã desta terça-feira (31), organizações indígenas, indigenistas e quilombolas denunciaram à delegação de deputados europeus as recorrentes violações sociais ocorridas na atual conjuntura. O corte de verba da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), o congelamento dos gastos públicos com direitos sociais, a paralisação nas demarcações de territórios tradicionais, a perseguição a defensores de direitos humanos e os retrocessos ambientais foram assuntos abordados pela delegação de 13 eurodeputados.

Três indígenas detidos na Câmara dos Deputados

Três indígenas detidos na Câmara dos Deputados

Um indígena Kaingang, um Guarani e um Terena foram detidos no final da manhã desta quarta (18), em frente à Câmara dos Deputados, em Brasília. Ambos integravam o grupo de cerca de 100 indígenas que foram impedidos de entrar na audiência organizada pela bancada ruralista para discutir o que eles chamaram de “agricultura indígena”.

Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária MST ocupa INCRA-SP

Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária: MST ocupa o INCRA-SP

A luta faz parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária que acontece em todo o Brasil, desde o dia 16 de outubro, quando se comemora o Dia Mundial da Alimentação em Defesa da Soberania Alimentar, e tem por objetivo denunciar os retrocessos na Reforma Agrária promovidos pelo Governo Golpista, como cortes no orçamento de 2018, desmantelamento das políticas públicas, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), além da perda dos direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores e das trabalhadoras rurais e o aumento da grilagem de terras.

'Vamos' avança no 1º debate sobre a democratização da economia

‘Vamos’ avança no 1º debate sobre a democratização da economia

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora integrou o primeiro debate sobre a democratização da economia, realizado pela Frente Povo Sem Medo, por meio da plataforma Vamos!, na última terça-feira (12) à noite em São Paulo. Edson Carneiro Índio, secretário-geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora falou ao lado dos economistas Laura Carvalho e Luiz Gonzaga Belluzzo, do sociólogo Ruy Braga e de Ivone Silva, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

IFSC e o golpe continuado contra a democracia

IFSC e o golpe continuado contra a democracia

Desde 2016, o golpe em curso no Brasil tem mostrado suas garras na devastadora retirada de direitos contra a classe trabalhadora. O Congresso Nacional, o Judiciário, o MPF, tem sido utilizados como instrumentos do grande capital para acelerar o ritmo da precarização da vida dos trabalhadores e trabalhadoras e para perseguir aqueles e aquelas que lutam.

José Luís Fevereiro | O Brasil ainda vai se tornar uma grande Venezuela

José Luís Fevereiro | O Brasil ainda vai se tornar uma grande Venezuela

Durante as manifestações de 2016 a favor do impeachment de Dilma, era comum encontrarmos manifestantes da classe media conservadora que do alto da sua arrogância, misturada com a sua ignorância, manifestavam o temor que o Brasil se transformasse numa Venezuela. Atiravam no que achavam que viam mas acertaram no que jamais imaginaram que estivesse acontecendo.

Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas

Dez anos após declaração internacional, indígenas ainda sofrem

Em seu décimo aniversário, a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas enfrenta sérios obstáculos para proteger populações tradicionais em todo o mundo. Segundo a relatora especial da ONU para os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, a expansão das indústrias extrativistas, do agronegócio e dos “megaprojetos” de desenvolvimento e infraestrutura que invadem as reservas ainda permanecem como as principais ameaças para a maioria dos povos indígenas.

Dia do Trabalhador Rural-MST ocupa fazendas de Blairo Maggi, Ricardo Teixeira, Eike Batista

Jornada nacional de lutas do MST ocupa fazendas de Blairo Maggi, Ricardo Teixeira, Eike Batista sob o lema: ‘Corruptos, devolvam nossas terras!’

25 de julho, Dia do Trabalhador Rural. Milhares de trabalhadores rurais ocuparam nesta terça-feira (25), Dia do Trabalhador Rural, fazendas ligadas a processos de corrupção ou a corruptos, e exigem a destinação das terras para assentamento de famílias sem terra, a saída dos golpistas instalados no Planalto e a convocação de eleições diretas.

Temer negocia direitos favores políticos Conselho Indígena de Roraima

Temer negocia nossos direitos em troca de favores políticos, denuncia Conselho Indígena de Roraima

Em carta direcionada ao procurador geral da república, Rodrigo Janot, Conselho Indígena de Roraima (CIR) pede que a Procuradoria Geral da República (PGR) tome “providencias necessárias e urgentes contra a efetividade de qualquer ato administrativo dos itens inconstitucionais”. O CIR denuncia a inconstitucionalidade do parecer emitido ontem (20) pela Advocacia Geral da União e assonado pelo presidente da República. O embasamento para o parecer corresponde a Ação 3388/RR, que decidiu a demarcação da Terra Indígena (TI) Raposa Serra do Sol (RR), em 2009.

Reforma trabalhista no campo e suas consequências para o trabalhador rural

A nova proposta de reforma trabalhista no campo tem causado indignação em parte da sociedade, obviamente aquela provida de bom senso, pois o Projeto de Lei 6.442/2016, de autoria de Nilson Leitão (PSDB/MT), líder da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), propõe alterações nas leis trabalhistas no campo, que, se aprovadas, poderão levar o país aos tempos da escravidão novamente.

Todo apoio aos trabalhadores do Acampamento Hugo Chaves

Todo apoio aos trabalhadores do Acampamento Hugo Chaves

Nos últimos dias, as 300 famílias do Acampamento Hugo Chaves vêm sofrendo uma série de ameaças e violências, como incêndio criminoso das suas lavouras e disparos de tiros de arma de fogo. Todos sabem o desfecho dessas ações dos fazendeiros e do agronegócio, como vêm ocorrendo sistematicamente na região, com assassinato de trabalhadores rurais.   

