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Unidade e luta em defesa dos serviços, patrimônio público, aposentadoria e emprego-6

Resolução: Unidade e luta em defesa dos serviços e do patrimônio público, da aposentadoria e emprego para todas/os

Resolução: Unidade e luta em defesa dos serviços e do patrimônio público, da aposentadoria e emprego para todas/os

A gravidade da situação exige a atenção e a mobilização do povo brasileiro, da classe trabalhadora e dos setores democráticos. A ofensiva imperialista, neoliberal e reacionária em curso aprofunda a exploração do trabalho, abocanha mais renda pública, restringe liberdades democráticas e avança na utilização predatória dos recursos naturais.

Eunicio Oliveira e Michel Temer

Manter a mobilização e intensificar a pressão sobre o Senado. Não à reforma trabalhista!

Resolução da Direção Nacional da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora – No último período, a classe trabalhadora realizou importantes lutas em defesa dos direitos trabalhistas, da aposentadoria e empregos para toda a população. O consórcio golpista ignorou a luta do povo brasileiro e ameaça votar no plenário do Senado o texto que legaliza práticas fraudulentas e precárias de contratação da força de trabalho com o objetivo de reduzir drasticamente os salários e direitos para turbinar as fortunas dos já endinheirados.

É GREVE GERAL em defesa da aposentadoria e direitos trabalhistas

Fortalecer a Greve Geral, preparar fortes paralisações da produção e da circulação e realizar grandes manifestações em todo o país. Esses são os principais desafios dos próximos dias colocados para todas as organizações que realmente se orientam pelos interesses da classe trabalhadora e da maioria do povo brasileiro.

Resolução: Greve Geral em defesa dos direitos trabalhistas e da aposentadoria

A crise política, econômica e institucional que abala o país teve mais um triste capítulo nos últimos dias. O escárnio de Gilmar Mendes e do judiciário no espetáculo deprimente do TSE demonstra até onde os poderes da república estão dispostos a ir para defender os interesses do sistema financeiro, do rentismo, do latifúndio e dos donos do dinheiro, materializados, principalmente, nas reformas da previdência e trabalhista, na terceirização e no congelamento dos investimentos públicos nas áreas sociais. Mas essa farsa, no entanto, conseguirá apenas adiar a agonia institucional que se aprofundou desde o golpe de 2016 assolando a ilegitimidade do atual executivo, a maioria conservadora do congresso nacional e do judiciário.

Resolução da Direção Nacional da Intersindical: Agora é Greve Geral

A construção da Greve Geral marcada para o dia 28 de abril é o principal desafio da classe trabalhadora e seus aliados para impedir o fim do direito à aposentadoria e dos direitos trabalhistas e o desmonte do serviço público. As diversas mobilizações do mês de março, como nos dias 8, 15, 28 e 31, além do vitorioso acampamento do MTST em SP, acendeu a luz amarela do golpismo que sente a pressão social contrária, principalmente ao desmonte da previdência.

Em defesa dos direitos e da Previdência Pública. Construir a Greve Geral!

O governo instalado pelo golpe financiado pelo grande capital aprofunda sua política de desmonte do serviço público, da destruição dos direitos sociais e desmonte das conquistas estabelecidas pela Constituição de 1988 e pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), de 1943.

Resolução: Unidade ampla em defesa dos direitos. Fora Temer!

A classe trabalhadora e a juventude estão indignadas. O acordão entre Temer, a maioria do Congresso e o STF – todos sem nenhuma legitimidade para mudar a Constituição – querem, a toque de caixa, destruir os direitos sociais, os serviços públicos e o patrimônio nacional para destinar ainda mais dinheiro para os banqueiros, rentistas e outros bilionários.

Resolução: Construir a unidade e organização para a greve geral

O governo ilegítimo de Michel Temer, instalado por meio de um golpe de Estado, e sua maioria no Congresso Nacional, aprofundam os ataques aos direitos sociais, à democracia e à soberania nacional. A ofensiva brutal da agenda golpista visa transferir ao grande capital rentista os recursos públicos, mais renda do trabalho e os recursos naturais, a partir do aprofundamento da exploração sobre a classe trabalhadora, do desmonte do serviço público, a drástica redução do papel social do Estado e a entrega das riquezas do país, como o pré-sal para as multinacionais.

Resolução da Direção Nacional da Intersindical Central da Classe Trabalhadora

O Brasil vive um período grave de sua história recente. O golpe em curso, perpetrado pelo grande capital e seus aliados no congresso, na mídia e nas instituições do regime, com suas ramificações internacionais, ameaça se consolidar. A articulação golpista visa a instalação de um governo disposto a aplicar uma agenda de retrocessos sociais a

Não ao golpe! Em Defesa da democracia. Nenhum direito a menos.

