1º Congresso: consolidar a central e fortalecer as lutas

1º Congresso: consolidar a central e fortalecer as lutas

Compartilhe

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email

Em defesa da aposentadoria, do emprego e dos direitos.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora fará seu primeiro congresso nacional nos dias 18, 19 e 20 de março de 2016, na cidade de São Paulo. A entidade, fundada em 2014, reúne sindicatos, associações com caráter sindical, grupos que atuam em oposições e minorias sindicais e movimentos populares do campo e da cidade.

Acha esse material importante? Cadastre seu e-mail para receber nossa newsletter.

O congresso será um momento de debates e preparação para as lutas do próximo período.

Num momento de fragmentação do movimento, buscamos fazer o caminho inverso à dispersão ao construir uma central democrática, combativa, sem vacilações ou sectarismos. Além de consolidar a central classista, apostamos na unidade ampla com todos que estejam dispostos a lutar em defesa dos interesses populares.

Em 2016, teremos uma dura batalha para derrotar a reforma da previdência. Não é aceitável o governo pagar bilhões de juros aos bancos e “economizar” retirando um direito de quem mais precisa. E a presidente Dilma quer impor idade mínima de 65 anos para a aposentadoria, prejudicando milhões de pessoas, principalmente as mulheres e os trabalhadores do campo.

Exigir a redução dos juros é outra luta da central. A taxa de juros é o maior programa de transferência de renda dos pobres e assalariados para os cofres dos banqueiros e rentistas. É preciso derrotar a atual política econômica recessiva, que tem levado ao aumento do desemprego e agravamento da crise social.  

No congresso, o golpista Eduardo Cunha segue com sua maratona contra os direitos trabalhistas, contra o Estado laico e a democracia. E Renan Calheiros já anunciou que pretende votar o PLC 30, projeto que libera a terceirização para todas as atividades. A pauta regressiva do congresso visa levar o Brasil à superexploração do trabalho e destruição do patrimônio público, como a tentativa de rever a PEC do trabalho escravo e o PLS 555, que permite abrir o capital de todas as empresas públicas e estatais, municipais, estaduais e federais.

Intersindical: classista, coerente e independente

Em seus dois anos de existência, a Intersindical ajudou a impulsionar as lutas cotidianas das diversas categorias. Nossa central se dedicou com afinco no combate ao projeto da terceirização, focando sua ação e formação sindical para derrotar o PL 4330, que é o maior ataque aos trabalhadores/as dos últimos 70 anos. E contribuímos decididamente para a ampla unidade contra a retirada de direitos, no combate à política econômica do governo Dilma, mas também contra o impeachment e as movimentações da direita.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora não apoia nenhum governo, tampouco faz corpo mole diante de suas políticas antipopulares. Mas não aceita fazer o jogo da direita se somando ao Fora Dilma ou apostando no “quanto pior, melhor”. Isso por que não abrimos mão da independência em relação aos patrões, ao Estado, aos governos e aos partidos políticos.

Ampliar a central e fortalecer a luta por reformas populares

O próximo período exigirá enfrentamentos aos planos dos governos, do parlamento e dos grandes empresários e banqueiros. Para isso, a classe trabalhadora precisa estar mais unida e organizada.

Se o seu sindicato ou grupo de trabalhadores concorda com a necessidade de uma central democrática, combativa, internacionalista, sem vacilação ou sectarismo, some-se na construção da Intersindical Central da Classe Trabalhadora.

Contate-nos pelo e-mail: [email protected]

A classe trabalhadora pode mudar a pauta do país. O Brasil precisa de reforma tributária, com imposto sobre grandes fortunas e grandes heranças, reduzindo drasticamente impostos indiretos sobre os pobres e assalariados. Precisamos de reforma urbana e agrária, de democratização dos meios de comunicação e de uma política econômica que valorize o trabalho e as políticas sociais. Que os ricos paguem pela crise.

É preciso superar a pauta regressiva de direitos, avançar nas reformas populares e fortalecer a perspectiva da transformação social para acabar com a exploração de classe e as desigualdades sociais.

Saiba mais:
1º Congresso: Avançar na organização para fortalecer as lutas
Quem pode participar do 1º Congresso?
→ Combater a dispersão e afirmar a solidariedade de classe
Venha se somar à luta contra a retirada de direitos dos trabalhadores!

Contatos:
e-mail: [email protected]
Fone: +55 11 3105-5510

Acha esse material importante? Cadastre seu e-mail para receber nossa newsletter.

COMPARTILHE
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email

Já assistiu nossos últimos vídeos no YouTube?

2 de outubro FORA BOLSONARO
2 de outubro FORA BOLSONARO
Nilza Pereira: Unidade é a chave para derrotar Bolsonaro
Nilza Pereira: Unidade é a chave para derrotar Bolsonaro
100 mil na Paulista pelo Fora Bolsonaro
100 mil na Paulista pelo Fora Bolsonaro
Inscreva-se
Notificar de
guest
1 Comentário
Mais antigos
Mais recentes
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários
MARIA VALENTINA SENA E SILVA

O projeto SEE-MEAR, de participação social, minterações e articulações, pró-políticas públicas, apoia integralmente a INTERSINDICAL.