Nota do Conselho do Cimi: Vivemos um contexto onde tenta-se impor um regime de exceção

O Conselho do Cimi, composto pelas coordenações regionais e diretoria da entidade, reunido de 06 a 09 de junho, em Luziânia, Goiás, refletindo sobre o contexto sociopolítico, econômico e jurídico pelo qual passa o Brasil, vem a público para manifestar sua inconformidade e seu repúdio aos ataques institucionais desencadeados contra povos indígenas, seus direitos e aliados.

Cleber César Buzatto | Ameaça de desnacionalização

Planta-se aqui para se colher lá fora. A despeito do discurso nacionalista, é de conhecimento notório que o modelo de produção do agronegócio brasileiro é amplamente benéfico aos interesses econômicos de grandes corporações multinacionais. Essas empresas revertem anualmente bilhões de reais às suas matrizes na forma de lucros e dividendos colhidos de suas atividades no Brasil. Assim fazem a Monsanto, a Cargill e a John Deere para os EUA; a Syngenta para a Suíça; a Bunge para a Holanda; a New Holland para a Itália; a Bayer e a Basf para a Alemanha; a Louis Dreyfus Company (LDC) para a França, entre outras.

A reforma que, sem alarde, mira o trabalhador rural

A bancada ruralista na Câmara se organiza para aprovar um projeto que altera profundamente as relações de trabalho no campo. De autoria do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a proposta está tramitando silenciosamente na Câmara desde novembro, sem gerar o mesmo barulho que as reformas da Previdência e do regime dos trabalhadores urbanos. Seu teor, no entanto, não é menos controverso.

Via Campesina da América Latina divulga nota em solidariedade aos povos indígenas, quilombolas e camponeses no Brasil

Delegados de mais de 80 organizações de 22 países latino-americanos, reunidos na Assembleia Continental do Cloc-Via Campesina, na Colômbia, divulgaram no encontro uma carta em solidariedade aos povos indígenas, quilombolas e camponeses que vivem no Brasil. No texto, organização afirma ser responsabilidade do governo aumento da violência no campo, contra povos indígenas, quilombolas e campesinos.

Reforma da Previdência ameaça povos originários, dizem entidades indigenistas

Pelas regras atuais, não há uma regulação previdenciária específica para esses grupos, estando eles sujeitos às mesmas normativas que tratam dos trabalhadores rurais: aposentadoria a partir dos 60 anos para os homens e 55 para as mulheres, com direito a um salário-mínimo. Também podem ser concedidos benefícios como salário-maternidade, auxílio-doença e pensão por morte.

Resolução da Direção Nacional da Intersindical: Agora é Greve Geral

A construção da Greve Geral marcada para o dia 28 de abril é o principal desafio da classe trabalhadora e seus aliados para impedir o fim do direito à aposentadoria e dos direitos trabalhistas e o desmonte do serviço público. As diversas mobilizações do mês de março, como nos dias 8, 15, 28 e 31, além do vitorioso acampamento do MTST em SP, acendeu a luz amarela do golpismo que sente a pressão social contrária, principalmente ao desmonte da previdência.

De olho nos mil parceiros

De Olho nos Mil Parceiros é o nome da campanha de assinaturas do observatório De Olho nos Ruralistas. O projeto de comunicação – com site, reportagens e vídeos especiais – precisa de mil assinantes para sobreviver até abril de 2018.

Camponesas são encarceradas em ônibus, em Formosa de Goiás

Após realizarem protesto contra a reforma da Previdência proposta pelo governo Temer, aproximadamente 80 mulheres camponesas organizadas no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) são mantidas encarceradas dentro de um ônibus pela Polícia Militar (PM-GO).

Alceu Castilho | De trabalho escravo a marketing ambiental: a face agrária de Eike Batista

De empresário mais admirado à prisão em Bangu 9, Eike Batista teve uma trajetória marcada pela bajulação e pela vista grossa a seus métodos. Do ponto de vista agrário, vigorou a lei do silêncio: o avanço de suas empresas ocorreu como se ele não estivesse também ocupando o território brasileiro. Com vários conflitos sociais e ambientais decorrentes de suas atividades – a começar da mineração. O bilionário fugaz deixou rastros. Mas eles ainda são uma caixa-preta: a quem serão destinadas as dezenas de milhares de hectares do empresário?

Nota de Repúdio contra a Portaria Nº 68 que muda os procedimentos de demarcação das terras indígenas

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) atendendo o clamor de suas bases manifesta publicamente a sua indignação e repúdio à decisão do governo de facto de Michel Temer de publicar por meio do seu Ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, a Portaria Nº 68, de 14 de janeiro de 2017, através da qual, pretende mudar os procedimentos de demarcação das terras indígenas estabelecidos pelo Decreto 1775 / 96.

“Sem Cerrado, sem água, sem vida”: campanha nacional em defesa do Cerrado é lançada em Brasília

A Campanha Nacional em Defesa do Cerrado, que tem como tema “Cerrado, Berço das Águas: Sem Cerrado, Sem Água, Sem Vida”, foi lançada durante coletiva de imprensa, nesta terça-feira (27), na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB),em Brasília. A atividade serviu para apresentar a campanha e debater os riscos que o avanço de grandes projetos e setores econômicos agressivos, como o agronegócio e a mineração, causam aos povos e comunidades tradicionais deste bioma e ao meio ambiente.