Tudo indica que estamos a poucos dias da consolidação de um golpe de Estado perpetrado pelo grande capital e suas representações na direita parlamentar, na mídia, em setores do judiciário e do Ministério Público. Diante dessa ameaça que vem sendo orquestrada há meses, a Intersindical Central da Classe Trabalhadora, juntamente à Frente Povo Sem Medo

Resolução: Unidade e mobilização para barrar o golpe e a retirada de direitos e construir uma saída pela esquerda

Está em curso uma longa campanha para efetivação de um golpe capitaneada pelo grande capital, pela direita e seus tentáculos na mídia, em parcelas do judiciário e pelo Congresso Nacional. Essa campanha teve como ponto marcante o último dia 17/04, com a votação pela admissibilidade do impeachment da Presidenta Dilma sem crime de responsabilidade, votação

Resolução: Vai ter luta! Nenhuma retirada de direitos ou retrocessos

Resolução de conjuntura aprovada no 1º Congresso da Intersindical: Vai ter luta! Nenhuma retirada de direitos ou retrocessos A sociedade brasileira vem sendo tensionada e provocada por acontecimentos políticos decorrentes da intensificação de uma ofensiva golpista. As manifestações em favor do impeachment de 2015, dotadas de forte conteúdo reacionário, já evidenciavam que a estratégia dos

Congresso da Intersindical aprova filiação à Federação Sindical Mundial (FSM)

Resolução de filiação da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora à Federação Sindical Mundial (FSM) Considerando a dinâmica do sistema capitalista mundial que desde seus primórdios submete os povos e territórios do mundo a lógica perversa de espoliação e acumulação de lucros; Considerando, que as mudanças no processo de produção impostas pelo grande capital impactaram

Resolução de Construção da Central

A decisão de fundar a Intersindical Central da Classe Trabalhadora em 2014 foi um acerto político. Com essa decisão, estamos construindo uma via para fazer o caminho inverso ao da dispersão que marca o período de fragmentação aberto no início dos anos 2000. Num momento de profunda crise econômica, política e social pelo qual passa o Brasil, nossa Central tem sido um

Resolução: Não ao impeachment. Contra o ajuste fiscal. Fora Cunha!

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora, por meio da sua Direção Nacional reunida na capital paulista nos dias 12 e 13 de dezembro, considera: 1- que a abertura de processo de impeachment da presidente da república é ilegítimo. Para nós, ser contra o impeachment não se traduz em apoio ao governo Dilma, que adota uma

Resolução da Direção Nacional da Intersindical Central da Classe Trabalhadora

Resolução da Direção Nacional da Intersindical Central da Classe Trabalhadora reunida nos dias 26 e 27 de setembro, em Valinhos/SP. O anúncio do pacote do governo Dilma com mais cortes nas áreas sociais e infraestrutura para garantir superávit primário aprofunda o curso recessivo da economia brasileira, amplia a crise política que paralisa o país e

Resolução : Dia 20/08 – tomar as ruas por direitos, liberdade e democracia. Contra a direita e o ajuste fiscal

Resolução da INTERSINDICAL para as manifestações nacionais do dia 20 de agosto. Em breve será divulgada a convocatória unitária assinada por todas entidades. O Brasil passa por uma grave crise política, social e econômica de desdobramentos incertos. Para um desenlace da crise favorável à classe trabalhadora é necessário que os setores populares tenham disposição de

INTERSINDICAL Bahia lança campanha pelo salário mínimo regional

O salário mínimo no Brasil já estava previsto desde a Constituição de 1934 mas os patrões e seu governo conseguiram adiar sua vigência por mais seis anos.  Gastaram esse tempo criando comissões “para estudo” das características de cada região. Na época chegaram a dividir o Brasil em 22 regiões e 50 sub regiões para avaliar

A Intersindical chama à Defesa dos Serviços e Trabalhadores Públicos Brasileiros

INTERSINDICAL – Central da Classe Trabalhadora Apoio à Greve dos Servidores das Universidades e Institutos Federais Os Servidores Públicos padecem com um quadro de injustiças proporcionadas pela falta de políticas que respondam por salários e condições adequadas de trabalho, e condições de infraestrutura, recursos e meios que sejam capazes de garantir as funções públicas que

Dia Nacional de Paralisação e Manifestações Rumo à Greve Geral

Dia Nacional de Paralisação e Manifestações Rumo à Greve Geral

Contra o projeto da terceirização, as MPs 664 e 665 e o Ajuste Fiscal. Em defesa dos direitos e da democracia. A INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora, em conjunto com outras centrais sindicais e movimentos populares, como o MTST e MST, convoca a classe trabalhadora a parar a produção, os serviços e a circulação de

Todos/as na luta no dia 15/04 – Dia Nacional de Paralisação, Mobilização e Greves!

INTERSINDICAL – Central da Classe Trabalhadora No último dia 07/04, os deputados federais que representam os empresários e banqueiros aprovaram o PL 4330 dando um grande golpe nos direitos da classe trabalhadora. Esse é o projeto do desemprego, da precarização do trabalho, da destruição dos direitos e da fragmentação da classe. A votação sumária foi

Resolução da Direção Nacional da INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora

O grau de polarização social que o Brasil enfrenta desde o ano passado ganhou contornos graves após as opções do segundo governo Dilma com ataques a direitos sociais e trabalhistas, um ministério ainda mais conservador e comprometido com o capital financeiro, o agronegócio e a adoção de uma política econômica fortemente restritiva que deve levar

Resolução: Nas ruas e nas lutas para barrar a precarização das condições de vida e trabalho, mudar a política econômica e garantir direitos!

INTERSINDICAL – Central da Classe Trabalhadora O Brasil segue sendo um dos países mais desiguais do mundo. Desigualdades sociais e regionais que afetam a vida da maioria da população brasileira. Segundo o IPEA, a minoria dos 10% mais ricos controla 75% da riqueza produzida e apenas 500 empresas com atuação no país controlam metade do

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